“Estamos sem meios para podermos valer a necessidades que vão para além da alimentação”. O alerta é do presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, que explica que a instituição se viu privada de contributos devido à crise sanitária e que os pedidos de ajuda cresceram 40% face ao ano anterior. O responsável apela ao governo que complemente o Programa de Estabilização Económica e Social com medidas adicionais “no sentido da recuperação económica exclusiva”.












