Estando a tardar uma solução política para a situação em Cabo Delgado, como constata a Oikos, torna-se ainda mais importante o amplo trabalho humanitário na província moçambicana.
Estando a tardar uma solução política para a situação em Cabo Delgado, como constata a Oikos, torna-se ainda mais importante o amplo trabalho humanitário na província moçambicana.
O valor das prestações sociais como o Rendimento Social de Inserção (RSI) deveria aumentar, pois já não responde às necessidades das pessoas mais vulneráveis. A ideia é defendida por Paulo Pedroso, que foi o principal responsável pela comissão que estudou o modelo de criação do então Rendimento Mínimo Garantido (RMN).
Greta Thunberg, jovem ativista da luta contra as alterações climáticas, não estará presente na próxima Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), que terá lugar em Glasgow (Reino Unido) de 1 a 12 de novembro de 2021.
No momento em que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) manifesta publicamente o receio de que, se a violência em Cabo Delgado não for travada, haja em junho mais de um milhão de deslocados na província do Nordeste de Moçambique, torna-se ainda mais urgente a ajuda humanitária prestada por diversas instituições e organizações, como é o caso da Helpo.
É uma tomada de posição conjunta muito pouco frequente: o arcebispo de Cantuária e primaz da Igreja Anglicana, Justin Welby, e o cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster e presidente da Conferência Episcopal [católica] de Inglaterra e Gales, publicaram na edição de 6 de abril do Evening Standard uma carta aberta em que criticam asperamente a decisão do Governo do primeiro-ministro Boris Johnson de suspender a ajuda humanitária a vários países.
As crianças precisam de escola com qualidade (particularmente as meninas, sempre mais vulneráveis a abusos), as pessoas em geral de melhores cuidados de saúde, os jovens precisam de ocupação, de trabalho e de perspetivas de futuro, a universalização no acesso à energia elétrica e à água potável.
O secretário-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) e o presidente do Conselho Europeu, com mais de 25 chefes de Estado e de Governo de diferentes partes do mundo, acabam de apresentar a proposta de um tratado internacional para fazer frente à atual e a eventuais futuras pandemias.
São todos voluntários e querem ajudar a combater o isolamento dos mais velhos. Visitam-nos em casa e nos hospitais, organizam atividades lúdicas e culturais, colónias de férias e piqueniques. E nem a covid-19 os desfocou da sua missão. Em época de confinamento, fazem companhia pelo telefone.
Estando a tardar uma solução política para a situação em Cabo Delgado, como constata a Oikos, torna-se ainda mais importante o amplo trabalho humanitário na província moçambicana.
O valor das prestações sociais como o Rendimento Social de Inserção (RSI) deveria aumentar, pois já não responde às necessidades das pessoas mais vulneráveis. A ideia é defendida por Paulo Pedroso, que foi o principal responsável pela comissão que estudou o modelo de criação do então Rendimento Mínimo Garantido (RMN).
Greta Thunberg, jovem ativista da luta contra as alterações climáticas, não estará presente na próxima Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), que terá lugar em Glasgow (Reino Unido) de 1 a 12 de novembro de 2021.
No momento em que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) manifesta publicamente o receio de que, se a violência em Cabo Delgado não for travada, haja em junho mais de um milhão de deslocados na província do Nordeste de Moçambique, torna-se ainda mais urgente a ajuda humanitária prestada por diversas instituições e organizações, como é o caso da Helpo.
É uma tomada de posição conjunta muito pouco frequente: o arcebispo de Cantuária e primaz da Igreja Anglicana, Justin Welby, e o cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster e presidente da Conferência Episcopal [católica] de Inglaterra e Gales, publicaram na edição de 6 de abril do Evening Standard uma carta aberta em que criticam asperamente a decisão do Governo do primeiro-ministro Boris Johnson de suspender a ajuda humanitária a vários países.
As crianças precisam de escola com qualidade (particularmente as meninas, sempre mais vulneráveis a abusos), as pessoas em geral de melhores cuidados de saúde, os jovens precisam de ocupação, de trabalho e de perspetivas de futuro, a universalização no acesso à energia elétrica e à água potável.
O secretário-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) e o presidente do Conselho Europeu, com mais de 25 chefes de Estado e de Governo de diferentes partes do mundo, acabam de apresentar a proposta de um tratado internacional para fazer frente à atual e a eventuais futuras pandemias.
São todos voluntários e querem ajudar a combater o isolamento dos mais velhos. Visitam-nos em casa e nos hospitais, organizam atividades lúdicas e culturais, colónias de férias e piqueniques. E nem a covid-19 os desfocou da sua missão. Em época de confinamento, fazem companhia pelo telefone.
[Entre o quadro e o mundo (31)]
Como pode a escola construir pontes num mundo de muros?O novo episódio do podcast Entre o Quadro e o Mundo parte da metáfora da ponte para pensar o papel da escola num tempo marcado pela polarização, pelas diferenças culturais e geracionais e pela crescente presença da inteligência artificial.
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembroEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízesNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinhaEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
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