A Companhia de Jesus convidou as pessoas que se considerem vítimas de abuso por parte do padre Marko Yvan Rupnik a contactar aquela ordem, tendo disponibilizado um endereço de correio para esse fim. Ao mesmo tempo que os Jesuítas abriam a conta de e-mail, na expectativa de que as vítimas do padre Rupnik se apresentem a denunciá-lo, uma destas vítimas, de nome fictício Anna, dava uma longa entrevista ao jornal italiano Domani em que escancarava a sua história de abusos físicos, de consciência e sexuais e o modo como se comportaram figuras relevantes da Igreja, quando ela se dispôs a denunciar a situação.












