Hoje, aqueles que na sua fragilidade buscam um suave milagre, vivem isolados em apartamentos, lares ou residências. Sentem-se entrevados pelo peso da idade ou pelo contágio da indiferença. Esperam ansiosamente pela fraternidade de um gesto e pela hospitalidade de um afeto, de um qualquer “mendigo” que diariamente ouse aproximar-se para repartir o pão da esperança e da dignidade.






