Foi em 2015 que, pela segunda vez no seu pontificado, o Papa Francisco decidiu celebrar a Quinta-feira Santa da Páscoa lavando os pés a 12 detidos, um gesto que viria a ficar como marca da sua permanência na cadeira de Pedro. Vir-se-ia a saber mais tarde que, entre os 12 prisioneiros, estava Isabel, uma transgénero de nacionalidade portuguesa.












