Num relatório publicado nesta segunda-feira, 16 de setembro, uma missão de investigação da ONU alerta que os rohingya vivem, em Myanmar (ex-Birmânia), sob a ameaça de “genocídio”, pedindo que o país seja levado ao Tribunal Penal Internacional (TPI).
Num relatório publicado nesta segunda-feira, 16 de setembro, uma missão de investigação da ONU alerta que os rohingya vivem, em Myanmar (ex-Birmânia), sob a ameaça de “genocídio”, pedindo que o país seja levado ao Tribunal Penal Internacional (TPI).
“O controlo do Mar Mediterrâneo deverá ser feito pelas instituições europeias como forma de combater o tráfico humano e a distorcida criminalização da ajuda humanitária”, defende o diretor do Serviço Jesuíta para os Refugiados (JRS, da sigla inglesa), André Costa Jorge a propósito do debate sobre o navio da Open Arms que navegava com 147 pessoas a bordo.
Estive no Mediterrâneo. Não foi a primeira vez, mas talvez tenha sido a primeira vez que me incomodou mergulhar, olhar no horizonte e perceber que ali tão perto existiam homens, mulheres e crianças que também o faziam por razões diferentes, à espera de uma boia que os salve ou de um porto que os acolha.
Uma medida “ilegal e desumana”. É desta forma que os bispos norte-americanos definem a nova regulação anunciada em 21 de Agosto de 2019 pelo Presidente Donald Trump, que permite a detenção indeterminada de famílias de imigrantes irregulares com crianças.
Portugal recebeu na terça-feira, 20 de Agosto, um grupo de 16 pessoas com estatuto de refugiado, proveniente de Istambul (Turquia), anunciaram o ministros da Administração Interna e da Presidência e da Modernização Administrativa, em comunicado conjunto.
O navio da Open Arms está a 800 metros da doca da ilha italiana de Lampedusa, ainda com 107 migrantes a bordo, após 18 dias no mar. “Estamos a avisar há dias, os níveis de desespero estão nos limites”.
Pelo menos 70 pessoas morreram no Mediterrâneo, naquela que pode ser a maior tragédia deste ano, vitimando refugiados. A notícia foi divulgada pelas equipas dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Líbia, que socorreram no porto de Khoms, a cerca de 120 quilómetros de Trípoli, os sobreviventes do naufrágio.
O objetivo deste texto é combater alguns mitos, facilmente derrubáveis, sobre a questão dos refugiados com meia dúzia de dados, de forma a contribuir para uma melhor e mais eficaz discussão sobre o tema. Porque não acredito que devamos perder a esperança de convencer as pessoas com os melhores dados e argumentos.
Num relatório publicado nesta segunda-feira, 16 de setembro, uma missão de investigação da ONU alerta que os rohingya vivem, em Myanmar (ex-Birmânia), sob a ameaça de “genocídio”, pedindo que o país seja levado ao Tribunal Penal Internacional (TPI).
“O controlo do Mar Mediterrâneo deverá ser feito pelas instituições europeias como forma de combater o tráfico humano e a distorcida criminalização da ajuda humanitária”, defende o diretor do Serviço Jesuíta para os Refugiados (JRS, da sigla inglesa), André Costa Jorge a propósito do debate sobre o navio da Open Arms que navegava com 147 pessoas a bordo.
Estive no Mediterrâneo. Não foi a primeira vez, mas talvez tenha sido a primeira vez que me incomodou mergulhar, olhar no horizonte e perceber que ali tão perto existiam homens, mulheres e crianças que também o faziam por razões diferentes, à espera de uma boia que os salve ou de um porto que os acolha.
Uma medida “ilegal e desumana”. É desta forma que os bispos norte-americanos definem a nova regulação anunciada em 21 de Agosto de 2019 pelo Presidente Donald Trump, que permite a detenção indeterminada de famílias de imigrantes irregulares com crianças.
Portugal recebeu na terça-feira, 20 de Agosto, um grupo de 16 pessoas com estatuto de refugiado, proveniente de Istambul (Turquia), anunciaram o ministros da Administração Interna e da Presidência e da Modernização Administrativa, em comunicado conjunto.
O navio da Open Arms está a 800 metros da doca da ilha italiana de Lampedusa, ainda com 107 migrantes a bordo, após 18 dias no mar. “Estamos a avisar há dias, os níveis de desespero estão nos limites”.
Pelo menos 70 pessoas morreram no Mediterrâneo, naquela que pode ser a maior tragédia deste ano, vitimando refugiados. A notícia foi divulgada pelas equipas dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Líbia, que socorreram no porto de Khoms, a cerca de 120 quilómetros de Trípoli, os sobreviventes do naufrágio.
O objetivo deste texto é combater alguns mitos, facilmente derrubáveis, sobre a questão dos refugiados com meia dúzia de dados, de forma a contribuir para uma melhor e mais eficaz discussão sobre o tema. Porque não acredito que devamos perder a esperança de convencer as pessoas com os melhores dados e argumentos.
Diocese de Portalegre – Castelo Branco
“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançadoNo fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.
[Entre Margens]
Guerras e mudanças de regimeJá muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].
EUA
Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunalA arquidiocese de St. Louis, no Missouri (EUA), intentou uma ação contra o Governo federal por ver os seus padres impedidos de distribuir a comunhão e ouvir em confissão os detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, no acrónimo em inglês) internados no Centro de Detenção do Condado de Ste. Genevieve.
[Lugar (in)comum]
“Depressa passas de bestial a besta”“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.