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A Igreja tem de aprender a prestar contas

Abusos sexuais

A Igreja tem de aprender a prestar contas

Gostaria de falar, em primeiro lugar, acerca da Igreja enquanto instituição de poder, porque essa é uma das maiores premissas que orientam o meu trabalho enquanto jornalista que se dedica à cobertura dos assuntos religiosos e, em especial, ao escrutínio da atividade da Igreja Católica. Que não haja dúvidas: a Igreja é uma instituição de poder.

Os direitos da criança, a criança e o direito

Abusos sexuais

Os direitos da criança, a criança e o direito

Num traço grosso, valerá lembrar aqui o particular significado que assume, por exemplo, a conclusão de que a criança é um «sujeito de direitos autónomos», e verificarmos, de imediato, como estamos ainda longe de a ter como pacífica, mesmo entre aqueles que partilham iguais referências éticas e semelhantes perspectivas ideológicas.

Abusos sexuais na Igreja: fazer ciência para o bem comum

Abusos sexuais na Igreja: fazer ciência para o bem comum

Terça-feira passada, dia 10, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a Comissão Independente para o Estudos dos Abusos Sexuais Contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa organizou uma conferência sobre o tema dos abusos, conforme o 7MARGENS noticiou. Pela importância do tema, da iniciativa e das intervenções nela realizadas, publicámos já as duas intervenções do coordenador. A seguir reproduzimos a intervenção da socióloga Ana Nunes de Almeida, que integra também a Comissão.

“Igreja deve pedir perdão pelos seus pecados e crimes”

Padre Zollner sobre os abusos

“Igreja deve pedir perdão pelos seus pecados e crimes”

A Igreja Católica deve, enquanto instituição, “assumir” que cometeu erros e que encobriu “crimes”, confessar os seus “pecados institucionais”, pedir perdão por eles e comprometer-se em não voltar a pecar, defendeu esta terça-feira, 10 de Maio, em Lisboa, o padre jesuíta alemão Hans Zollner, responsável do Vaticano para a Protecção de Crianças.

Beatificação do fundador de Schoenstatt foi suspensa

José Kentenich

Beatificação do fundador de Schoenstatt foi suspensa

O Vaticano suspendeu o processo de beatificação de Joseph Kentenich, o fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt. A decisão, de acordo com o Religión Digital, terá sido tomada a pedido da diocese alemã de Trier (Tréveris), na sequência das notícias surgidas há dois anos e que davam conta de acusações de abuso de poder e abuso sexual por parte de Kentenich, que morreu em 1968 e cujo processo foi aberto em 1975.

Padre jesuíta suspenso por denúncia de abusos sexuais

Chile

Padre jesuíta suspenso por denúncia de abusos sexuais

Está a decorrer uma investigação canónica a um conhecido padre jesuíta chileno, na sequência de uma denúncia pela prática de supostos “atos de conotação sexual” relativamente a uma menor, avançou esta quarta-feira, 4 de maio, o Religión Digital. Felipe Berríos, que além de padre é também ativista, escritor e fundador de várias ONG, foi já suspenso das suas funções pela Companhia de Jesus.

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Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

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A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

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Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

Deus morreu em Auschwitz?

[Entre Margens]

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Muitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].

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