Aprendi muito – e continuo a apender – nesta pandemia. Para já, não andar para aí sempre a queixar-me. Como diz um provérbio chinês que eu cito muito: “Se tem solução, por que é que te queixas? Se não tem solução, por que é que te queixas?”
Aprendi muito – e continuo a apender – nesta pandemia. Para já, não andar para aí sempre a queixar-me. Como diz um provérbio chinês que eu cito muito: “Se tem solução, por que é que te queixas? Se não tem solução, por que é que te queixas?”
Israel está a defrontar-se com um problema grave: ficar refém da recusa dos ultraortodoxos judeus a vacinar-se. O esforço feito de vacinar rapidamente a população, que colocou o país na liderança mundial, com perto de um terço da população vacinada, pode deste modo vir a ser afetado.
A solidão é uma espécie de monstro que todos tememos, principalmente com o avançar dos anos, onde aquela se vai agarrando a nós com uma terrível força, fruto da nossa rotina e do aprofundar dos nossos pensamentos. É o local onde mais ninguém nos pode ouvir, onde somos confrontados com as nossas próprias vozes, sem distrações ou amparos, apenas o silêncio dos nossos receios. É claro que ter a companhia e o amor do nosso próximo é impreterível a uma vida mais feliz.
As pessoas estão angustiadas, ansiosas, deprimidas, cansadas. Cansadas de ter de lutar em prol de não sei quê e contra um invisível que pode tornar-se avassalador; cansadas de fingir que acreditam no futuro; cansadas de ter de fazer de conta que conseguem ser felizes; cansadas de serem incompreendidas na sua dor; cansadas de não serem escutadas nos seus apelos; cansadas de disfarçar os seus reais problemas; cansadas de ver desonestidades e incompetências de alguns com consequências nefastas para quase todos.
Carlos, padre de 49 anos que gostava de viajar e criou um banco alimentar; Horácio, também padre, de 83 anos, que criava “dinâmicas pastorais inovadoras” e mostrava zelo com o património. Luísa, o anjo de um fotojornalista. Valério, um amigo que faz falta. Vítor,...
Face à situação gravíssima de disseminação da infeção por covid-19 é agora mais do que nunca necessária “uma resposta concertada das forças e poderes políticos, da comunidade científica, da comunicação social, dos profissionais de saúde e de toda a população”.
Grupos de padres de todos os Estados do Brasil acabam de dirigir uma carta-apelo aos mais altos responsáveis da Igreja Católica para que intervenham e impeçam canais católicos de televisão de difundir informações falsas ou deturpadas, nomeadamente relativas à pandemia do covid-19.
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) decidiu, “embora lamentando fazê-lo”, suspender a celebração das eucaristias presenciais a partir do próximo sábado, 23 de Janeiro. Também a realização de “catequeses e outras atividades pastorais que impliquem contacto” é interrompida.
Aprendi muito – e continuo a apender – nesta pandemia. Para já, não andar para aí sempre a queixar-me. Como diz um provérbio chinês que eu cito muito: “Se tem solução, por que é que te queixas? Se não tem solução, por que é que te queixas?”
Israel está a defrontar-se com um problema grave: ficar refém da recusa dos ultraortodoxos judeus a vacinar-se. O esforço feito de vacinar rapidamente a população, que colocou o país na liderança mundial, com perto de um terço da população vacinada, pode deste modo vir a ser afetado.
A solidão é uma espécie de monstro que todos tememos, principalmente com o avançar dos anos, onde aquela se vai agarrando a nós com uma terrível força, fruto da nossa rotina e do aprofundar dos nossos pensamentos. É o local onde mais ninguém nos pode ouvir, onde somos confrontados com as nossas próprias vozes, sem distrações ou amparos, apenas o silêncio dos nossos receios. É claro que ter a companhia e o amor do nosso próximo é impreterível a uma vida mais feliz.
As pessoas estão angustiadas, ansiosas, deprimidas, cansadas. Cansadas de ter de lutar em prol de não sei quê e contra um invisível que pode tornar-se avassalador; cansadas de fingir que acreditam no futuro; cansadas de ter de fazer de conta que conseguem ser felizes; cansadas de serem incompreendidas na sua dor; cansadas de não serem escutadas nos seus apelos; cansadas de disfarçar os seus reais problemas; cansadas de ver desonestidades e incompetências de alguns com consequências nefastas para quase todos.
Carlos, padre de 49 anos que gostava de viajar e criou um banco alimentar; Horácio, também padre, de 83 anos, que criava “dinâmicas pastorais inovadoras” e mostrava zelo com o património. Luísa, o anjo de um fotojornalista. Valério, um amigo que faz falta. Vítor,...
Face à situação gravíssima de disseminação da infeção por covid-19 é agora mais do que nunca necessária “uma resposta concertada das forças e poderes políticos, da comunidade científica, da comunicação social, dos profissionais de saúde e de toda a população”.
Grupos de padres de todos os Estados do Brasil acabam de dirigir uma carta-apelo aos mais altos responsáveis da Igreja Católica para que intervenham e impeçam canais católicos de televisão de difundir informações falsas ou deturpadas, nomeadamente relativas à pandemia do covid-19.
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) decidiu, “embora lamentando fazê-lo”, suspender a celebração das eucaristias presenciais a partir do próximo sábado, 23 de Janeiro. Também a realização de “catequeses e outras atividades pastorais que impliquem contacto” é interrompida.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profeciaO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
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