Desde o início do século XX, por impulso do darwinismo, a biologia e outras ciências construíram, ainda que de forma larvar e quase subterrânea em alguns casos, a ideia prevalecente de neotenia humana, como uma retenção de características juvenis entre adultos, de características transmitidas à descendência e do ser humano prematuro. (Opinião de Alberto Teixeira)











