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Cardeal Zuppi em Pequim para nova etapa da sua “missão de paz”

Vaticano confirma

Cardeal Zuppi em Pequim para nova etapa da sua “missão de paz”

Depois de Kyiv, Moscovo e Washington, o cardeal italiano Matteo Zuppi – delegado papal para a mediação do conflito na Ucrânia – rumou a Pequim para encontrar-se esta quarta-feira, 13 de setembro, com o primeiro-ministro Li Qiang, naquela que é assumida pelo Vaticano como “mais uma etapa para apoiar as iniciativas humanitárias e a busca de caminhos que possam levar a uma paz justa”.

A longa conversa dos bispos ucranianos com o Papa terminou num abraço

Sínodo da Igreja Greco-Católica Ucraniana

A longa conversa dos bispos ucranianos com o Papa terminou num abraço

Os bispos da Igreja Greco-Católica Ucraniana estão reunidos em Roma, até 13 de setembro, para aquele que é o seu segundo Sínodo desde o início da guerra. Esta quarta-feira, 6, foram recebidos pelo Papa e, numa conversa que durou quase duas horas, contaram-lhe que algumas das suas declarações tinham sido “dolorosas e difíceis para os ucranianos”. O Papa escutou “atentamente” cada um e reafirmou: “Estou com o povo ucraniano”. No final, o abraço fraterno ao arcebispo-mor de Kyiv, Sviatoslav Shevchuk, valeu ainda mais que as palavras.

O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”

Papa Francisco no regresso ao Vaticano

O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”

Das dez perguntas feitas ao Papa pelos jornalistas que o acompanharam esta segunda-feira, 4 de setembro, no voo de regresso da viagem apostólica à Mongólia, três foram sobre o Sínodo, cuja primeira assembleia geral ordinária arranca dia 4 de outubro, em Roma. Face à curiosidade e preocupações dos repórteres, que não serão autorizados a acompanhar diretamente o evento, Francisco assegurou que “no Sínodo não há lugar para ideologia” e que, não se tratando de “um programa televisivo” nem de “um parlamento”, haverá espaço para o “intercâmbio religioso” e para o “diálogo”… e será “abertíssimo”.

Nove horas e meia de voo até à Mongólia e muitas mensagens de Francisco

Papa já falou aos jornalistas

Nove horas e meia de voo até à Mongólia e muitas mensagens de Francisco

O Papa só costuma responder às perguntas dos jornalistas que o acompanham nas viagens apostólicas durante o voo de regresso ao Vaticano, mas desta vez as nove horas e meia que separam Roma de Ulan Bator, capital da Mongólia – onde Francisco estará até ao dia 4 de setembro – proporcionaram que o diálogo começasse já na ida: a guerra na Ucrânia, o valor do silêncio e a necessidade de respeitar os trabalhadores foram alguns dos temas abordados.

Papa exaltou lógica imperialista russa? Não, garante o Vaticano

Esclarecimento da sala de imprensa

Papa exaltou lógica imperialista russa? Não, garante o Vaticano

Mais uma vez, as palavras do Papa terão sido mal interpretadas, e a Sala de Imprensa da Santa Sé sentiu necessidade de esclarecer o seu verdadeiro sentido. Em causa está o que Francisco disse, através de videoconferência, aos 400 jovens reunidos na 10ª Jornada da Juventude Russa, no passado dia 25 de agosto, e que levaram responsáveis políticos, religiosos e inúmeros meios de comunicação ucranianos a acusá-lo de fazer “propaganda imperialista” a favor da Rússia.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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