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Criptojudaísmo, visitações, denunciantes e denunciados

Inquisição

Criptojudaísmo, visitações, denunciantes e denunciados

O criptojudaísmo foi um dos fenómenos que a Inquisição criou, na tentativa de muitos judeus tentarem escapar aos seus tentáculos. Histórias de denunciantes, denunciados e visitações, quando se assinalam os 200 anos de extinção da Inquisição, ocorrida a 5 de Abril de 1821.

Inquisição em Portugal: Erasmo entre a Contra-Reforma e a Reforma

Inquisição em Portugal: Erasmo entre a Contra-Reforma e a Reforma

A presença dos judeus na Península Ibérica é muito antiga, sendo impreciso o momento em que eles aqui se estabeleceram. A certeza é que os judeus sefarditas desempenharam “notável papel” na sociedade medieval peninsular: “é a Idade de Ouro do Judaísmo na Diáspora”. Com a invasão árabe, os judeus viveram em plena liberdade de culto e incrementaram um grande desenvolvimento económico com o Oriente.

Guerra Junqueiro: Peregrino em contínuo desenraizamento

Guerra Junqueiro: Peregrino em contínuo desenraizamento

Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em Freixo de Espada-à-Cinta (Bragança, Trás-os-Montes), de uma família abastada. Matriculou-se em Coimbra na Faculdade de Teologia; dois anos depois mudou para a Faculdade de Direito. Pertenceu à Geração de 70, denominação do grupo de intelectuais que, na década de 1870, quiseram renovar a cultura portuguesa, na fase decadente do Romantismo.

“Menina e Moça”, os judeus sefarditas e a emanação feminina de Deus

“Menina e Moça”, os judeus sefarditas e a emanação feminina de Deus

Gritos de espanto e assombro do poeta judeu português, Samuel Usque, face à perseguição e tragédia do seu povo. Dor que transcende o Universo. Atracou em Sepharad – nome judaico dado à Península Ibérica – nos séculos II ou III, numerosa comunidade judaica que aqui se estabeleceu: artesãos, cientistas, comerciantes, escritores, filósofos, juristas, médicos, frequentadores das cortes e conselheiros de reis.

“Portugueses no Holocausto”: o “descarinho” que acabou em Auschwitz

“Portugueses no Holocausto”: o “descarinho” que acabou em Auschwitz

A autora dedica a obra “Portugueses no Holocausto” a “todos os portugueses expulsos pela Inquisição e que se refugiaram em Amesterdão, Istambul e Salónica. Acreditaram que eram portugueses, mas Portugal não os reconheceu como tal. No momento em que precisavam desesperadamente da nacionalidade portuguesa, esta foi-lhes negada.

Bonhoeffer, teólogo e resistente ao nazismo

Bonhoeffer, teólogo e resistente ao nazismo

O autor desta obra, escritor e historiador italiano, descreve pormenorizadamente o processo espiritual de um homem religioso do luteranismo alemão, Dietrich Bonhoeffer (1906-1945). Viveu na trágica situação da Europa antes da II Guerra Mundial, a ascensão do nazismo e do racismo anti-semita que colocou como objectivo final o extermínio total dos judeus: cerca de seis milhões de judeus foram massacrados; ciganos sinti e rom – entre 250 a 500 mil, além de muitos milhares de outros homens e mulheres.

Rosa Luxemburg: revolucionária, pacifista, um ser humano total

Rosa Luxemburg: revolucionária, pacifista, um ser humano total

O nome desta mulher foi desde a sua morte, em 1919, utilizado por diversos sectores da sociedade de diferentes modos: sanguinária, sectária, comunista, esquerdista, marxista-leninista, anarquista, ecologista, feminista… afinal, quem foi verdadeiramente Rosa Luxemburg?

A nuvem do não-saber: “Quanto mais o leres, melhor o compreenderás”

A nuvem do não-saber: “Quanto mais o leres, melhor o compreenderás”

No Prólogo, o Autor anónimo desta obra enumera quem não deve ler o livro: “os bajuladores, os tagarelas carnais, os linguareiros, os detractores, os que espalham boatos, e toda a espécie de críticos e de curiosos”. Exceptuam-se “os activos (…) tocados pelo espírito de Deus”.

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Inquisição em Portugal: Erasmo entre a Contra-Reforma e a Reforma

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A presença dos judeus na Península Ibérica é muito antiga, sendo impreciso o momento em que eles aqui se estabeleceram. A certeza é que os judeus sefarditas desempenharam “notável papel” na sociedade medieval peninsular: “é a Idade de Ouro do Judaísmo na Diáspora”. Com a invasão árabe, os judeus viveram em plena liberdade de culto e incrementaram um grande desenvolvimento económico com o Oriente.

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Evocação

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A morte e a noite caíram sobre nós demasiado depressa com a notícia do falecimento de Pai Telmo. Os seus 100 anos foram um sopro veloz que não deixou ninguém indiferente e a sua dedicação à Igreja dos mais pobres uma brisa que suavizou muitas dores. [Texto de padre José Alfredo].

Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

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A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

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