Há um movimento de renovação na música litúrgica, que oscila entre a recriação de uma herança musical litúrgica e uma “via culturalizante, abrindo a liturgia aos diferentes idiomas musicais disponíveis”. A propósito do disco Vimos do Mar e da Montanha, apresentado há um mês em Lisboa, o 7MARGENS entrevistou os dois compositores autores das peças que o compõem. Alfredo Teixeira e João Andrade Nunes falam dos movimentos de renovação da música litúrgica, dos limites e potencialidades que encontramos na criação contemporânea, das linguagens que os têm inspirado e das potencialidades da música como experiência comunitária a merecer hospitalidade. A música pode ser uma arte de dizer Deus, afirmam.












