Opinião
Opinião
[A Palavra e a vida]
A longevidade como bênção na Bíblia
Os anciãos bíblicos ofereciam um abençoado patamar de experiência, donde se podia obter uma vista global com esperança. Até o «Deus dos pais» acreditado pelos anciãos contribuía para essa unidade. [Texto de Armindo Vaz, OCD].
A palavra mais procurada
No ano que há poucos dias chegou ao fim, a palavra mais pesquisada no dicionário foi “inefável”. No ano anterior, foi a palavra “apocalíptica” a ocupar o primeiro lugar, por motivos que eram fáceis de entender. Acabávamos de sair de uma pandemia, a Rússia insistia em espalhar os seus erros de destruição pelo mundo, e Israel seguia o mesmo caminho de violência, esmagando a faixa de Gaza num combate desigual. [Texto de Carlos Lemos].
Gente que não me apetece
Quando se escreve um texto em início de ano, espera-se que o seu conteúdo seja feito de esperança e/ ou de boas memórias. Neste Jubileu ainda mais se quer assim. A verdade é que, hoje mesmo, me apeteceu escrever sobre pessoas e daquelas que não dão mesmo vontade. [Texto de Margarida Cordo].
[Nas margens da filosofia (LXIX)]
Mais uma vez pelo mês de Janeiro
Como tem sido habitual, todos os anos pelo mês de Janeiro inicia-se um curso na Capela do Rato genericamente designado como Filosofia, Literatura e Espiritualidade. Em 2025 o tema escolhido foi A Amizade, à serão dedicadas doze sessões, orientadas por diferentes conferencistas a partir de uma obra por eles escolhida. O curso terá início em 2o de janeiro.
A Igreja: uma comunidade de puros?
No meu habitual périplo pela bíblia, revisitei a Primeira Carta de Paulo aos Coríntios. Por mais que leiamos um texto, sempre que lá voltamos, detetamos algo que nos impressiona pela primeira vez, embora nos não houvesse suscitado dúvidas ou inquietações em leituras anteriores. Foi o que aconteceu comigo ao reler os capítulos quinto e sexto desta Carta. [Texto de Jorge Paulo].
Quando o amor vence o medo
Foi numa dessas vezes em que brinquei de me afastar de casa o mais que pudesse. Estava longe, tão longe de casa e tão perto de mim. Lá, nesse longe que era perto, também chegou a noite de passagem de ano. Fazia calor e eu voltava de mota pelo caminho de terra batida que levava à casa da Dona M., na qual alugara quarto para me instalar por uns dias.
Quando o café era refúgio e as baratas eram bem-vindas
Quando a sociedade insiste em viver afundada em ecrãs, recordo-me dos cafés de bairro. Havia um café debaixo do meu prédio que, passando por várias gerências, era sempre o ponto de encontro de pessoas de várias idades. Procuravam apenas um local de repouso, onde pudessem trocar histórias ou feitos passados e, por vezes, fazer uma previsão da próxima jornada do campeonato de futebol. [Pedro Castro Gomes]
[Quem ri por último ri pior - 5]
O riso enquanto castigo: uma breve reflexão
A certa altura, em Londres, um grupo de meninas (que mais tarde descobri que eram paquistanesas) começou a rir-se de mim no autocarro. Não era para mim. Era mesmo de mim. No início, tenho de admitir, fiquei um pouco aborrecido, e até fiz cara de mau. Algo que resultou prontamente, pois pararam logo de rir. [Crónica de Abílio Almeida]
Alexis Carrel – ciência com fé
Alexis Carrel (1873-1944) foi um médico fisiologista francês, cientista consagrado, prémio nobel em 1912 pelos seus trabalhos sobre a estrutura dos vasos sanguíneos e a transplantação de órgãos. [Texto de Rúben Azevedo]
A palavra mais procurada
No ano que há poucos dias chegou ao fim, a palavra mais pesquisada no dicionário foi “inefável”. No ano anterior, foi a palavra “apocalíptica” a ocupar o primeiro lugar, por motivos que eram fáceis de entender. Acabávamos de sair de uma pandemia, a Rússia insistia em espalhar os seus erros de destruição pelo mundo, e Israel seguia o mesmo caminho de violência, esmagando a faixa de Gaza num combate desigual. [Texto de Carlos Lemos].
Gente que não me apetece
Quando se escreve um texto em início de ano, espera-se que o seu conteúdo seja feito de esperança e/ ou de boas memórias. Neste Jubileu ainda mais se quer assim. A verdade é que, hoje mesmo, me apeteceu escrever sobre pessoas e daquelas que não dão mesmo vontade. [Texto de Margarida Cordo].
[Nas margens da filosofia (LXIX)]
Mais uma vez pelo mês de Janeiro
Como tem sido habitual, todos os anos pelo mês de Janeiro inicia-se um curso na Capela do Rato genericamente designado como Filosofia, Literatura e Espiritualidade. Em 2025 o tema escolhido foi A Amizade, à serão dedicadas doze sessões, orientadas por diferentes conferencistas a partir de uma obra por eles escolhida. O curso terá início em 2o de janeiro.
A Igreja: uma comunidade de puros?
No meu habitual périplo pela bíblia, revisitei a Primeira Carta de Paulo aos Coríntios. Por mais que leiamos um texto, sempre que lá voltamos, detetamos algo que nos impressiona pela primeira vez, embora nos não houvesse suscitado dúvidas ou inquietações em leituras anteriores. Foi o que aconteceu comigo ao reler os capítulos quinto e sexto desta Carta. [Texto de Jorge Paulo].
Quando o amor vence o medo
Foi numa dessas vezes em que brinquei de me afastar de casa o mais que pudesse. Estava longe, tão longe de casa e tão perto de mim. Lá, nesse longe que era perto, também chegou a noite de passagem de ano. Fazia calor e eu voltava de mota pelo caminho de terra batida que levava à casa da Dona M., na qual alugara quarto para me instalar por uns dias.
Quando o café era refúgio e as baratas eram bem-vindas
Quando a sociedade insiste em viver afundada em ecrãs, recordo-me dos cafés de bairro. Havia um café debaixo do meu prédio que, passando por várias gerências, era sempre o ponto de encontro de pessoas de várias idades. Procuravam apenas um local de repouso, onde pudessem trocar histórias ou feitos passados e, por vezes, fazer uma previsão da próxima jornada do campeonato de futebol. [Pedro Castro Gomes]
[Quem ri por último ri pior - 5]
O riso enquanto castigo: uma breve reflexão
A certa altura, em Londres, um grupo de meninas (que mais tarde descobri que eram paquistanesas) começou a rir-se de mim no autocarro. Não era para mim. Era mesmo de mim. No início, tenho de admitir, fiquei um pouco aborrecido, e até fiz cara de mau. Algo que resultou prontamente, pois pararam logo de rir. [Crónica de Abílio Almeida]
Alexis Carrel – ciência com fé
Alexis Carrel (1873-1944) foi um médico fisiologista francês, cientista consagrado, prémio nobel em 1912 pelos seus trabalhos sobre a estrutura dos vasos sanguíneos e a transplantação de órgãos. [Texto de Rúben Azevedo]
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