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Prrriiiuuu!… Cartão branco!

[Segunda leitura]

Prrriiiuuu!… Cartão branco!

Li esta história no jornal O Minho e também na página de Facebook do SC Vianense. Gostei muito, até porque não conhecia a coisa, nunca tinha ouvido falar do tal cartão branco, nunca o tinha visto em qualquer competição desportiva. E fui à procura de mais.

Morrer de “selfie”

[Segunda leitura]

Morrer de “selfie”

Anda imensa gente a morrer só por arriscar demais nessa atividade (que devia ser) lúdica a que chamamos (sem grande possibilidade de tradução) “tirar selfies”. Imensa gente mesmo. Lá voltamos à notícia: o estudo ali citado revela que, entre janeiro de 2008 e julho de 2021, morreram no mundo, no contexto de “tirar selfies”, pelo menos 379 pessoas. Trezentas e setenta e nove pessoas. Dá, em média, uma morte cada 13 dias.

Dá-me um abraço…

[Segunda leitura]

Dá-me um abraço…

Aqui há dias fui a um concerto. Um concerto mesmo, ao vivo, numa igreja, com um grande coro e alguns instrumentos, e mais um órgão, tudo uma maravilha. E as saudades que eu já tinha, as saudades que a gente tem, de ir a concertos assim, não só quando o rei faz anos, mas muito, tipo quase todas as semanas, e estarmos ali, todos juntos, perto uns dos outros, a ouvir e a sentir ao mesmo tempo, um pulsar cá do fundo tão bom…

Gente fina é outra coisa

[Segunda leitura]

Gente fina é outra coisa

João Rendeiro é um homem fino. Muito fino mesmo. Um finório de todo o tamanho. “Fino como um rato”, como se diz na minha terra. Vê-se no fugir (perdão: no ausentar-se…), vê-se no enganar, vê-se no mentir, vê-se no enriquecer, vê-se no gozar com a nossa cara e com a cara da justiça. Ai vê-se, vê-se. Mas agora ao longe, muito ao longe…

A votar, a votar!

[Segunda leitura]

A votar, a votar!

“Começa hoje a campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 26 de setembro”. Juro que ouvi isto na passada terça-feira, dia 14 de setembro. Assim mesmo, sem tirar nem pôr, na abertura de um noticiário na rádio: “Começa hoje a campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 26 de setembro”. Juro.

A minha vida por uma medalha?

[Segunda leitura]

A minha vida por uma medalha?

Isto dos Jogos Olímpicos anda a dar-me que pensar. A coisa começou quando me pus a olhar para os corpos dos nadadores e das nadadoras. Viram? Aquilo são uns troncos (da cinta para cima, digo) tão desenvolvidos que mais parecem o que na gíria chamamos “grandes armários”. Ou “guarda-vestidos”.

“Mãe, pai, tirei um 20!”

[Segunda leitura]

“Mãe, pai, tirei um 20!”

Há um colégio no Porto que é barra no ensino da Educação Física. Sabia-se já há tempos e recordou-se por estes dias, pelas notícias. Há dois anos, nenhum dos alunos do 10º ano desse colégio teve menos de 18 valores a Educação Física. Grandes ginastas… Mas ainda os houve mais grandes, por assim dizer: metade desses alunos concluiu a disciplina com nada menos que 20 valores

Prrriiiuuu!… Cartão branco!

[Segunda leitura]

Prrriiiuuu!… Cartão branco!

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Morrer de “selfie”

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Anda imensa gente a morrer só por arriscar demais nessa atividade (que devia ser) lúdica a que chamamos (sem grande possibilidade de tradução) “tirar selfies”. Imensa gente mesmo. Lá voltamos à notícia: o estudo ali citado revela que, entre janeiro de 2008 e julho de 2021, morreram no mundo, no contexto de “tirar selfies”, pelo menos 379 pessoas. Trezentas e setenta e nove pessoas. Dá, em média, uma morte cada 13 dias.

Dá-me um abraço…

[Segunda leitura]

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Aqui há dias fui a um concerto. Um concerto mesmo, ao vivo, numa igreja, com um grande coro e alguns instrumentos, e mais um órgão, tudo uma maravilha. E as saudades que eu já tinha, as saudades que a gente tem, de ir a concertos assim, não só quando o rei faz anos, mas muito, tipo quase todas as semanas, e estarmos ali, todos juntos, perto uns dos outros, a ouvir e a sentir ao mesmo tempo, um pulsar cá do fundo tão bom…

Gente fina é outra coisa

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João Rendeiro é um homem fino. Muito fino mesmo. Um finório de todo o tamanho. “Fino como um rato”, como se diz na minha terra. Vê-se no fugir (perdão: no ausentar-se…), vê-se no enganar, vê-se no mentir, vê-se no enriquecer, vê-se no gozar com a nossa cara e com a cara da justiça. Ai vê-se, vê-se. Mas agora ao longe, muito ao longe…

A votar, a votar!

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“Começa hoje a campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 26 de setembro”. Juro que ouvi isto na passada terça-feira, dia 14 de setembro. Assim mesmo, sem tirar nem pôr, na abertura de um noticiário na rádio: “Começa hoje a campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 26 de setembro”. Juro.

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Isto dos Jogos Olímpicos anda a dar-me que pensar. A coisa começou quando me pus a olhar para os corpos dos nadadores e das nadadoras. Viram? Aquilo são uns troncos (da cinta para cima, digo) tão desenvolvidos que mais parecem o que na gíria chamamos “grandes armários”. Ou “guarda-vestidos”.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidade

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidade

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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