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Artigos de Maria Luísa Ribeiro Ferreira
A propósito dos painéis de Rupnik

[Nas margens da filosofia – LXV]

A propósito dos painéis de Rupnik

Há pouco mais de um ano escrevi para o 7MARGENS um texto sobre este mesmo tema, inspirado na campanha então em curso relativamente à obra pictórica de Marko Rupnik. Reitero a posição defendida nessa altura, ou seja, a necessidade de julgar o réu pelas alegadas malfeitorias por ele cometidas, salvaguardando, no entanto, as suas produções artísticas em virtude do alto valor estético das mesmas.

A escola como o “umbral”

[Nas margens da filosofia (LXIV)]

A escola como o “umbral”

O livro de Josep Esquirol, A Escola da Alma, é uma obra em que a espiritualidade e a filosofia se cruzam, ao ritmo das Bem-Aventuranças. Esquirol fala-nos da escola como instituição, mas também da relação que ela tem (ou teve) connosco, com a sociedade, com a ética e com a transcendência.

Quando os amigos nos morrem

[Nas margens da filosofia (LXI)]

Quando os amigos nos morrem

É-nos possível estabelecer relações de amizade com pessoas diferentes de nós. Há amizades fugazes, há amizades profundas, há amizades que nos remetem para a infância e que, como tal, nos trazem estabilidade; outras há que resultam de encontros ocasionais, mas que nos marcaram para sempre. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira]

Uma Saga Familiar

Nas margens da filosofia (LVII)

Uma Saga Familiar

Li nestas férias de verão muitos textos que me agradaram. Um deles foi o livro recentemente publicado por Lívia Franco sobre a Primeira Guerra Mundial interpretada através dos personagens concretos que nela viveram e que com a sua acção a construíram, imprimindo-lhe os traços que hoje nos permitem lê-la e estudá-la.

O peso dos anos

Nas margens da filosofia ( LVI)

O peso dos anos

Annie Ernaux ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 2022. Até essa altura nada conhecia desta escritora francesa e tive curiosidade em me actualizar. Sabia que grande parte dos seus livros tinham um toque autobiográfico, algo que de antemão me agradava pois penso que a vida real – a nossa e a dos outros – é um manancial de aprendizagens que constantemente destroem as ideias feitas que herdámos ou que nós próprios construímos. Antes de a ler sabia que esta autora escrevera grande parte das suas obras estabelecendo uma relação directa entre a História e a sua história de vida, fazendo jus à relação muito apreciada pelos franceses entre a Histoire e a petite histoire.

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Nas margens da filosofia (LIV)

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Para a programação das suas conferências de Maio deste ano, o Centro de Reflexão Cristã escolheu o título Fé cristã, profecia e cidadania: quatro legados para o século XXI. E propôs-se lembrar quatro figuras marcantes nesta área: Aristides de Sousa Mendes, Maria de Lourdes Pintasilgo, Alfredo Bruto da Costa e Manuela Silva.

A propósito dos painéis de Rupnik

[Nas margens da filosofia – LIII]

A beleza que nos poderá salvar

Fiquei chocada quando se menciona a possibilidade de retirar de igrejas e edifícios religiosos os painéis e pinturas do padre Marko Rupnik, alegando as suas culpas enquanto abusador de menores e de indefesos. [a opinião de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Preservemos a nossa língua

[Nas margens da filosofia – LI]

Preservemos a nossa língua

Se a todos e a todas os que pretendem vir estudar para Portugal fosse oferecido um curso grátis de iniciação à nossa língua, certamente que se manteria (e hipoteticamente aumentaria) o número de interessados e interessadas em frequentar as universidades portuguesas.

A propósito dos painéis de Rupnik

[Nas margens da filosofia – LXV]

A propósito dos painéis de Rupnik

Há pouco mais de um ano escrevi para o 7MARGENS um texto sobre este mesmo tema, inspirado na campanha então em curso relativamente à obra pictórica de Marko Rupnik. Reitero a posição defendida nessa altura, ou seja, a necessidade de julgar o réu pelas alegadas malfeitorias por ele cometidas, salvaguardando, no entanto, as suas produções artísticas em virtude do alto valor estético das mesmas.

A escola como o “umbral”

[Nas margens da filosofia (LXIV)]

A escola como o “umbral”

O livro de Josep Esquirol, A Escola da Alma, é uma obra em que a espiritualidade e a filosofia se cruzam, ao ritmo das Bem-Aventuranças. Esquirol fala-nos da escola como instituição, mas também da relação que ela tem (ou teve) connosco, com a sociedade, com a ética e com a transcendência.

Quando os amigos nos morrem

[Nas margens da filosofia (LXI)]

Quando os amigos nos morrem

É-nos possível estabelecer relações de amizade com pessoas diferentes de nós. Há amizades fugazes, há amizades profundas, há amizades que nos remetem para a infância e que, como tal, nos trazem estabilidade; outras há que resultam de encontros ocasionais, mas que nos marcaram para sempre. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira]

Uma Saga Familiar

Nas margens da filosofia (LVII)

Uma Saga Familiar

Li nestas férias de verão muitos textos que me agradaram. Um deles foi o livro recentemente publicado por Lívia Franco sobre a Primeira Guerra Mundial interpretada através dos personagens concretos que nela viveram e que com a sua acção a construíram, imprimindo-lhe os traços que hoje nos permitem lê-la e estudá-la.

O peso dos anos

Nas margens da filosofia ( LVI)

O peso dos anos

Annie Ernaux ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 2022. Até essa altura nada conhecia desta escritora francesa e tive curiosidade em me actualizar. Sabia que grande parte dos seus livros tinham um toque autobiográfico, algo que de antemão me agradava pois penso que a vida real – a nossa e a dos outros – é um manancial de aprendizagens que constantemente destroem as ideias feitas que herdámos ou que nós próprios construímos. Antes de a ler sabia que esta autora escrevera grande parte das suas obras estabelecendo uma relação directa entre a História e a sua história de vida, fazendo jus à relação muito apreciada pelos franceses entre a Histoire e a petite histoire.

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Nas margens da filosofia (LIV)

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Para a programação das suas conferências de Maio deste ano, o Centro de Reflexão Cristã escolheu o título Fé cristã, profecia e cidadania: quatro legados para o século XXI. E propôs-se lembrar quatro figuras marcantes nesta área: Aristides de Sousa Mendes, Maria de Lourdes Pintasilgo, Alfredo Bruto da Costa e Manuela Silva.

A propósito dos painéis de Rupnik

[Nas margens da filosofia – LIII]

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Fiquei chocada quando se menciona a possibilidade de retirar de igrejas e edifícios religiosos os painéis e pinturas do padre Marko Rupnik, alegando as suas culpas enquanto abusador de menores e de indefesos. [a opinião de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

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Últimas Notícias

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A missão voltada para a habitação acessível

A missão voltada para a habitação acessível novidade

A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

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