AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Cáritas Portuguesa sem meios para ajudar além da alimentação

Cáritas Portuguesa sem meios para ajudar além da alimentação

“Estamos sem meios para podermos valer a necessidades que vão para além da alimentação”. O alerta é do presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, que explica que a instituição se viu privada de contributos devido à crise sanitária e que os pedidos de ajuda cresceram 40% face ao ano anterior. O responsável apela ao governo que complemente o Programa de Estabilização Económica e Social com medidas adicionais “no sentido da recuperação económica exclusiva”.

Graças a Deus pela criatividade: o Papa pede esmola à saída do metro, em Milão

Graças a Deus pela criatividade: o Papa pede esmola à saída do metro, em Milão

AleXsandro Palombo, artista italiano, inspirou-se no próprio Papa para algumas das suas últimas obras. Nas ruas de Milão, uma das cidades mais afetadas pela pandemia de covid-19, Palombo fez várias pinturas murais em que retratou Francisco como um mendigo a pedir esmola na rua. E não só: Maria de Nazaré, com o Menino Jesus ao colo, foi também representada como um dos novos pobres de Milão.

Petição exige atribuição de “rendimento de sobrevivência” aos mais pobres

Petição exige atribuição de “rendimento de sobrevivência” aos mais pobres

Uma petição exigindo a atribuição de um “rendimento de sobrevivência” aos mais pobres foi esta quarta-feira entregue no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. A iniciativa partiu do economista Jorge Bateira, e conta com o apoio de mais de 50 subscritores. Defendem que, “num Estado europeu dotado de serviços de Segurança Social”, é “intolerável” que haja “cidadãos a passar fome” e atribuem ao governo “a obrigação moral e constitucional de enfrentar energicamente esta gravíssima crise social”.

Vamos chamar os bois pelos nomes?

Vamos chamar os bois pelos nomes?

O vírus toca a todos. Dizem que é democrático e que para ele todos somos iguais, mas também nesta matéria se verifica o velho princípio orwelliano de que existem uns cidadãos mais iguais do que outros.
Helena Roseta diz que “a covid-19 é um grande revelador das desigualdades económicas, sociais, ambientais e até geracionais”. Está provado que as camadas mais pobres e excluídas da população são os mais vulneráveis à pandemia da covid-19. Os Estados Unidos atestam esta ideia de forma gritante.

Prémios no Novo Banco: uma economia assim mata mesmo

Prémios no Novo Banco: uma economia assim mata mesmo

O país está a confrontar-se com uma inesperada e muito difícil crise económica e financeira. Tudo indica que se irá agravar nos próximos meses e poderá ter uma duração imprevista, dada a sua extensão geográfica ser de ordem mundial. Esta situação acarretou, inevitavelmente, uma nova crise social cujas proporções se revelam muito preocupantes por, rapidamente, terem manifestações agressivas, quer em quantidade, quer nas necessidades primárias que um cada vez maior número de nossos concidadãos não consegue satisfazer.

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia nos países pobres, o que significa mais de 4 mortes a cada minuto, como consequência da sobrecarga dos sistemas de saúde no contexto da pandemia. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a luta contra a covid-19 poderá provocar nos próximos seis meses até 1,2 milhões de mortes de menores em 118 países, a juntar aos 2,5 milhões de crianças que já morrem atualmente, a cada semestre.

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

“Estamos todos no mesmo barco”, disse o Papa Francisco, a propósito da pandemia de covid-19. Mas será que estamos mesmo? Talvez uma ligeira adaptação da metáfora possa ser mais fiel à realidade: estamos todos no meio da mesma tempestade, mas em barcos diferentes. Ou pelo menos é isso que sugerem os estudos que têm vindo a ser publicados e que estabelecem uma relação direta entre fatores socioeconómicos e as consequências da covid-19. Um pouco por todo o mundo, as conclusões são as mesmas: os mais pobres e marginalizados são os que mais perdem, mais adoecem e mais morrem com o novo coronavírus. Perante isto, é tempo de decidir: deixamos que as desigualdades continuem a acentuar-se, ou a esta crise vamos responder de forma diferente?

