No trabalho da Comissão Independente (CI) confrontámo-nos bem cedo com o facto de a Igreja Católica portuguesa (ICP) estar longe de ser um edifício piramidal compacto, organizado numa hierarquia firme, onde a ordem se impõe naturalmente de cima para baixo. Nada disso. Encontrámos uma estrutura de tipo “feudal”, fragmentada, consolidada ora em territórios geográficos e sociais com características históricas próprias (as dioceses) ora em carismas e esferas de ação distinta (as ordens religiosas). [Texto de Ana Nunes de Almeida]











