O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, considera que a comunidade internacional podia ter feito mais para apoiar os moçambicanos de Cabo Delgado (Norte do país), em relação à situação de violência que assola a região.
O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, considera que a comunidade internacional podia ter feito mais para apoiar os moçambicanos de Cabo Delgado (Norte do país), em relação à situação de violência que assola a região.
O ataque à cidade de Palma veio agravar a situação já muito alarmante que se vive na província de Cabo Delgado (Norte de Moçambique), mas contribuiu para chamar a atenção da comunidade internacional para um drama que não é recente. O 7 Margens quis saber como é que as organizações vêem o que se está a passar, que trabalho desenvolvem e o que podem os portugueses fazer para ajudar os moçambicanos desta zona do nordeste moçambicano. Damos voz, desta vez, à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.
As crianças precisam de escola com qualidade (particularmente as meninas, sempre mais vulneráveis a abusos), as pessoas em geral de melhores cuidados de saúde, os jovens precisam de ocupação, de trabalho e de perspetivas de futuro, a universalização no acesso à energia elétrica e à água potável.
“Dos outros cristãos não se sabe quase nada”, afirma com tristeza frei António Chamboco, pároco de Palma, em conversa telefónica gravada na terça-feira, 30 de março, com o responsável pela comunicação da Diocese de Pemba que a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre reproduz no seu sítio digital.
“Pedimos a vossa mão, o vosso socorro”, diz em mensagem de áudio enviada à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre o padre Kwiriwi Fonseca, responsável pela comunicação da Diocese de Pemba, ao relatar os testemunhos recolhidos junto de alguns dos mais de mil fugitivos que chegaram à cidade numa embarcação no domingo, dia 28 de março.
O administrador apostólico da diocese de Pemba (Cabo Delgado, Moçambique) pediu neste domingo, 28, que “esta guerra que ninguém entende e maltrata a todos termine quanto antes”.
A já grave situação humanitária e de segurança na província de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, conheceu nesta última semana passada um agravamento significativo, com os ataques de grupos armados na vila de Palma, deixando um número indeterminado de mortos, muitas pessoas e famílias em fuga para a floresta e casas queimadas.
O drama humanitário em Cabo Delgado, província do extremo Norte de Moçambique, que já vinha a agudizar-se nos últimos meses, ganhou esta semana tons ainda mais cruéis, com a denúncia de que crianças foram decapitadas pelos grupos armados que têm espalhado o terror naquela província.
O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, considera que a comunidade internacional podia ter feito mais para apoiar os moçambicanos de Cabo Delgado (Norte do país), em relação à situação de violência que assola a região.
O ataque à cidade de Palma veio agravar a situação já muito alarmante que se vive na província de Cabo Delgado (Norte de Moçambique), mas contribuiu para chamar a atenção da comunidade internacional para um drama que não é recente. O 7 Margens quis saber como é que as organizações vêem o que se está a passar, que trabalho desenvolvem e o que podem os portugueses fazer para ajudar os moçambicanos desta zona do nordeste moçambicano. Damos voz, desta vez, à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.
As crianças precisam de escola com qualidade (particularmente as meninas, sempre mais vulneráveis a abusos), as pessoas em geral de melhores cuidados de saúde, os jovens precisam de ocupação, de trabalho e de perspetivas de futuro, a universalização no acesso à energia elétrica e à água potável.
“Dos outros cristãos não se sabe quase nada”, afirma com tristeza frei António Chamboco, pároco de Palma, em conversa telefónica gravada na terça-feira, 30 de março, com o responsável pela comunicação da Diocese de Pemba que a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre reproduz no seu sítio digital.
“Pedimos a vossa mão, o vosso socorro”, diz em mensagem de áudio enviada à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre o padre Kwiriwi Fonseca, responsável pela comunicação da Diocese de Pemba, ao relatar os testemunhos recolhidos junto de alguns dos mais de mil fugitivos que chegaram à cidade numa embarcação no domingo, dia 28 de março.
O administrador apostólico da diocese de Pemba (Cabo Delgado, Moçambique) pediu neste domingo, 28, que “esta guerra que ninguém entende e maltrata a todos termine quanto antes”.
A já grave situação humanitária e de segurança na província de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, conheceu nesta última semana passada um agravamento significativo, com os ataques de grupos armados na vila de Palma, deixando um número indeterminado de mortos, muitas pessoas e famílias em fuga para a floresta e casas queimadas.
O drama humanitário em Cabo Delgado, província do extremo Norte de Moçambique, que já vinha a agudizar-se nos últimos meses, ganhou esta semana tons ainda mais cruéis, com a denúncia de que crianças foram decapitadas pelos grupos armados que têm espalhado o terror naquela província.
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Viola Lei”
Comissão da Liberdade Religiosa condena presença do patriarca em bênção de escola públicaA Comissão da Liberdade Religiosa considera que a presença do patriarca Rui Valério na cerimónia de inauguração de uma escola pública de Cascais onde estiveram o Presidente da República, primeiro-ministro e ministro da Educação “viola claramente” a Lei da Liberdade Religiosa” e o princípio da não confessionalidade”.
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