Cáritas Portuguesa sem meios para ajudar além da alimentação

Cáritas Portuguesa sem meios para ajudar além da alimentação

“Estamos sem meios para podermos valer a necessidades que vão para além da alimentação”. O alerta é do presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, que explica que a instituição se viu privada de contributos devido à crise sanitária e que os pedidos de ajuda cresceram 40% face ao ano anterior. O responsável apela ao governo que complemente o Programa de Estabilização Económica e Social com medidas adicionais “no sentido da recuperação económica exclusiva”.

Graças a Deus pela criatividade: o Papa pede esmola à saída do metro, em Milão

Graças a Deus pela criatividade: o Papa pede esmola à saída do metro, em Milão

AleXsandro Palombo, artista italiano, inspirou-se no próprio Papa para algumas das suas últimas obras. Nas ruas de Milão, uma das cidades mais afetadas pela pandemia de covid-19, Palombo fez várias pinturas murais em que retratou Francisco como um mendigo a pedir esmola na rua. E não só: Maria de Nazaré, com o Menino Jesus ao colo, foi também representada como um dos novos pobres de Milão.

Petição exige atribuição de “rendimento de sobrevivência” aos mais pobres

Petição exige atribuição de “rendimento de sobrevivência” aos mais pobres

Uma petição exigindo a atribuição de um “rendimento de sobrevivência” aos mais pobres foi esta quarta-feira entregue no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. A iniciativa partiu do economista Jorge Bateira, e conta com o apoio de mais de 50 subscritores. Defendem que, “num Estado europeu dotado de serviços de Segurança Social”, é “intolerável” que haja “cidadãos a passar fome” e atribuem ao governo “a obrigação moral e constitucional de enfrentar energicamente esta gravíssima crise social”.

Vamos chamar os bois pelos nomes?

Vamos chamar os bois pelos nomes?

O vírus toca a todos. Dizem que é democrático e que para ele todos somos iguais, mas também nesta matéria se verifica o velho princípio orwelliano de que existem uns cidadãos mais iguais do que outros.
Helena Roseta diz que “a covid-19 é um grande revelador das desigualdades económicas, sociais, ambientais e até geracionais”. Está provado que as camadas mais pobres e excluídas da população são os mais vulneráveis à pandemia da covid-19. Os Estados Unidos atestam esta ideia de forma gritante.

Prémios no Novo Banco: uma economia assim mata mesmo

Prémios no Novo Banco: uma economia assim mata mesmo

O país está a confrontar-se com uma inesperada e muito difícil crise económica e financeira. Tudo indica que se irá agravar nos próximos meses e poderá ter uma duração imprevista, dada a sua extensão geográfica ser de ordem mundial. Esta situação acarretou, inevitavelmente, uma nova crise social cujas proporções se revelam muito preocupantes por, rapidamente, terem manifestações agressivas, quer em quantidade, quer nas necessidades primárias que um cada vez maior número de nossos concidadãos não consegue satisfazer.

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia nos países pobres, o que significa mais de 4 mortes a cada minuto, como consequência da sobrecarga dos sistemas de saúde no contexto da pandemia. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a luta contra a covid-19 poderá provocar nos próximos seis meses até 1,2 milhões de mortes de menores em 118 países, a juntar aos 2,5 milhões de crianças que já morrem atualmente, a cada semestre.

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

“Estamos todos no mesmo barco”, disse o Papa Francisco, a propósito da pandemia de covid-19. Mas será que estamos mesmo? Talvez uma ligeira adaptação da metáfora possa ser mais fiel à realidade: estamos todos no meio da mesma tempestade, mas em barcos diferentes. Ou pelo menos é isso que sugerem os estudos que têm vindo a ser publicados e que estabelecem uma relação direta entre fatores socioeconómicos e as consequências da covid-19. Um pouco por todo o mundo, as conclusões são as mesmas: os mais pobres e marginalizados são os que mais perdem, mais adoecem e mais morrem com o novo coronavírus. Perante isto, é tempo de decidir: deixamos que as desigualdades continuem a acentuar-se, ou a esta crise vamos responder de forma diferente?

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.