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Artigos de Joaquim Armindo
Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Tenho lido e refletido sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que aconteceu em Lisboa, não tendo encontrado pareceres negativos sobre a mesma, a não ser de pequenos grupos identificados por “extremistas”, tantos seguindo ideologias pró-fascistas. Com admiração encontro agnósticos e ateus que estiveram presentes ou não, mas louvando as homílias/discursos do bispo de Roma e Papa Francisco.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Américo Aguiar: um caminhante

Há poucos anos ouvia de um padre responsável pela pastoral dos jovens de uma diocese de Portugal, quando questionado sobre a “ideologia de género” e os gays, que tal estava fora da Igreja. Fiquei com a noção de que na Igreja Católica portuguesa não tinha lugar uma larga faixa de jovens existentes em Portugal e no mundo.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

O que não é sinodalidade

Desde que começámos a falar em “sinodalidade” na Igreja Católica que este termo saltou para o comum das reflexões quotidianas e, tendo um sentido oposto aos poderes do clericalismo, que se tentou e tenta – na minha opinião – o essencial de viver em comunhão, de viver em Sínodo.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Georgino Rocha um professor aluno

O autor do livro Pedagogia do Oprimido, o pedagogo e andragogo Paulo Freire, escreveu: “Ninguém ensina ninguém, nós ensinamo-nos uns aos outros”. A frase é aplicável ao Professor Doutor Georgino Rocha. Nas aulas em que, na Universidade Católica Portuguesa (Porto), tive o prazer de ter como professor o padre Georgino, portador de uma visão moderna do que é uma “aula”, ele mostrava que sabia interagir com os seus alunos.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Igreja em Crise é Igreja reconciliadora

A Igreja esteve sempre em crise, porque inquieta e inquietadora, por isso mesmo é reconciliadora. Prestando atenção às homílias da Semana Santa até à Páscoa libertadora, das hierarquias – clero, pois, portanto, consequentemente -, podemos assistir às mais variegadas intervenções, mas existe uma que chama a atenção, e que fala do “povo simples” que já se “reconciliou com os católicos”. (Opinião de Joaquim Armindo)

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

O poder clerical e os abusos

É imperioso assumir os pecados dos crimes de abusos de crianças – como também dos outros abusos sexuais com pessoas de maior idade; é com clareza que se devem suspender todos os bispos e padres e agentes de pastoral envolvidos, pagar indemnizações e  todos os tratamentos a “abusados”. (Opinião de Joaquim Armindo)

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

O presépio cósmico é o convívio fraterno

No tempo dos Reis Magos é altura de desfazer o presépio e guardá-lo para o ano seguinte. Este ano, porém, vejam bem!, comecei a pensar na “humanidade animalesca” que ele encerra e como nós cristãos e cristãs podemos pedir perdão pela forma desastrosa como tratamos os animais – os seres viventes não-humanos, como ousamos classificá-los. (Opinião de Joaquim Armindo)

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Um documento para praticar

O documento que foi publicado, uma síntese do que pensa o Povo de Deus, em Portugal, chamado “Relatório Portugal”, que contém as opiniões dos homens e mulheres que se fizeram ouvir em Portugal sobre o Sínodo – 2023, foi objeto de algumas críticas, depois de publicado, em forma de “cartas abertas”.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Tenho lido e refletido sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que aconteceu em Lisboa, não tendo encontrado pareceres negativos sobre a mesma, a não ser de pequenos grupos identificados por “extremistas”, tantos seguindo ideologias pró-fascistas. Com admiração encontro agnósticos e ateus que estiveram presentes ou não, mas louvando as homílias/discursos do bispo de Roma e Papa Francisco.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Américo Aguiar: um caminhante

Há poucos anos ouvia de um padre responsável pela pastoral dos jovens de uma diocese de Portugal, quando questionado sobre a “ideologia de género” e os gays, que tal estava fora da Igreja. Fiquei com a noção de que na Igreja Católica portuguesa não tinha lugar uma larga faixa de jovens existentes em Portugal e no mundo.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

O que não é sinodalidade

Desde que começámos a falar em “sinodalidade” na Igreja Católica que este termo saltou para o comum das reflexões quotidianas e, tendo um sentido oposto aos poderes do clericalismo, que se tentou e tenta – na minha opinião – o essencial de viver em comunhão, de viver em Sínodo.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Georgino Rocha um professor aluno

O autor do livro Pedagogia do Oprimido, o pedagogo e andragogo Paulo Freire, escreveu: “Ninguém ensina ninguém, nós ensinamo-nos uns aos outros”. A frase é aplicável ao Professor Doutor Georgino Rocha. Nas aulas em que, na Universidade Católica Portuguesa (Porto), tive o prazer de ter como professor o padre Georgino, portador de uma visão moderna do que é uma “aula”, ele mostrava que sabia interagir com os seus alunos.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Igreja em Crise é Igreja reconciliadora

A Igreja esteve sempre em crise, porque inquieta e inquietadora, por isso mesmo é reconciliadora. Prestando atenção às homílias da Semana Santa até à Páscoa libertadora, das hierarquias – clero, pois, portanto, consequentemente -, podemos assistir às mais variegadas intervenções, mas existe uma que chama a atenção, e que fala do “povo simples” que já se “reconciliou com os católicos”. (Opinião de Joaquim Armindo)

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

O poder clerical e os abusos

É imperioso assumir os pecados dos crimes de abusos de crianças – como também dos outros abusos sexuais com pessoas de maior idade; é com clareza que se devem suspender todos os bispos e padres e agentes de pastoral envolvidos, pagar indemnizações e  todos os tratamentos a “abusados”. (Opinião de Joaquim Armindo)

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

O presépio cósmico é o convívio fraterno

No tempo dos Reis Magos é altura de desfazer o presépio e guardá-lo para o ano seguinte. Este ano, porém, vejam bem!, comecei a pensar na “humanidade animalesca” que ele encerra e como nós cristãos e cristãs podemos pedir perdão pela forma desastrosa como tratamos os animais – os seres viventes não-humanos, como ousamos classificá-los. (Opinião de Joaquim Armindo)

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Um documento para praticar

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Últimas Notícias

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Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias novidade

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

A missão voltada para a habitação acessível

A missão voltada para a habitação acessível

A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

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A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

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