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Europa é chamada a reconstruir serviços públicos e protecção social, defendem Trabalhadores Cristãos

Europa é chamada a reconstruir serviços públicos e protecção social, defendem Trabalhadores Cristãos

“Hoje, a Europa é chamada a construir novamente: serviços públicos fortes, uma política de protecção social inovadora e uma verdadeira solidariedade entre povos e Estados”, afirmou o Movimento dos Trabalhadores Cristãos na Europa (MTCE), por ocasião do Dia da Europa 2021, e no contexto da Cimeira Social da União Europeia que esta sexta-feira, 7 de Maio, decorreu no Porto.

Segunda leitura: O que é um proletário? [À volta do 1º de Maio]

Segunda leitura: O que é um proletário? [À volta do 1º de Maio]

Um proletário, portanto, é alguém que não tem nada de seu, nem terrenos, nem fortunas, nem heranças, nada, e que apenas vive de vender a força dos seus braços num qualquer trabalho, recebendo daí um salário para sobreviver. A única riqueza (que muitas vezes também acarreta até mais pobreza…) são os filhos. A única ‘coisa’ de seu, por assim dizer.

[À volta do 1º de Maio] Sozinhos nos querem? Solidários nos terão

[À volta do 1º de Maio] Sozinhos nos querem? Solidários nos terão

Em todo o mundo, surgem movimentos cada vez mais organizados de trabalhadores das plataformas digitais (gig workers). Em Portugal, nos últimos anos, plataformas de trabalhadores precários como os FERVe, Precários Inflexíveis, Movimento dos Trabalhadores em Arquitectura e movimentos de trabalhadores da cultura têm marcado a diferença nas formas de luta e nas conquistas de milhares de trabalhadores.

[À volta do 1º de Maio] É tempo de resgatar o trabalho digno

[À volta do 1º de Maio] É tempo de resgatar o trabalho digno

O respeito pela dignidade humana e pelo bem comum universal, são princípios fundamentais do Ensino Social da Igreja e devem prevalecer na organização do trabalho. As empresas têm a responsabilidade de criar empregos, de partilhar a riqueza, equitativamente, e favorecer a prosperidade de forma sustentável. Trata-se de uma responsabilidade social e ambiental, que nestes tempos de pandemia assume contornos ainda mais emergentes.

[À volta do 1º de Maio] Perder oito vezes o Natal para receber o salário mínimo

[À volta do 1º de Maio] Perder oito vezes o Natal para receber o salário mínimo

Um dia, comecei a despertar desta dormência. Sentia-me incomodado ou, até mesmo encurralado. Não iria ficar rico a receber dois ordenados mínimos. Em 10 anos perdi oito vezes o Natal e a passagem de ano a trabalhar. Seria este o máximo a que eu poderia aspirar? Durante alguns dias não conseguia pensar noutra coisa. Até que, durante uma pausa do trabalho, fiz a chamada telefónica que mudou tudo: falei com a minha esposa, e disse-lhe que poderia ficar no fundo de desemprego (sobre o que falarei mais à frente) e voltar a estudar para melhorar a minha condição.

[À volta do 1º de Maio] Estranha forma de vida

[À volta do 1º de Maio] Estranha forma de vida

Ao aceitar o desafio de escrever sobre o trabalho enquanto artista e profissional da cultura, Rui Aleixo aflora uma panóplia de aspetos que estão intimamente ligados a esta profissão, mas também à vida de um artista, que é muitas vezes indissociável do seu trabalho. Este contributo não pretende esgotar o tema, mas poderá ajudar a desmontar clichés e a tornar menos abstrata esta estranha forma de vida.

[À volta do 1º de Maio] Resiliência, auto motivação e adaptabilidade (crónica)

[À volta do 1º de Maio] Resiliência, auto motivação e adaptabilidade (crónica)

Lembro-me de receber a última nota que faltava para concluir a licenciatura. Foi em Junho de 2007. Fiquei com sentimentos de alegria, alívio, orgulho e, de repente, muitas dúvidas. Quanto vale o meu trabalho? Por onde devo começar? Na altura com 22 anos, tracei um plano exequível que culminava no meu auge profissional aos 35 anos. Ora, chegada aos 35, vamos lá ver como tem corrido…

[À volta do 1º de Maio] Trabalhadores cristãos: a luta continua – contra o vírus e a indignidade do trabalho

[À volta do 1º de Maio] Trabalhadores cristãos: a luta continua – contra o vírus e a indignidade do trabalho

O Movimento Mundial dos Trabalhadores Cristãos considera que “não estamos só a lutar contra um vírus destrutivo a nível mundial, mas também contra uma corrente sectária que diminui a primazia do trabalho”. Num comunicado sobre o Dia Mundial do Trabalhador, o movimento diz que o “valor social e pessoal, que eleva a dignidade de cada indivíduo” deve ser assumido “como um estandarte de humanidade”.

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