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Resistência não violenta em tempos de guerra?

Resistência não violenta em tempos de guerra?

Poderá parecer descabido, ou simplesmente utópico, falar de resistência civil, isto é, de formas não violentas de resistência e combate a um poder ilegítimo e opressor, no momento em que assistimos à guerra da Ucrânia, em que é nítida a existência de uma potência agressora e de um povo que se defende militarmente com bravura. Mas disso se tem falado em diálogos entre representantes de várias comissões Justiça e Paz europeias, sem se alcançar ainda pleno consenso.

Não-violência é “um modelo” para enfrentar os tempos difíceis de hoje

António Guterres

Não-violência é “um modelo” para enfrentar os tempos difíceis de hoje

O Dia Internacional da Não-Violência, celebrado este sábado, oferece uma oportunidade para inaugurar uma “nova era de paz, confiança e tolerância”, defendeu o secretário-geral das Nações Unidas numa mensagem para assinalar a data. António Guterres sublinhou que não é por acaso que o dia coincide com o aniversário de Mahatma Gandhi. “Para Gandhi, a não-violência, o protesto pacífico, a dignidade e a igualdade eram mais do que palavras, representavam um farol para a humanidade, um mapa para um futuro melhor.”

Uma pedagogia ao serviço da paz e da não-violência

Uma pedagogia ao serviço da paz e da não-violência

Suscitar nos jovens uma atitude de inconformismo, uma ação enérgica e um compromisso vital em prol da justiça, da paz e dos direitos humanos é não só um desafio fundamental, mas urgente. A paz há-de dar frutos se encetarmos uma verdadeira pedagogia da não-violência. Uma não-violência que, mais do que nunca, deverá derrubar os discursos do ódio, do racismo e da intolerância.

Resistência não violenta em tempos de guerra?

Resistência não violenta em tempos de guerra?

Poderá parecer descabido, ou simplesmente utópico, falar de resistência civil, isto é, de formas não violentas de resistência e combate a um poder ilegítimo e opressor, no momento em que assistimos à guerra da Ucrânia, em que é nítida a existência de uma potência agressora e de um povo que se defende militarmente com bravura. Mas disso se tem falado em diálogos entre representantes de várias comissões Justiça e Paz europeias, sem se alcançar ainda pleno consenso.

Não-violência é “um modelo” para enfrentar os tempos difíceis de hoje

António Guterres

Não-violência é “um modelo” para enfrentar os tempos difíceis de hoje

O Dia Internacional da Não-Violência, celebrado este sábado, oferece uma oportunidade para inaugurar uma “nova era de paz, confiança e tolerância”, defendeu o secretário-geral das Nações Unidas numa mensagem para assinalar a data. António Guterres sublinhou que não é por acaso que o dia coincide com o aniversário de Mahatma Gandhi. “Para Gandhi, a não-violência, o protesto pacífico, a dignidade e a igualdade eram mais do que palavras, representavam um farol para a humanidade, um mapa para um futuro melhor.”

Uma pedagogia ao serviço da paz e da não-violência

Uma pedagogia ao serviço da paz e da não-violência

Suscitar nos jovens uma atitude de inconformismo, uma ação enérgica e um compromisso vital em prol da justiça, da paz e dos direitos humanos é não só um desafio fundamental, mas urgente. A paz há-de dar frutos se encetarmos uma verdadeira pedagogia da não-violência. Uma não-violência que, mais do que nunca, deverá derrubar os discursos do ódio, do racismo e da intolerância.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Resistência não violenta em tempos de guerra?

[Entre Margens]

Guerras e mudanças de regime novidade

Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunal

EUA

Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunal

A arquidiocese de St. Louis, no Missouri (EUA), intentou uma ação contra o Governo federal por ver os seus padres impedidos de distribuir a comunhão e ouvir em confissão os detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, no acrónimo em inglês) internados no Centro de Detenção do Condado de Ste. Genevieve.

“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta”

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

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