Ainda nos primeiros dias da viagem, interrogávamos à entrada de cada Estado: “Este é Trump ou Biden”? À cautela, e apesar da conversa em português, apenas entre nós, num restaurante barulhento no centro de Charleston, a minha filha mais velha referia-se a ele como “laranjinha” nas menções ao ainda Presidente dos EUA. Todos à nossa volta nos pareciam focados numa batalha de votos. De partidos. De fações.












