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Milhões de desalojados e 86 mortos depois de ciclone na Índia

Milhões de desalojados e 86 mortos depois de ciclone na Índia

Estes são os dados oficiais do governo indiano, mas o cenário real pode ser ainda mais catastrófico: pelo menos 86 pessoas morreram, mais de um milhão de casas desabaram, 100 mil hectares de plantações ficaram destruídos, e quase um milhão de cabeças de gado foram perdidas. Esta segunda-feira, cinco dias depois da passagem do ciclone Amphan pelo país, ainda havia povoações isoladas, sem transporte, eletricidade e comunicação e diversas instituições da Igreja Católica estavam a tentar chegar aos milhares que ficaram sem comida, nem água potável.

E agora, de onde nos virá a salvação? (Comentário)

E agora, de onde nos virá a salvação? (Comentário)

Se a salvação da doença nos virá da ciência, a salvação da humanidade virá apenas da consciência solidária e comunitária. E aí, qualquer pessoa, mas cada crente e cada cristão, em concreto, tem de apelar ao melhor de si mesmo.

Igreja Ortodoxa Russa: Número de voluntários duplica para responder aos pedidos de ajuda

Igreja Ortodoxa Russa: Número de voluntários duplica para responder aos pedidos de ajuda

Cerca de 7 mil voluntários, 96 linhas telefónicas e mais de 100 projetos sociais: estes são alguns dos números que resumem a ação caritativa da Igreja Ortodoxa Russa nos últimos dois meses, em resposta à pandemia de covid-19. Em algumas das dioceses, o número de voluntários cresceu para mais do dobro, tornando assim possível dar resposta ao número também crescente de pedidos de ajuda naquele que é o terceiro país do mundo com mais casos registados de infeção.

Igreja faz apelo urgente para evitar tragédia na Amazónia

Igreja faz apelo urgente para evitar tragédia na Amazónia

A Rede Eclesial Pan-Amazónica (Repam) apelou esta segunda-feira a uma ação mundial concertada e urgente “a fim de evitar uma grande tragédia humanitária e ambiental” na Amazónia. Num comunicado assinado pelo cardeal brasileiro Cláudio Hummes e divulgado através do site da organização,  todos são convocados a unir esforços em defesa daquela região, cada vez mais afetada, não só pela pandemia de covid-19, mas também pelo “aumento descontrolado da violência” e pela “devastação do território”.

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia

Seis mil crianças podem vir a morrer por dia nos países pobres, o que significa mais de 4 mortes a cada minuto, como consequência da sobrecarga dos sistemas de saúde no contexto da pandemia. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a luta contra a covid-19 poderá provocar nos próximos seis meses até 1,2 milhões de mortes de menores em 118 países, a juntar aos 2,5 milhões de crianças que já morrem atualmente, a cada semestre.

Governos agravam condições de vida dos refugiados, sob pretexto de combate à pandemia

Governos agravam condições de vida dos refugiados, sob pretexto de combate à pandemia

Diversos bloqueios e restrições de movimento impostos com base na justificação de conter a disseminação da pandemia de covid-19 têm estado a “agravar as péssimas condições de vida” de refugiados e migrantes um pouco por todo o mundo, “deixando milhões de pessoas em risco de fome e doenças”, alerta a Amnistia Internacional (AI).

Escuteiros promovem campanha de recolha de alimentos para o Banco Alimentar

Escuteiros promovem campanha de recolha de alimentos para o Banco Alimentar

O Corpo Nacional de Escutas (CNE) vai promover uma campanha nacional de recolha de alimentos para apoiar o Banco Alimentar Contra a Fome (BA), que este ano, devido à pandemia de covid-19, não pôde fazer a habitual recolha de alimentos de maio nas grandes superfícies e que tem recebido cada vez mais pedidos de ajuda, noticiou esta quarta-feira a Agência Ecclesia.

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

“Estamos todos no mesmo barco”, disse o Papa Francisco, a propósito da pandemia de covid-19. Mas será que estamos mesmo? Talvez uma ligeira adaptação da metáfora possa ser mais fiel à realidade: estamos todos no meio da mesma tempestade, mas em barcos diferentes. Ou pelo menos é isso que sugerem os estudos que têm vindo a ser publicados e que estabelecem uma relação direta entre fatores socioeconómicos e as consequências da covid-19. Um pouco por todo o mundo, as conclusões são as mesmas: os mais pobres e marginalizados são os que mais perdem, mais adoecem e mais morrem com o novo coronavírus. Perante isto, é tempo de decidir: deixamos que as desigualdades continuem a acentuar-se, ou a esta crise vamos responder de forma diferente?

Milhões de desalojados e 86 mortos depois de ciclone na Índia

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E agora, de onde nos virá a salvação? (Comentário)

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Igreja Ortodoxa Russa: Número de voluntários duplica para responder aos pedidos de ajuda

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Igreja faz apelo urgente para evitar tragédia na Amazónia

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Últimas Notícias

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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