Dossiês
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Em Tomar
Encontro da rede de escolas de segunda oportunidade junta profissionais e jovens
A Rede Nacional de Iniciativas e Escolas de Segunda Oportunidade organiza esta terça-feira, 9 de junho, em Tomar, o seu 8º Encontro Nacional, reunindo profissionais, instituições e jovens de todo o país, num dia que visa promover a reflexão, partilha de práticas e debate sobre a experiência das E2O e os desafios da sua institucionalização.
Precisamos mesmo de milagres?
Fez-se uma pausa. Não era a primeira vez que falávamos de milagres nas nossas conversas sobre religião. Ele, defendendo os milagres como prova da presença divina ou da santidade de alguém; eu, questionando os milagres como sinal de intervenção divina. Numa conversa anterior sobre este tema, tinha dito que há coisas que pareciam impossíveis há alguns séculos e que hoje são perfeitamente normais.
Papa Francisco no regresso ao Vaticano
O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”
Das dez perguntas feitas ao Papa pelos jornalistas que o acompanharam esta segunda-feira, 4 de setembro, no voo de regresso da viagem apostólica à Mongólia, três foram sobre o Sínodo, cuja primeira assembleia geral ordinária arranca dia 4 de outubro, em Roma. Face à curiosidade e preocupações dos repórteres, que não serão autorizados a acompanhar diretamente o evento, Francisco assegurou que “no Sínodo não há lugar para ideologia” e que, não se tratando de “um programa televisivo” nem de “um parlamento”, haverá espaço para o “intercâmbio religioso” e para o “diálogo”… e será “abertíssimo”.
Missa de entrada na diocese
Com a JMJ, “morreu a vergonha de se ser Igreja”, diz novo patriarca
O novo patriarca de Lisboa afirmou na homilia da Missa de entrada solene que quer fazer do “serviço um estilo”, implementar na diocese um “autêntico ambiente de paz” e referiu-se à “hora desafiante na Igreja”, após a Jornada Mundial da Juventude. “Morreu a vergonha de se ser Igreja, de viver enclausurado no medo de aparecer”.
Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?
Tenho lido e refletido sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que aconteceu em Lisboa, não tendo encontrado pareceres negativos sobre a mesma, a não ser de pequenos grupos identificados por “extremistas”, tantos seguindo ideologias pró-fascistas. Com admiração encontro agnósticos e ateus que estiveram presentes ou não, mas louvando as homílias/discursos do bispo de Roma e Papa Francisco.
Diálogo revelado esta segunda-feira
Na conversa com os jesuítas portugueses, Francisco respondeu às perguntas todas, todas, todas… mesmo as mais imprudentes
O clericalismo que se “infiltra” nos padres e nos leigos, os “grupos americanos” que se opõem à mudança na Igreja e “vivem de ideologias”, a importância de ajudar “todos, todos, todos” – incluindo homossexuais e transgénero – a encontrar o seu espaço na Igreja, e a “alegria” que tem sido para si a preparação do Sínodo: estes foram alguns dos temas que Francisco abordou na longa conversa com os jesuítas em Portugal, que aconteceu no passado dia 5 de agosto, à margem da Jornada Mundial da Juventude, e publicada esta segunda-feira, 28, no Ponto SJ, em simultâneo com a Revista italiana La Civiltà Cattolica.
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, já no voo de regresso a Roma, foram estas: “Recomendo que não vos esqueçais: Hermanito, Fratellino, o livro do migrante.” Procurei-o. Não existe ainda a versão traduzida para o português. Li-o então em espanhol.
A JMJ e a paz na Ucrânia
Uma das mais comoventes imagens da Jornada Mundial da Juventude que haveremos de reter na memória é a da multiplicidade de bandeiras dos mais diversos países, das mais familiares às mais desconhecidas, de países mais ou menos longínquos, ricos e pobres. Mais até do que o número de participantes, foi esta imagem de universalidade (que mostra como a mensagem do Evangelho chegou mesmo a todos os cantos da Terra, de um modo que só a ação de Deus pode explicar) que distinguiu este extraordinário evento.
