A quinta-feira inaugura o tríduo do drama de Jesus, Páscoa de páscoas, passagem pelos lugares da violência, sem heroicidade, narrativa que tece uma outra vida, na qual o verso da história aspira à cidadania. Desafiado a escolher uma obra musical para este dia, não a busquei nos arquivos da “música sacra”, no interior das catedrais, mas na rua.












