AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Apologia da simplicidade

Apologia da simplicidade

Provavelmente, nos tempos que correm, este título não interessa mesmo nada. Ainda assim há que arriscar. Todos temos imensas coisas para dizer e um manancial infindável de opiniões a dar. Vamos assoberbando os canais através dos quais comunicamos com dezenas de assuntos, ditos e reditos de milhares de maneiras.

Apologia da simplicidade

Os dias não têm 24 horas

E se de repente nos viessem dizer que cada dia passaria a ter apenas 16 ou 17 horas? Com a falta de tempo de que sempre nos queixamos iríamos, decerto, apanhar um susto. Não saberíamos como resolver tamanho corte e, com imensa probabilidade, entraríamos em stresse, esse companheiro que nos boicota a vida num padrão que, como alguém disse, se traduz por excesso de presente.

Apologia da simplicidade

Velhice aos 60, doença obrigatória

Fomos de férias. Que lugar-comum esse que apenas descreve a clássica paragem de Agosto! Nada de novo e tudo diferente ao ir e ao regressar. É mesmo estranho o que estamos a viver – um mundo de imprevistos e de incertezas, no qual antes pareciam só existir convicções e controlos; um lugar de todos e de ninguém, aquele que, antes, sem apregoar, deixava sempre um cantinho livre para quem quer que chegasse.

O caminho da vida

O caminho da vida

Um destes dias estive na festa de 60 anos de uma amiga. Parece estranho – 60 anos. Para os mais novos é muita, muita idade. Para quem já lá chegou ou chegará em breve, é uma existência com esperança de que mais possa ser desfrutado numa boa condição.

O caminho da vida

Homenageando o artesanato

Os novos tempos transformaram, ainda que provisoriamente, os hábitos que muitos de nós tínhamos bem arreigados. O conceito de descanso, tantas vezes associado a férias em paragens longínquas, passou a contemplar simplesmente sair de casa e chegar-se a destinos que, apesar de próximos, não tinham ainda sido, para muitos, explorados.

O caminho da vida

Quadrado da serenidade ou testemunho de ser

Desde há mais de um ano que uma percentagem muito significativa do que aparece escrito tem, direta ou indiretamente, a ver com o mundo em que o nosso mundo se transformou diante da invasão por esta pandemia de covid-19. Não se trata de uma secagem da imaginação humana, mas da pregnância que este fenómeno de tão larga escala assumiu.

O caminho da vida

Liberdade ou o valor das pequenas coisas

Vivemos dezenas de anos cheios de momentos especiais e de benefícios que insistimos em banalizar porque estavam ao nosso alcance, diria mesmo garantidos. Era pelo menos o que pensávamos. Atualmente parece que começamos a conhecer o valor das pequenas coisas e, se assim é, estamos a aprender uma grande lição.Muitas pessoas perdem tempo (gostava de poder dizer – perdiam) com detalhes que as coisificam.

O caminho da vida

Banco da solidariedade, experiência única

Sobre uma oportunidade de resistência coletiva     Muito se tem escrito e tenho escrito sobre a falta de saúde mental a que, provavelmente, estamos e estaremos sujeitos durante e após esta pandemia. Os números crescem, traduzidos por sofrimentos enquadráveis...

Apologia da simplicidade

Apologia da simplicidade

Provavelmente, nos tempos que correm, este título não interessa mesmo nada. Ainda assim há que arriscar. Todos temos imensas coisas para dizer e um manancial infindável de opiniões a dar. Vamos assoberbando os canais através dos quais comunicamos com dezenas de assuntos, ditos e reditos de milhares de maneiras.

Apologia da simplicidade

Os dias não têm 24 horas

E se de repente nos viessem dizer que cada dia passaria a ter apenas 16 ou 17 horas? Com a falta de tempo de que sempre nos queixamos iríamos, decerto, apanhar um susto. Não saberíamos como resolver tamanho corte e, com imensa probabilidade, entraríamos em stresse, esse companheiro que nos boicota a vida num padrão que, como alguém disse, se traduz por excesso de presente.

Apologia da simplicidade

Velhice aos 60, doença obrigatória

Fomos de férias. Que lugar-comum esse que apenas descreve a clássica paragem de Agosto! Nada de novo e tudo diferente ao ir e ao regressar. É mesmo estranho o que estamos a viver – um mundo de imprevistos e de incertezas, no qual antes pareciam só existir convicções e controlos; um lugar de todos e de ninguém, aquele que, antes, sem apregoar, deixava sempre um cantinho livre para quem quer que chegasse.

O caminho da vida

O caminho da vida

Um destes dias estive na festa de 60 anos de uma amiga. Parece estranho – 60 anos. Para os mais novos é muita, muita idade. Para quem já lá chegou ou chegará em breve, é uma existência com esperança de que mais possa ser desfrutado numa boa condição.

O caminho da vida

Homenageando o artesanato

Os novos tempos transformaram, ainda que provisoriamente, os hábitos que muitos de nós tínhamos bem arreigados. O conceito de descanso, tantas vezes associado a férias em paragens longínquas, passou a contemplar simplesmente sair de casa e chegar-se a destinos que, apesar de próximos, não tinham ainda sido, para muitos, explorados.

O caminho da vida

Quadrado da serenidade ou testemunho de ser

Desde há mais de um ano que uma percentagem muito significativa do que aparece escrito tem, direta ou indiretamente, a ver com o mundo em que o nosso mundo se transformou diante da invasão por esta pandemia de covid-19. Não se trata de uma secagem da imaginação humana, mas da pregnância que este fenómeno de tão larga escala assumiu.

O caminho da vida

Liberdade ou o valor das pequenas coisas

Vivemos dezenas de anos cheios de momentos especiais e de benefícios que insistimos em banalizar porque estavam ao nosso alcance, diria mesmo garantidos. Era pelo menos o que pensávamos. Atualmente parece que começamos a conhecer o valor das pequenas coisas e, se assim é, estamos a aprender uma grande lição.Muitas pessoas perdem tempo (gostava de poder dizer – perdiam) com detalhes que as coisificam.

O caminho da vida

Banco da solidariedade, experiência única

Sobre uma oportunidade de resistência coletiva     Muito se tem escrito e tenho escrito sobre a falta de saúde mental a que, provavelmente, estamos e estaremos sujeitos durante e após esta pandemia. Os números crescem, traduzidos por sofrimentos enquadráveis...

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.