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Artigos de Dina Pinto
Um “suave milagre” de busca interior!

Um “suave milagre” de busca interior!

Hoje, aqueles que na sua fragilidade buscam um suave milagre, vivem isolados em apartamentos, lares ou residências. Sentem-se entrevados pelo peso da idade ou pelo contágio da indiferença. Esperam ansiosamente pela fraternidade de um gesto e pela hospitalidade de um afeto, de um qualquer “mendigo” que diariamente ouse aproximar-se para repartir o pão da esperança e da dignidade.

Um “suave milagre” de busca interior!

E o que dizem os jovens?

É interessante verificar que este tempo tem tido reflexos profundos na maneira de viver dos nossos jovens, aumentando-lhes os normais receios do amanhã, numa fase da vida em que a incerteza é um fator de grande ansiedade.
Os jovens manifestam também a necessidade de ouvir vozes que lhes transmitam segurança e apontem caminhos de esperança no futuro, sem alarmismos, mas com clareza e verdade.

Um “suave milagre” de busca interior!

Desafia-te a viver positiva(mente)!

Assim, viver positivamente deverá impulsionar-nos a transcender essa visão ontológica do ser humano que tende a acentuar mais aquilo que é negativo ou que não funciona, procurando antes focar o olhar naquilo que cada circunstância oferece como aprendizagem, caminho necessário à mudança e ao crescimento, assim como naquilo que no mundo e no ser humano há de melhor.

Um “suave milagre” de busca interior!

Pós-pandemia: que sociedade?

Enquanto continuamos nesta clausura mais ou menos voluntária, neste confinamento à escala global, neste “novo normal” que tomou conta das nossas vidas, importa começar a pensar como vamos viver em comunidade quando (e verdadeiramente ninguém sabe quando) estes tempos excecionais passarem.

Um “suave milagre” de busca interior!

Sabemos (con)viver com a (fr)agilidade?

Vivemos um tempo singular. Somos, mais do que nunca, chamados a fazer sobressair, em nós próprios, aquilo que nos faz verdadeiramente pessoas: o cuidado que devemos uns aos outros, como a atitude de quem olha para os outros como espelho de si mesmo, a visão do próximo como aquele que é genuinamente diferente, numa diferença que se completa e nos torna verdadeiramente semelhantes na alteridade, unidos no essencial: a nossa dignidade de seres humanos, ao mesmo tempo únicos e (inter)dependentes uns dos outros.

Um “suave milagre” de busca interior!

Uma pedagogia ao serviço da paz e da não-violência

Suscitar nos jovens uma atitude de inconformismo, uma ação enérgica e um compromisso vital em prol da justiça, da paz e dos direitos humanos é não só um desafio fundamental, mas urgente. A paz há-de dar frutos se encetarmos uma verdadeira pedagogia da não-violência. Uma não-violência que, mais do que nunca, deverá derrubar os discursos do ódio, do racismo e da intolerância.

Um “suave milagre” de busca interior!

Cidadania e Moral – viagem educativa rumo à construção da cidade

Uma das maiores conquistas que podemos alcançar em termos pedagógicos diz respeito à construção de pontes entre disciplinas e áreas do saber. Pontes e não muros. Porque pedagogia é “caminhar ao lado do outro”. Construir pontes que permitam encetar o diálogo e compreender a complementaridade na diversidade de aprendizagens sobre o humano. A busca de sentido para essa diversidade de aprendizagens transparece nas interrogações e interpelações iniciais dos discentes: “Os que vamos aprender? para que serve o que vamos aprender?”. Esta busca levará, cada um, ao encontro da bússola que há-de guiar e conduzir à construção da feli(z)cidade.

Um “suave milagre” de busca interior!

Um “suave milagre” de busca interior!

Hoje, aqueles que na sua fragilidade buscam um suave milagre, vivem isolados em apartamentos, lares ou residências. Sentem-se entrevados pelo peso da idade ou pelo contágio da indiferença. Esperam ansiosamente pela fraternidade de um gesto e pela hospitalidade de um afeto, de um qualquer “mendigo” que diariamente ouse aproximar-se para repartir o pão da esperança e da dignidade.

Um “suave milagre” de busca interior!

E o que dizem os jovens?

É interessante verificar que este tempo tem tido reflexos profundos na maneira de viver dos nossos jovens, aumentando-lhes os normais receios do amanhã, numa fase da vida em que a incerteza é um fator de grande ansiedade.
Os jovens manifestam também a necessidade de ouvir vozes que lhes transmitam segurança e apontem caminhos de esperança no futuro, sem alarmismos, mas com clareza e verdade.

Um “suave milagre” de busca interior!

Desafia-te a viver positiva(mente)!

Assim, viver positivamente deverá impulsionar-nos a transcender essa visão ontológica do ser humano que tende a acentuar mais aquilo que é negativo ou que não funciona, procurando antes focar o olhar naquilo que cada circunstância oferece como aprendizagem, caminho necessário à mudança e ao crescimento, assim como naquilo que no mundo e no ser humano há de melhor.

Um “suave milagre” de busca interior!

Pós-pandemia: que sociedade?

Enquanto continuamos nesta clausura mais ou menos voluntária, neste confinamento à escala global, neste “novo normal” que tomou conta das nossas vidas, importa começar a pensar como vamos viver em comunidade quando (e verdadeiramente ninguém sabe quando) estes tempos excecionais passarem.

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Sabemos (con)viver com a (fr)agilidade?

Vivemos um tempo singular. Somos, mais do que nunca, chamados a fazer sobressair, em nós próprios, aquilo que nos faz verdadeiramente pessoas: o cuidado que devemos uns aos outros, como a atitude de quem olha para os outros como espelho de si mesmo, a visão do próximo como aquele que é genuinamente diferente, numa diferença que se completa e nos torna verdadeiramente semelhantes na alteridade, unidos no essencial: a nossa dignidade de seres humanos, ao mesmo tempo únicos e (inter)dependentes uns dos outros.

Um “suave milagre” de busca interior!

Uma pedagogia ao serviço da paz e da não-violência

Suscitar nos jovens uma atitude de inconformismo, uma ação enérgica e um compromisso vital em prol da justiça, da paz e dos direitos humanos é não só um desafio fundamental, mas urgente. A paz há-de dar frutos se encetarmos uma verdadeira pedagogia da não-violência. Uma não-violência que, mais do que nunca, deverá derrubar os discursos do ódio, do racismo e da intolerância.

Um “suave milagre” de busca interior!

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Uma das maiores conquistas que podemos alcançar em termos pedagógicos diz respeito à construção de pontes entre disciplinas e áreas do saber. Pontes e não muros. Porque pedagogia é “caminhar ao lado do outro”. Construir pontes que permitam encetar o diálogo e compreender a complementaridade na diversidade de aprendizagens sobre o humano. A busca de sentido para essa diversidade de aprendizagens transparece nas interrogações e interpelações iniciais dos discentes: “Os que vamos aprender? para que serve o que vamos aprender?”. Esta busca levará, cada um, ao encontro da bússola que há-de guiar e conduzir à construção da feli(z)cidade.

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