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Paula Rego, as histórias que continuam

Artista morreu aos 87 anos

Paula Rego, as histórias que continuam

As múltiplas notícias sobre a morte de Paula Rego publicadas na imprensa internacional servem para dar conta da riqueza da singular obra que a pintora nos lega. “‘She is dancing among the greats’: the dangerously honest, richly ambiguous Paula Rego”, titula o diário britânico The Guardian. O francês Le Monde prefere destacar uma referência às suas pinturas figurativas, “frequentemente inspiradas em histórias, designadamente em lendas do folclore português, em mitos e em contos de fadas”. Às múltiplas facetas que agora estão a ser referidas, acrescentar-se-ão novos ângulos que o tempo ajudará a descobrir.

Iconografias [s]em reserva[s] no Machado de Castro

Olhar o espólio do museu

Iconografias [s]em reserva[s] no Machado de Castro

“Resgatar a compreensão do universo complexo das ordens religiosas” é um dos objectivos da exposição “Resgatar a Ordem. Iconografias [s]em reserva[s]”, patente no Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC), em Coimbra, desde 1 de Abril até 19 de Junho, um primeiro olhar de conjunto sobre as reservas do MNMC. A mostra, segundo um comunicado de imprensa, resgata ainda “a clareza possível das peças submetidas a um processo de conservação preventiva” e “a leitura dos objetos que permaneciam inertes e descontextualizados nas reservas do MNMC e que ganham agora os contornos de inteligibilidade que lhes assiste”.

“Ver novas todas as coisas”

Exposição em São Roque

“Ver novas todas as coisas”

Assinalando dois momentos chave relacionados com Santo Inácio de Loyola, o V Centenário da sua Conversão e o IV Centenário da sua Canonização, inaugurou esta quarta-feira, 30 de Março, na galeria de exposições temporárias do Museu de São Roque, em Lisboa, a exposição “Ver novas todas as coisas”. A mostra é comissariada por Maria João Pereira Coutinho e António Júlio Limpo Trigueiros, sj.

Lembrar as vítimas do nazismo

Holocausto

Lembrar as vítimas do nazismo

27 de janeiro, a data em que o Exército Vermelho libertou Auschwitz, tornou-se o dia internacional em memória das vítimas do nazismo. Hoje quero lembrar Karl Stojka, e o seu aviso: “Não foi Hitler, nem Göring, nem Goebels, nem Himmler, nem nenhum desses quem me arrastou e espancou. Não. Foi o sapateiro, o vizinho, o leiteiro.”

Este é o tempo da alegria

Boas festas!

Este é o tempo da alegria

Desejamos a todos os nossos leitores/as e colaboradores/as um bom Natal, com saúde, paz e alegria, fazendo votos para que 2022 nos traga boas notícias, à vida em comum e a cada pessoa em concreto. Expressamos ao mesmo tempo a nossa gratidão pelo apoio manifestado por tantos de vós ao longo deste ano que agora termina.

“o Filho do homem numa nuvem…”

Tempo de Advento (I)

“o Filho do homem numa nuvem…”

Desde há vários anos, a comunidade da Capela de Nossa Senhora da Bonança (conhecida como Capela do Rato), em Lisboa, assinala o tempo litúrgico do Advento com a publicação de postais com uma pintura encomendada a um(a) artista e um poema alusivo ao dia. Este ano, a convidada foi a artista algarvia Lígia Rodrigues, sendo os textos da autoria da escritora Leonor Xavier e do actor e encenador Luís Miguel Cintra.

[À volta do 1º de Maio] Estranha forma de vida

[À volta do 1º de Maio] Estranha forma de vida

Ao aceitar o desafio de escrever sobre o trabalho enquanto artista e profissional da cultura, Rui Aleixo aflora uma panóplia de aspetos que estão intimamente ligados a esta profissão, mas também à vida de um artista, que é muitas vezes indissociável do seu trabalho. Este contributo não pretende esgotar o tema, mas poderá ajudar a desmontar clichés e a tornar menos abstrata esta estranha forma de vida.

Mosteiro de Tibães recupera cinco retratos da Sala do Capítulo

Mosteiro de Tibães recupera cinco retratos da Sala do Capítulo

Cinco retratos de abades gerais beneditinos foram devolvidos à Sala do Capítulo Geral do Mosteiro de Tibães, em Braga, na sequência dos trabalhos de recuperação e valorização patrimonial que têm sido levados a efeito, aproveitando o encerramento ao público por causa da pandemia.

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“Ver novas todas as coisas”

Exposição em São Roque

“Ver novas todas as coisas”

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Este é o tempo da alegria

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Desejamos a todos os nossos leitores/as e colaboradores/as um bom Natal, com saúde, paz e alegria, fazendo votos para que 2022 nos traga boas notícias, à vida em comum e a cada pessoa em concreto. Expressamos ao mesmo tempo a nossa gratidão pelo apoio manifestado por tantos de vós ao longo deste ano que agora termina.

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Desde há vários anos, a comunidade da Capela de Nossa Senhora da Bonança (conhecida como Capela do Rato), em Lisboa, assinala o tempo litúrgico do Advento com a publicação de postais com uma pintura encomendada a um(a) artista e um poema alusivo ao dia. Este ano, a convidada foi a artista algarvia Lígia Rodrigues, sendo os textos da autoria da escritora Leonor Xavier e do actor e encenador Luís Miguel Cintra.

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Dez anos depois da "Amoris laetitia"

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Não foi Leão XIV quem pronunciou a frase, mas foi ele quem a escreveu: “Por mais ferida que uma família possa estar, pode sempre crescer a partir do amor.” As palavras faziam parte da homilia preparada pelo Papa para a missa de encerramento do encontro internacional sobre os dez anos da Amoris laetitia, esta quarta-feira, 14, no Vaticano, mas acabaram por ser lidas pelo cardeal Luis Antonio Tagle.

O conflito israelo-palestiniano

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“Primeiro estranha-se, depois entranha-se”

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A frase transformou-se quase num dogma nacional, uma espécie de justificação para tudo o que é absurdo, desagradável ou medíocre. Se a música é má, se a moda é ridícula ou se o novo horário de trabalho é incomportável, o diagnóstico é sempre o mesmo: é só uma questão de tempo, estranha-se agora, entranha-se depois. [Texto de Júlia Costa]

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