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“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.

A propósito da JMJ

A propósito da JMJ

A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

A JMJ, a Igreja Católica e Portugal: alguns apontamentos

A JMJ, a Igreja Católica e Portugal: alguns apontamentos

Em fevereiro deste ano, foram publicados os resultados do trabalho da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa. Li algumas passagens, e fiquei chocadíssima – quem não ficaria? Os bispos portugueses, aparentemente, não ficaram. As suas reacções, após o relatório ter sido publicado, revelaram uma inaceitável falta de empatia da parte de alguns e uma inacreditável incompetência da parte de todos.

A JMJ e as reformas de Francisco

A JMJ e as reformas de Francisco

Mais de um milhão de jovens do mundo inteiro responderam ao apelo do papa para participar nas Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa. Um evento realmente memorável. Este papa é, de facto, um grande mestre da palavra e da ação. Na linguagem simples de um pregador notável, vai traduzindo o evangelho para os tempos que correm. E fá-lo não apenas com palavras, mas também com gestos de impressionante humanidade.

Francisco e o futuro da Igreja

Francisco e o futuro da Igreja

Chegou ao fim a JMJ de Lisboa. Se acontecimento de tal ordem não significar uma mudança individual e colectiva para o futuro, de pouco serviu. As palavras do Papa chegam aos ouvidos de católicos, cristãos não católicos, crentes de outras religiões e mesmo ateus. Encontrei várias vezes no Facebook comentários de ateus a louvar as palavras do Bispo de Roma.

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

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O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.

A propósito da JMJ

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A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

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Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

A JMJ, a Igreja Católica e Portugal: alguns apontamentos

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Em fevereiro deste ano, foram publicados os resultados do trabalho da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa. Li algumas passagens, e fiquei chocadíssima – quem não ficaria? Os bispos portugueses, aparentemente, não ficaram. As suas reacções, após o relatório ter sido publicado, revelaram uma inaceitável falta de empatia da parte de alguns e uma inacreditável incompetência da parte de todos.

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Mais de um milhão de jovens do mundo inteiro responderam ao apelo do papa para participar nas Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa. Um evento realmente memorável. Este papa é, de facto, um grande mestre da palavra e da ação. Na linguagem simples de um pregador notável, vai traduzindo o evangelho para os tempos que correm. E fá-lo não apenas com palavras, mas também com gestos de impressionante humanidade.

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Das cantigas de amigo à vinha

[Metáforas vivas]

Das cantigas de amigo à vinha

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

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