Há pouco mais de um ano escrevi para o 7MARGENS um texto sobre este mesmo tema, inspirado na campanha então em curso relativamente à obra pictórica de Marko Rupnik. Reitero a posição defendida nessa altura, ou seja, a necessidade de julgar o réu pelas alegadas malfeitorias por ele cometidas, salvaguardando, no entanto, as suas produções artísticas em virtude do alto valor estético das mesmas.











