Olhos cerrados e voltados para o alto, mãos juntas como em oração, corpo direito e voltado para cima, uma voz interior e profunda. Nada disto se adivinhava ainda quando, a 6 de Julho de 1921 – faz nesta terça-feira 100 anos –, Amália Rodrigues foi baptizada na paróquia do Fundão. Mas mais tarde, quando o seu nome já se confundia com o de Portugal e com o próprio fado, ela leva “à consumação, à superação, a subjectivação do fado, a sua dimensão de interioridade”.












