A menos de uma semana do início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a sede do Comité Organizador Local, em Lisboa, fervilha de vida. Passam poucos minutos das nove da manhã e já há voluntários por todo o lado: uns carregam caixas pelos corredores do antigo edifício militar, outros deambulam ao telefone dando indicações a quem está do outro lado da linha (e possivelmente do mundo!), muitos estão ao computador nas inúmeras salas atribuídas às diferentes equipas, vários reúnem para acertar últimos pormenores. Lá fora, ouve-se um a trautear o hino da Jornada: “Há pressa no ar…”. E há pressa, literalmente, que a Jornada está quase aí. Mas, mais do que pressa ou ansiedade, o que estes voluntários sentem é “uma imensa alegria”, por poderem contribuir para algo “que vai mudar a vida de um milhão de jovens”, para melhor.