Alegria com raízes – Raízes de alegria
A Alegria está quase omnipresente nos escritos do Papa Francisco, talvez por isso não seja de admirar que tenha desafiado os jovens reunidos em Lisboa à alegria e a perceberem onde é que ela está enraizada. Dos muitos desafios lançados pelo Papa, na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, este parece-me particularmente provocatório, pelo que tem de exigência e pelo desafio que acarreta.
Precisamos mesmo de milagres?
Fez-se uma pausa. Não era a primeira vez que falávamos de milagres nas nossas conversas sobre religião. Ele, defendendo os milagres como prova da presença divina ou da santidade de alguém; eu, questionando os milagres como sinal de intervenção divina. Numa conversa anterior sobre este tema, tinha dito que há coisas que pareciam impossíveis há alguns séculos e que hoje são perfeitamente normais.
Papa Francisco no regresso ao Vaticano
O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”
Das dez perguntas feitas ao Papa pelos jornalistas que o acompanharam esta segunda-feira, 4 de setembro, no voo de regresso da viagem apostólica à Mongólia, três foram sobre o Sínodo, cuja primeira assembleia geral ordinária arranca dia 4 de outubro, em Roma. Face à curiosidade e preocupações dos repórteres, que não serão autorizados a acompanhar diretamente o evento, Francisco assegurou que “no Sínodo não há lugar para ideologia” e que, não se tratando de “um programa televisivo” nem de “um parlamento”, haverá espaço para o “intercâmbio religioso” e para o “diálogo”… e será “abertíssimo”.
Missa de entrada na diocese
Com a JMJ, “morreu a vergonha de se ser Igreja”, diz novo patriarca
O novo patriarca de Lisboa afirmou na homilia da Missa de entrada solene que quer fazer do “serviço um estilo”, implementar na diocese um “autêntico ambiente de paz” e referiu-se à “hora desafiante na Igreja”, após a Jornada Mundial da Juventude. “Morreu a vergonha de se ser Igreja, de viver enclausurado no medo de aparecer”.
Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?
Tenho lido e refletido sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que aconteceu em Lisboa, não tendo encontrado pareceres negativos sobre a mesma, a não ser de pequenos grupos identificados por “extremistas”, tantos seguindo ideologias pró-fascistas. Com admiração encontro agnósticos e ateus que estiveram presentes ou não, mas louvando as homílias/discursos do bispo de Roma e Papa Francisco.
Diálogo revelado esta segunda-feira
Na conversa com os jesuítas portugueses, Francisco respondeu às perguntas todas, todas, todas… mesmo as mais imprudentes
O clericalismo que se “infiltra” nos padres e nos leigos, os “grupos americanos” que se opõem à mudança na Igreja e “vivem de ideologias”, a importância de ajudar “todos, todos, todos” – incluindo homossexuais e transgénero – a encontrar o seu espaço na Igreja, e a “alegria” que tem sido para si a preparação do Sínodo: estes foram alguns dos temas que Francisco abordou na longa conversa com os jesuítas em Portugal, que aconteceu no passado dia 5 de agosto, à margem da Jornada Mundial da Juventude, e publicada esta segunda-feira, 28, no Ponto SJ, em simultâneo com a Revista italiana La Civiltà Cattolica.
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, já no voo de regresso a Roma, foram estas: “Recomendo que não vos esqueçais: Hermanito, Fratellino, o livro do migrante.” Procurei-o. Não existe ainda a versão traduzida para o português. Li-o então em espanhol.
A JMJ e a paz na Ucrânia
Uma das mais comoventes imagens da Jornada Mundial da Juventude que haveremos de reter na memória é a da multiplicidade de bandeiras dos mais diversos países, das mais familiares às mais desconhecidas, de países mais ou menos longínquos, ricos e pobres. Mais até do que o número de participantes, foi esta imagem de universalidade (que mostra como a mensagem do Evangelho chegou mesmo a todos os cantos da Terra, de um modo que só a ação de Deus pode explicar) que distinguiu este extraordinário evento.
Alegria com raízes – Raízes de alegria
A Alegria está quase omnipresente nos escritos do Papa Francisco, talvez por isso não seja de admirar que tenha desafiado os jovens reunidos em Lisboa à alegria e a perceberem onde é que ela está enraizada. Dos muitos desafios lançados pelo Papa, na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, este parece-me particularmente provocatório, pelo que tem de exigência e pelo desafio que acarreta.
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