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Opção pela morte?

Opção pela morte?

Li recentemente, numa notícia na Ecclesia que “eutanásia e suicídio assistido não acabam com o sofrimento, acabam com uma vida”. Parece um slogan próprio de grandes marchas públicas. O autor (D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga) propõe que a Assembleia da República deve votar “não à eutanásia e suicídio assistido»”, porque se trata de uma “interrupção voluntária do amor e da vida”.

Opção pela morte?

Nossa Senhora da Boa-Morte

Descobri que “boa-morte” é a tradução literal e exacta de “eu-tanásia”. E mais: existe uma Santa Atanásia (=imortal) mas não conheço nenhuma Santa Eutanásia e muito menos Santa Tanásia (ou Santa Morte, que pelos vistos já não será tão bom…).

Opção pela morte?

Beleza e ecumenismo

A junção de beleza e ecumenismo evoca a luxuriante diversidade num jardim. A beleza tem afinidades com a surpresa: é a vitória sobre o banal, o monótono.

Opção pela morte?

Tem graça: ainda vou à missa!

Tem graça: ainda vou à missa! É o que fico a pensar, depois de ouvir certas conversas… Por isso, apreciei muito a sugestão do Conselho Diocesano de Pastoral, de Aveiro: «escutar as pessoas sem medo do que disserem». Mas… E se as pessoas têm medo de dizer o que lhes vai na alma? E não seria igualmente importante perguntar «Por que é que vai à missa»?

Opção pela morte?

O regresso da eutanásia: humanidade e legalidade

As Perguntas e Respostas sobre a Eutanásia, da Conferência Episcopal Portuguesa, foram resumidas num folheto sem data, distribuído há vários meses. Uma iniciativa muito positiva. Dele fiz cuidadosa leitura, cujas anotações aqui são desenvolvidas. O grande motivo da minha reflexão é verificar como é difícil, nomeadamente ao clero católico, ser fiel ao rigor “filosófico” da linguagem, mas fugindo ao «estilo eclesiástico» para saber explorar “linguagem franca”. Sobretudo quando o tema é conflituoso…

Opção pela morte?

“Todo o mundo é composto de mudança”

Li há dias uma notícia com o título: “Troca de padres não agrada a paroquianos”. Casos como este são excelente ocasião para esclarecer valores ou razões escondidas, concorrendo para o crescimento espiritual de todos (não só dos paroquianos).

Opção pela morte?

Que quer dizer “boa educação”?

Por que é que os Evangelhos apresentam Jesus a dissuadir pretensos discípulos de se despedirem da família e até, para um deles, de cumprir o dever quase sagrado de sepultar o pai acabado de morrer? Como se pode falar de boa educação?

Opção pela morte?

A guerra dos papas

Falo não da guerra dos papas entre si (que também as houve e bem violentas) mas entre os “adeptos” deste ou daquele, nas imensas bancadas onde toda a gente se pode refugiar e donde aprecia, a modos de júri conflituoso, o grande desfile dos sucessores de São Pedro.

Opção pela morte?

Opção pela morte?

Li recentemente, numa notícia na Ecclesia que “eutanásia e suicídio assistido não acabam com o sofrimento, acabam com uma vida”. Parece um slogan próprio de grandes marchas públicas. O autor (D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga) propõe que a Assembleia da República deve votar “não à eutanásia e suicídio assistido»”, porque se trata de uma “interrupção voluntária do amor e da vida”.

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Nossa Senhora da Boa-Morte

Descobri que “boa-morte” é a tradução literal e exacta de “eu-tanásia”. E mais: existe uma Santa Atanásia (=imortal) mas não conheço nenhuma Santa Eutanásia e muito menos Santa Tanásia (ou Santa Morte, que pelos vistos já não será tão bom…).

Opção pela morte?

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A junção de beleza e ecumenismo evoca a luxuriante diversidade num jardim. A beleza tem afinidades com a surpresa: é a vitória sobre o banal, o monótono.

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Tem graça: ainda vou à missa!

Tem graça: ainda vou à missa! É o que fico a pensar, depois de ouvir certas conversas… Por isso, apreciei muito a sugestão do Conselho Diocesano de Pastoral, de Aveiro: «escutar as pessoas sem medo do que disserem». Mas… E se as pessoas têm medo de dizer o que lhes vai na alma? E não seria igualmente importante perguntar «Por que é que vai à missa»?

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O regresso da eutanásia: humanidade e legalidade

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“Todo o mundo é composto de mudança”

Li há dias uma notícia com o título: “Troca de padres não agrada a paroquianos”. Casos como este são excelente ocasião para esclarecer valores ou razões escondidas, concorrendo para o crescimento espiritual de todos (não só dos paroquianos).

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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