Menos de 1% dos 19 milhões de habitantes do Cazaquistão são católicos, mas nem por isso o entusiasmo com a visita do Papa Francisco ao país, que terá lugar nos próximos dias 13 a 15 de setembro, é pequeno. Numa conferência online promovida esta quarta-feira, 7, pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), José Luis Mumbiela (bispo na diocese de Amaty, a maior cidade do Cazaquistão) assegurou que para a população esta viagem é “uma grande festa” já que o Papa “é muito querido”.










