Marta Cerqueira partilha as suas impressões sobre um livro que, “apesar de falar sobre a morte, traz esperança” em relação a como se pode vencer o medo de morrer.
Livro de Irvin D. Yalom
Até que a morte nos junteMarta Cerqueira partilha as suas impressões sobre um livro que, “apesar de falar sobre a morte, traz esperança” em relação a como se pode vencer o medo de morrer.
[Entre Margens]
Uma organização mafiosa no coração da Igreja?“O Papa Leão XIV encontrou-se há dias com Gareth Gore, autor do livro ‘Opus. Engenharia financeira, tráfico humano e ascensão da extrema-direita no seio da Igreja Católica’. Por coincidência acabei de ler o livro muito recentemente, e fiquei com a impressão de que ele me veio aclarar muitas dúvidas e questões.” – Uma reflexão de Jorge Paulo
[todo o dia é véspera]
três semanas após o início da invasão do Irão, o debate que importa, no seu canal favorito.Um poema de Luís Soares Barbosa, numa rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.
[Moçambique, margem Sul]
Dos Templos aos Cadillacs: uma leitura crítica de “Moçambique, meu país”“É um livro que pertence a todos. É revelador do modo como a independência deste país foi gerida, desde o seu início. Informa-nos sobre os protagonistas e o papel desempenhado, as dificuldades e as virtudes passadas. Mais do que isso, inspira para aquilo em que o país se deve tornar.” [Texto de Sara Jona Laísse]
“todo o dia é véspera”
“A nossa circunstância” em pequenos poemas mensais de Luís Soares Barbosa no 7MARGENS“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a partir deste dia 24 inicia no 7MARGENS uma colaboração com poemas que são, “uma espécie de comentários sobre a nossa circunstância portuguesa”.
[Entre Margens]
Duma escrita feita de telas onde tudo se pintouApeteceu-me escrever sobre António Lobo Antunes, mas achei que quase tudo o que é importante já foi dito. Resolvi fazer de outra maneira para não perder a oportunidade de falar de alguém que fazia da escrita as “telas onde se pintam” os sentimentos, as emoções, os factos e as interpretações deles, as dores, as humilhações, os desastres, as lógicas e as ilógicas, as injustiças, as assimetrias sociais… [Texto de Margarida Cordo].
Livros de João Paulo Costa
Habitar o desabrigoEste livro, “Urdiduras Espaciais”, tece-se em torno da imagem do poeta enquanto habitante do mundo. Tema bem conhecido dos que amam a poesia de Hölderlin e seguem a exploração filosófica que Heidegger dele faz. Tema que nos situa no «problema da habitação», do título de um livro de Ruy Belo.
[Metáforas vivas]
Habitar: para fruir, escavar e transfigurarRecebi o convite do amigo João Paulo Costa como incitação ao pensamento. Assim ele me aclarou o horizonte, na mensagem enviada: «Gostaria de te convidar para apresentares os livros… mas com toda a liberdade, pois ambos os livros são apenas incitações ao pensamento de cada um.»
Livro de Irvin D. Yalom
Até que a morte nos junteMarta Cerqueira partilha as suas impressões sobre um livro que, “apesar de falar sobre a morte, traz esperança” em relação a como se pode vencer o medo de morrer.
[Entre Margens]
Uma organização mafiosa no coração da Igreja?“O Papa Leão XIV encontrou-se há dias com Gareth Gore, autor do livro ‘Opus. Engenharia financeira, tráfico humano e ascensão da extrema-direita no seio da Igreja Católica’. Por coincidência acabei de ler o livro muito recentemente, e fiquei com a impressão de que ele me veio aclarar muitas dúvidas e questões.” – Uma reflexão de Jorge Paulo
[todo o dia é véspera]
três semanas após o início da invasão do Irão, o debate que importa, no seu canal favorito.Um poema de Luís Soares Barbosa, numa rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.
[Moçambique, margem Sul]
Dos Templos aos Cadillacs: uma leitura crítica de “Moçambique, meu país”“É um livro que pertence a todos. É revelador do modo como a independência deste país foi gerida, desde o seu início. Informa-nos sobre os protagonistas e o papel desempenhado, as dificuldades e as virtudes passadas. Mais do que isso, inspira para aquilo em que o país se deve tornar.” [Texto de Sara Jona Laísse]
“todo o dia é véspera”
“A nossa circunstância” em pequenos poemas mensais de Luís Soares Barbosa no 7MARGENS“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a partir deste dia 24 inicia no 7MARGENS uma colaboração com poemas que são, “uma espécie de comentários sobre a nossa circunstância portuguesa”.
[Entre Margens]
Duma escrita feita de telas onde tudo se pintouApeteceu-me escrever sobre António Lobo Antunes, mas achei que quase tudo o que é importante já foi dito. Resolvi fazer de outra maneira para não perder a oportunidade de falar de alguém que fazia da escrita as “telas onde se pintam” os sentimentos, as emoções, os factos e as interpretações deles, as dores, as humilhações, os desastres, as lógicas e as ilógicas, as injustiças, as assimetrias sociais… [Texto de Margarida Cordo].
Livros de João Paulo Costa
Habitar o desabrigoEste livro, “Urdiduras Espaciais”, tece-se em torno da imagem do poeta enquanto habitante do mundo. Tema bem conhecido dos que amam a poesia de Hölderlin e seguem a exploração filosófica que Heidegger dele faz. Tema que nos situa no «problema da habitação», do título de um livro de Ruy Belo.
[Metáforas vivas]
Habitar: para fruir, escavar e transfigurarRecebi o convite do amigo João Paulo Costa como incitação ao pensamento. Assim ele me aclarou o horizonte, na mensagem enviada: «Gostaria de te convidar para apresentares os livros… mas com toda a liberdade, pois ambos os livros são apenas incitações ao pensamento de cada um.»
[Entre Margens]
Inteligência lógica e emocional novidadeLi uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].
Missa na Praça da Concórdia
“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidãoFoi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.
Primeiro discurso em Paris
Leão XIV pede a França que nunca se resigne à guerra e alerta para os riscos de um “paraíso das máquinas”Num discurso que durou 22 minutos e terminou com os presentes no Palácio do Eliseu, em Paris, a aplaudir de pé, Leão XIV iniciou a sua visita a França pedindo ao país que “nunca” se resigne à perspetiva de uma guerra, e apelando ao diálogo e à diplomacia para construir a paz.
UNICEF revela
Mais de 35.900 crianças mortas ou mutiladas por armas explosivas em cinco anosMais de 35.900 crianças foram mortas ou mutiladas por armas explosivas entre 2021 e 2025, segundo uma nova análise da UNICEF, que alerta para o agravamento dos efeitos da guerra sobre a infância. A proporção de crianças vítimas deste tipo de armamento passou de 54% em...
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