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Sentinelas da Casa Comum

[Metáforas vivas]

Sentinelas da Casa Comum

Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

Décadas de quê? De atavismo

[Entre Margens]

Décadas de quê? De atavismo

Escrevo de rajada, e possivelmente menos bem, porque fui assaltado por uma certa urgência depois de ler o boletim de Janeiro da paróquia de Santa Isabel – Lisboa, aonde fui à missa antecipada. Nele vem anunciado o habitual ciclo de encontros de Janeiro sob o lema “Discípulos de Jesus na Cidade.” Interessou-me em particular o quarto e último encontro no dia 29 de Janeiro, quinta-feira, com o atractivo título “Para uma pastoral urbana em Lisboa”. [Texto Nuno Caiado].

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

[Moçambique, Margem Sul]

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

Assisti, à estreia, em Maputo, do filme intitulado “O Ancoradouro do tempo”. A realização é de Sol de Carvalho, num roteiro co-elaborado com Mia Couto, este último, autor do romance A Varanda do Frangipani, livro adaptado para a referida longa-metragem de 105 min. Trata-se de um filme com muitas camadas simbólicas, umas óbvias e outras por descortinar (porque mágicas ou simbólicas), o que faz dele um bom filme. [Texto de Sara Laísse].

Na escola do ressentimento

[Entre Margens]

Na escola do ressentimento

Seguir os debates pré-eleitorais nas televisões é também uma eminente provação: entre a simples inanidade e a reinterpretação imaginativa da sua própria biografia política, os protagonistas dificilmente persuadem as plateias. Aristóteles ensinou que são três os meios de persuasão: orador, discurso, auditório; ou ethos, logos, pathos. [Texto de João Santos].

A revolução do invisível: Onde a vida real se constrói

[Entre Margens]

A revolução do invisível: Onde a vida real se constrói

É um clássico fazer balanços em fim e começo de ano. Desta vez decidi refletir sobre influenciadores motivacionais, a quem me apetece chamar “qualquer coisa” menos influenciadores, já que esta palavra denota o poder que podem ter sobre os outros, apesar das suas insuficiências e futilidades, nunca generalizando, como é óbvio, já que todo o leite tem a sua nata. [Texto de Margarida Cordo].

Nem todos os Papas foram cristãos

[Entre Margens]

Nem todos os Papas foram cristãos

Ao longo do texto “Papa Francisco: Um Regresso ao Cristianismo”, de João Costa e José Manuel Pureza, publicado no número de outono/inverno, da revista “manifesto-Temas Sociais e Políticos”, a certa altura escrevem: “Todos os Papas, ao longo da história, foram católicos. Nem todos os Papas foram cristãos. O Papa Francisco  foi-o, porque soube posicionar-se do lado do amor, da recusa da segregação e do ódio. [Texto de Joaquim Armindo].

‘u’ de última – Última Hora

[Dicionário particular II]

‘u’ de última – Última Hora

Hoje em dia, o “abrir” de notícias é como abrir janelas para arejar a casa, sabendo que o ar que entra já vem gasto. Os acontecimentos chegam-nos em rajadas: são as guerras, são os escândalos, as tragédias, tudo parece urgente, mas nada permanece. Vivemos rodeados de “últimas horas”, que envelhecem em poucos minutos. [Texto de Júlia Costa].

Uma liturgia do povo

[Entre Margens]

Uma liturgia do povo

“A partir de um grupo de 28 imigrantes (Bangladesh, Nepal, Índia) – alguns residentes na Rua do Benformoso – iniciámos o processo de construção deste espectáculo, ancorado nas biografias pessoais de cada um deles e nas razões que os trouxeram para Portugal”, escreve Marco Martins. Em janeiro de 2026, o espetáculo vai passar pelo Rivoli TMP e em março pelo CCB.  [Texto de Sara Leão]

Décadas de quê? De atavismo

[Entre Margens]

Décadas de quê? De atavismo

Escrevo de rajada, e possivelmente menos bem, porque fui assaltado por uma certa urgência depois de ler o boletim de Janeiro da paróquia de Santa Isabel – Lisboa, aonde fui à missa antecipada. Nele vem anunciado o habitual ciclo de encontros de Janeiro sob o lema “Discípulos de Jesus na Cidade.” Interessou-me em particular o quarto e último encontro no dia 29 de Janeiro, quinta-feira, com o atractivo título “Para uma pastoral urbana em Lisboa”. [Texto Nuno Caiado].

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

[Moçambique, Margem Sul]

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

Assisti, à estreia, em Maputo, do filme intitulado “O Ancoradouro do tempo”. A realização é de Sol de Carvalho, num roteiro co-elaborado com Mia Couto, este último, autor do romance A Varanda do Frangipani, livro adaptado para a referida longa-metragem de 105 min. Trata-se de um filme com muitas camadas simbólicas, umas óbvias e outras por descortinar (porque mágicas ou simbólicas), o que faz dele um bom filme. [Texto de Sara Laísse].

Na escola do ressentimento

[Entre Margens]

Na escola do ressentimento

Seguir os debates pré-eleitorais nas televisões é também uma eminente provação: entre a simples inanidade e a reinterpretação imaginativa da sua própria biografia política, os protagonistas dificilmente persuadem as plateias. Aristóteles ensinou que são três os meios de persuasão: orador, discurso, auditório; ou ethos, logos, pathos. [Texto de João Santos].

A revolução do invisível: Onde a vida real se constrói

[Entre Margens]

A revolução do invisível: Onde a vida real se constrói

É um clássico fazer balanços em fim e começo de ano. Desta vez decidi refletir sobre influenciadores motivacionais, a quem me apetece chamar “qualquer coisa” menos influenciadores, já que esta palavra denota o poder que podem ter sobre os outros, apesar das suas insuficiências e futilidades, nunca generalizando, como é óbvio, já que todo o leite tem a sua nata. [Texto de Margarida Cordo].

Nem todos os Papas foram cristãos

[Entre Margens]

Nem todos os Papas foram cristãos

Ao longo do texto “Papa Francisco: Um Regresso ao Cristianismo”, de João Costa e José Manuel Pureza, publicado no número de outono/inverno, da revista “manifesto-Temas Sociais e Políticos”, a certa altura escrevem: “Todos os Papas, ao longo da história, foram católicos. Nem todos os Papas foram cristãos. O Papa Francisco  foi-o, porque soube posicionar-se do lado do amor, da recusa da segregação e do ódio. [Texto de Joaquim Armindo].

‘u’ de última – Última Hora

[Dicionário particular II]

‘u’ de última – Última Hora

Hoje em dia, o “abrir” de notícias é como abrir janelas para arejar a casa, sabendo que o ar que entra já vem gasto. Os acontecimentos chegam-nos em rajadas: são as guerras, são os escândalos, as tragédias, tudo parece urgente, mas nada permanece. Vivemos rodeados de “últimas horas”, que envelhecem em poucos minutos. [Texto de Júlia Costa].

Uma liturgia do povo

[Entre Margens]

Uma liturgia do povo

“A partir de um grupo de 28 imigrantes (Bangladesh, Nepal, Índia) – alguns residentes na Rua do Benformoso – iniciámos o processo de construção deste espectáculo, ancorado nas biografias pessoais de cada um deles e nas razões que os trouxeram para Portugal”, escreve Marco Martins. Em janeiro de 2026, o espetáculo vai passar pelo Rivoli TMP e em março pelo CCB.  [Texto de Sara Leão]

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