Tantos tiveram de abandonar o seu lugar de vida, perderam o seu “direito ao lugar” – bebés e crianças de colo, mulheres grávidas, velhos que mal podem caminhar, não sabendo quando e se poderão voltar, se a sua casa estará intacta ou destruída, se as escolas funcionarão, se os hospitais os poderão receber, se poderão voltar a levar os filhos ao parque infantil perto de casa… Alguns não querem abandonar o seu lugar, a sua casa, e ficam, sujeitando-se à fome, ao frio, à privação, ao desconhecido e à morte. Mesmo os que ficaram perderam o “direito ao [seu] lugar”, um direito básico do ser humano.











