Dos modos de viver em Moçambique e das suas filosofias de vida, marcam-me, ainda hoje, os rituais ligados aos gémeos.
[Moçambique, margem Sul]
Ntumbunuko e outros “quinhentos”Dos modos de viver em Moçambique e das suas filosofias de vida, marcam-me, ainda hoje, os rituais ligados aos gémeos.
[Moçambique, margem Sul]
Pescadinha de rabo na bocaSendo Moçambique um Estado laico, não deveria haver qualquer desconcerto com a religião; mas poderá haver algumas concessões para as crianças, nas escolas públicas, poderem completar os estudos, não cantando o hino, em respeito aos seus preceitos religiosos. Assume-se que deve haver liberdade de escolha. Mas, ao que parece, a abertura dada pelo Governo deixa também a sensação de alguma arbitrariedade, o que confunde as pessoas.
[Moçambique, margem Sul]
Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por issoO Natal foi sempre um momento de festa, dada a proximidade do novo ano, que traz sementes de esperança. Ainda assim, tem sido um momento de oscilações, de coisas boas e de coisas más. É sobre isso que falarei neste texto.
[Moçambique, margem Sul]
Quem manda no tempo? Quanto tempo custa o tempo?Venho falar, hoje, sobre um assunto similar, a quantidade de eventos que têm lugar entre as famílias no sul de Moçambique, até que um casamento se realize.
“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.
[Moçambique, margem Sul]
Caminhos das mulheres entre sinuosidades de relaçõesDois assuntos me preocupam de momento e trago-os para partilhar com os leitores deste jornal: a diversidade de género, que é mais do que a binaridade mulher/homem, já instituídas, e a invisibilidade da mulher na construção de mentalidades.
[Moçambique, margem Sul]
Tranças e forças: ambiguidades e magias identitáriasOs cabelos têm poder, sim, mas não devem alienar as nossas vidas, julgo.
[Moçambique, margem Sul]
Arte, tatuagens e valores estéticos: os macondes de MoçambiqueA arte maconde é característica de um povo oriundo do Planalto de Mueda, no Norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado. É conhecido estereotipicamente como guerreiro e extremamente ligado à arte, de tal sorte que essa manifestação cultural não só é representada em objectos, como também é colocada no corpo.
[Moçambique, margem Sul]
Ntumbunuko e outros “quinhentos”Dos modos de viver em Moçambique e das suas filosofias de vida, marcam-me, ainda hoje, os rituais ligados aos gémeos.
[Moçambique, margem Sul]
Pescadinha de rabo na bocaSendo Moçambique um Estado laico, não deveria haver qualquer desconcerto com a religião; mas poderá haver algumas concessões para as crianças, nas escolas públicas, poderem completar os estudos, não cantando o hino, em respeito aos seus preceitos religiosos. Assume-se que deve haver liberdade de escolha. Mas, ao que parece, a abertura dada pelo Governo deixa também a sensação de alguma arbitrariedade, o que confunde as pessoas.
[Moçambique, margem Sul]
Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por issoO Natal foi sempre um momento de festa, dada a proximidade do novo ano, que traz sementes de esperança. Ainda assim, tem sido um momento de oscilações, de coisas boas e de coisas más. É sobre isso que falarei neste texto.
[Moçambique, margem Sul]
Quem manda no tempo? Quanto tempo custa o tempo?Venho falar, hoje, sobre um assunto similar, a quantidade de eventos que têm lugar entre as famílias no sul de Moçambique, até que um casamento se realize.
“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.
[Moçambique, margem Sul]
Caminhos das mulheres entre sinuosidades de relaçõesDois assuntos me preocupam de momento e trago-os para partilhar com os leitores deste jornal: a diversidade de género, que é mais do que a binaridade mulher/homem, já instituídas, e a invisibilidade da mulher na construção de mentalidades.
[Moçambique, margem Sul]
Tranças e forças: ambiguidades e magias identitáriasOs cabelos têm poder, sim, mas não devem alienar as nossas vidas, julgo.
[Moçambique, margem Sul]
Arte, tatuagens e valores estéticos: os macondes de MoçambiqueA arte maconde é característica de um povo oriundo do Planalto de Mueda, no Norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado. É conhecido estereotipicamente como guerreiro e extremamente ligado à arte, de tal sorte que essa manifestação cultural não só é representada em objectos, como também é colocada no corpo.
[Sete Partidas]
As cápsulas novidadeNo radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].
Nomeada pelo Papa
Pela primeira vez, uma mulher irá presidir às Obras Missionárias Pontifícias novidadeO Papa Leão XIV nomeou a religiosa irlandesa Mary Teresa Barron para presidir às Obras Missionárias Pontifícias (OMP), o que fará dela a primeira mulher a assumir a liderança deste organismo, responsável por apoiar a ação missionária da Igreja Católica em todo o mundo.
Testemunho
Perseu declara-se vítima novidadeEscrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
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