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Arcebispo maronita da Síria, a guerra e os refugiados: “Violências indizíveis, medo, destruição do futuro”

Arcebispo maronita da Síria, a guerra e os refugiados: “Violências indizíveis, medo, destruição do futuro”

“Dias, meses, anos agitados por violências indizíveis, pelo medo, pela destruição do futuro: tudo isso gerou um sentido de prostração que acaba com a esperança e aflige os ânimos.” É desta forma que o arcebispo dos maronitas de Damasco, Samir Nassar, descreve o êxodo dos sírios e a situação de guerra no seu país, que dura há nove anos e o leva a dizer que os cristãos sírios vivem em Quaresma permanente.

Três cardeais pedem mais apoio aos bispos europeus para os refugiados de Lesbos

Três cardeais pedem mais apoio aos bispos europeus para os refugiados de Lesbos

Uma carta dirigida por três cardeais às conferências episcopais de toda a União Europeia (UE) pede que os bispos de cada país ajudem na recolocação dos refugiados que estão neste momento na ilha de Lesbos e tentem, em conjunto com os respectivos governos nacionais, estabelecer corredores humanitários de saída dos milhares de pessoas que estão em Lesbos.

Em Samos, com refugiados (4) – As mulheres que o mundo não vê têm cicatrizes no coração

Em Samos, com refugiados (4) – As mulheres que o mundo não vê têm cicatrizes no coração

São mulheres que carregam histórias pesadas e a maioria das cicatrizes que têm estão no coração. O mundo insiste em não as ver, em não as ouvir, em não as tratar. O mundo insiste em negligenciá-las e em silenciar a violência a que foram e são sujeitas. Quarta crónica de Luísa Lopes dos Santos que, entre 20 de Novembro e o final de Dezembro, esteve no campo de refugiados da ilha grega de Samos, como voluntária da Samos Volunteers.

Em Samos, com refugiados (3) – O Alpha, onde as pessoas são tratadas como pessoas

Em Samos, com refugiados (3) – O Alpha, onde as pessoas são tratadas como pessoas

Deixem-me falar-vos um pouco do Alpha! O Alpha está localizado no fundo da montanha do campo e é um centro gerido pela Samos Volunteers com os refugiados. É um espaço seguro onde todos são bem-vindos para um copo de chá, de água ou de limonada e para um jogo de xadrez ou damas, enquanto deixam o seu telefone a carregar numa das “charging stations”. Esta era a ideia inicial do Alpha, mas com o processo de asilo a ficar mais e mais longo, o Alpha tornou-se também num centro formativo com múltiplos espaços.

Três cardeais pedem mais apoio aos bispos europeus para os refugiados de Lesbos

Em Samos, com refugiados (2) – As crianças que crescem no meio do caos

Nesta segunda crónica sobre o campo de refugiados de Samos, Luísa Lopes dos Santos fala das crianças (28 por cento das pessoas que chegam ao campo). Como não têm escola, muitas vezes olham para lá dos muros da escola que está ali perto, vendo as crianças gregas a serem crianças.

Em Samos, com refugiados (1) – O campo, sítio onde chove e dói

Em Samos, com refugiados (1) – O campo, sítio onde chove e dói

Luísa Lopes dos Santos, licenciada em Medicina, está desde 20 de novembro em Samos, uma ilha grega onde há um campo de refugiados. Voluntária da Samos Volunteers, escreveu ao longo destas semanas alguns textos em jeito de diário, que aceitou partilhar com os leitores do 7MARGENS.

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

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No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

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Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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