Leio que o nosso primeiro-ministro avisou: “Uma coisa é certa: não haverá Páscoa para ninguém” e “este ano a Páscoa não será a Páscoa que nós conhecemos”. E que Páscoa conhecemos nós?
Leio que o nosso primeiro-ministro avisou: “Uma coisa é certa: não haverá Páscoa para ninguém” e “este ano a Páscoa não será a Páscoa que nós conhecemos”. E que Páscoa conhecemos nós?
Quando, há cerca de um ano, fomos confrontados com a tragédia que, desde então, tem feito parte das nossas vidas, perspetivei, em intervenção pública, um conjunto de aspetos, a seguir referidos, não antevendo que, um ano depois, se mantinham atuais.
O Presidente Joe Biden reestabeleceu nesta segunda-feira, 15 de fevereiro, o Gabinete para as Parecerias Religiosas e de Proximidade junto da Casa Branca e nomeou para o dirigir Melissa Rogers, que desempenhara essas funções durante o segundo mandato do Presidente Barack Obama.
“Todos esperavam esta situação tensa”, comentou ao Vatican News a missionária de origem italiana, Maddalena Boschetti, na sequência dos confrontos havidos durante as manifestações do domingo passado, 14 de fevereiro, que levaram milhares de haitianos às ruas da capital Port-au-Prince.
(e foto da página principal): Tollymore Forest Park, Irlanda do Norte. © Maria Marujo Quando fiz treze anos passei a interessar-me pelos bichos da seda. Passava horas debruçada sobre uma caixa de cartão onde uma vintena de lagartas tosavam folhas de...
Numa rua com uma simples brisa, não há motivo para não mostrar a minha cara. Os aerossóis são dispersos por uma simples brisa. Só nos espaços mais fechados ou pouco ventilados é que corremos o risco de nos infectarmos. Tenho saudades das caras, e penso que esta pandemia ajudar-nos-á a descobrir facetas desconhecidas da nossa identidade, ou a re-definir o que nos identifica.
Neste segundo confinamento, já com algum distanciamento de março 2020 e a reviver novamente esta estranha rotina, surgem-me duas pequenas partilhas que partem da minha experiência individual, necessariamente enviesada.
A pandemia provocou um certo embaraço à teologia e à própria experiência religiosa e parece tê-las tornado irrelevantes no debate intelectual público e na doação de um “plus” de sentido à simples vida biológica. Numa “terceira via”, o cristianismo católico poderá, enquanto instituição universal, deveria ser capaz de orientar o devir das sociedades para a imunização do vírus dos exclusivismos, através de uma inteligência espiritual crente e com o melhor pensamento lúcido secular e as artes de sentido disponíveis para o resgate do humano.
Leio que o nosso primeiro-ministro avisou: “Uma coisa é certa: não haverá Páscoa para ninguém” e “este ano a Páscoa não será a Páscoa que nós conhecemos”. E que Páscoa conhecemos nós?
Quando, há cerca de um ano, fomos confrontados com a tragédia que, desde então, tem feito parte das nossas vidas, perspetivei, em intervenção pública, um conjunto de aspetos, a seguir referidos, não antevendo que, um ano depois, se mantinham atuais.
O Presidente Joe Biden reestabeleceu nesta segunda-feira, 15 de fevereiro, o Gabinete para as Parecerias Religiosas e de Proximidade junto da Casa Branca e nomeou para o dirigir Melissa Rogers, que desempenhara essas funções durante o segundo mandato do Presidente Barack Obama.
“Todos esperavam esta situação tensa”, comentou ao Vatican News a missionária de origem italiana, Maddalena Boschetti, na sequência dos confrontos havidos durante as manifestações do domingo passado, 14 de fevereiro, que levaram milhares de haitianos às ruas da capital Port-au-Prince.
(e foto da página principal): Tollymore Forest Park, Irlanda do Norte. © Maria Marujo Quando fiz treze anos passei a interessar-me pelos bichos da seda. Passava horas debruçada sobre uma caixa de cartão onde uma vintena de lagartas tosavam folhas de...
Numa rua com uma simples brisa, não há motivo para não mostrar a minha cara. Os aerossóis são dispersos por uma simples brisa. Só nos espaços mais fechados ou pouco ventilados é que corremos o risco de nos infectarmos. Tenho saudades das caras, e penso que esta pandemia ajudar-nos-á a descobrir facetas desconhecidas da nossa identidade, ou a re-definir o que nos identifica.
Neste segundo confinamento, já com algum distanciamento de março 2020 e a reviver novamente esta estranha rotina, surgem-me duas pequenas partilhas que partem da minha experiência individual, necessariamente enviesada.
A pandemia provocou um certo embaraço à teologia e à própria experiência religiosa e parece tê-las tornado irrelevantes no debate intelectual público e na doação de um “plus” de sentido à simples vida biológica. Numa “terceira via”, o cristianismo católico poderá, enquanto instituição universal, deveria ser capaz de orientar o devir das sociedades para a imunização do vírus dos exclusivismos, através de uma inteligência espiritual crente e com o melhor pensamento lúcido secular e as artes de sentido disponíveis para o resgate do humano.
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Viola Lei”
Comissão da Liberdade Religiosa condena presença do patriarca em bênção de escola públicaA Comissão da Liberdade Religiosa considera que a presença do patriarca Rui Valério na cerimónia de inauguração de uma escola pública de Cascais onde estiveram o Presidente da República, primeiro-ministro e ministro da Educação “viola claramente” a Lei da Liberdade Religiosa” e o princípio da não confessionalidade”.
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