AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Livres e ressuscitadas (I)

Livres e ressuscitadas (I)

É às mulheres que Jesus confia o anúncio da Sua ressurreição, e a quem confia igualmente as indicações que os onze devem receber, que devem regressar à Galileia. E elas, mesmo sem perceber inteiramente ou até não percebendo de todo, acreditam e fazem o que Jesus lhes diz, sem hesitações.

Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

Não será já, mas chegará, assim o espero, o momento de nos olharmos ao espelho – Igreja instituição e Igreja Povo de Deus – e dizermos com toda a verdade: isto somos nós. Podemos não gostar, mas é isto que somos.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Adultos. Com A grande, sff. (II)

O primeiro propósito deste texto está cumprido: citar os Capitão Fausto. Não garanto que cumpra o segundo, ou seja, perceber como olhamos hoje para a idade adulta no chamado Ocidente.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Um dia igual aos outros

Os olhos vão chegando ao final do Verão carregados de paisagem. Lagos, montes, desertos e um oásis pelo meio, as planícies e praias de sempre, o Douro – fruto literal da videira e do trabalho do Homem –, e um sem número de lugares. E a Cidade Santa. Jerusalém. Monte das Oliveiras, final da tarde.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

“Como a si mesmo”: XXI, o século do desamor (1) 

Onde esta autora se permite aventurar, com a audácia dos ignorantes, em variados campos da vida e do saber que não domina, num possível exercício de psico-espiritualidade chinfrim. Arriscando o merecido espalhanço em grande estilo, mas sem por isso dar a jornada por perdida.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Adultos. Com A grande, sff. (I)

Vivendo este tempo sem medo, descobrimos uma beleza desconfortável nessa marca de água da contradição: promete fracturas, e revela possibilidades. E morde, morde muito. No limite, a beleza está no convite exigente a posicionarmo-nos perante o que acontece no mundo e nos nossos pequenos mundos quotidianos e, com toda a radicalidade, perante nós próprios e perante Deus. É uma imensa porta para a esperança, basta querermos abri-la.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

“A ceremony of carols”

Tanto quanto me lembro, o nascimento de Jesus canta-se a partir da circunstância de cada um, a partir da realidade de cada comunidade, esteja ela num mosteiro no século XII, numa aldeia transmontana ou no Rockefeller Center.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Maid: a série que todos devemos ver

Netflixicamente, é excelente, não se enreda no drama ou no feminismo fácil, tem o seu quê de humor, não caricatura personagens, e a actriz principal, Margaret Qualley, merece todos os prémios da temporada. Mas não é isto que interessa, que não sou crítica de televisão. Com pena, admito. Em dez episódios, acompanhamos a jornada de Alex para se autonomizar da relação abusiva que mantém com Sean, o pai de Maddy, a filha de quase três anos.

Livres e ressuscitadas (I)

Livres e ressuscitadas (I)

É às mulheres que Jesus confia o anúncio da Sua ressurreição, e a quem confia igualmente as indicações que os onze devem receber, que devem regressar à Galileia. E elas, mesmo sem perceber inteiramente ou até não percebendo de todo, acreditam e fazem o que Jesus lhes diz, sem hesitações.

Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

Não será já, mas chegará, assim o espero, o momento de nos olharmos ao espelho – Igreja instituição e Igreja Povo de Deus – e dizermos com toda a verdade: isto somos nós. Podemos não gostar, mas é isto que somos.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Adultos. Com A grande, sff. (II)

O primeiro propósito deste texto está cumprido: citar os Capitão Fausto. Não garanto que cumpra o segundo, ou seja, perceber como olhamos hoje para a idade adulta no chamado Ocidente.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Um dia igual aos outros

Os olhos vão chegando ao final do Verão carregados de paisagem. Lagos, montes, desertos e um oásis pelo meio, as planícies e praias de sempre, o Douro – fruto literal da videira e do trabalho do Homem –, e um sem número de lugares. E a Cidade Santa. Jerusalém. Monte das Oliveiras, final da tarde.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

“Como a si mesmo”: XXI, o século do desamor (1) 

Onde esta autora se permite aventurar, com a audácia dos ignorantes, em variados campos da vida e do saber que não domina, num possível exercício de psico-espiritualidade chinfrim. Arriscando o merecido espalhanço em grande estilo, mas sem por isso dar a jornada por perdida.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Adultos. Com A grande, sff. (I)

Vivendo este tempo sem medo, descobrimos uma beleza desconfortável nessa marca de água da contradição: promete fracturas, e revela possibilidades. E morde, morde muito. No limite, a beleza está no convite exigente a posicionarmo-nos perante o que acontece no mundo e nos nossos pequenos mundos quotidianos e, com toda a radicalidade, perante nós próprios e perante Deus. É uma imensa porta para a esperança, basta querermos abri-la.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

“A ceremony of carols”

Tanto quanto me lembro, o nascimento de Jesus canta-se a partir da circunstância de cada um, a partir da realidade de cada comunidade, esteja ela num mosteiro no século XII, numa aldeia transmontana ou no Rockefeller Center.

Adultos. Com A grande, sff. (II)

Maid: a série que todos devemos ver

Netflixicamente, é excelente, não se enreda no drama ou no feminismo fácil, tem o seu quê de humor, não caricatura personagens, e a actriz principal, Margaret Qualley, merece todos os prémios da temporada. Mas não é isto que interessa, que não sou crítica de televisão. Com pena, admito. Em dez episódios, acompanhamos a jornada de Alex para se autonomizar da relação abusiva que mantém com Sean, o pai de Maddy, a filha de quase três anos.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest