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Escatologia sapiencial não costuma falhar

Escatologia sapiencial não costuma falhar

[xxxii domingo do tempo comum // último dia da semana dos seminários ― a ― 2023]   1. Pudesse hoje proporcionar-vos uma visita especial, para admirar uma das páginas da Escritura acabadas de ouvir, e iríamos à igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar, em Braga....

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Este ano, numa tarde de agosto, contemplei uma imagem, que conservo na memória visual e sonora, a qual, por nada, desejaria que fosse apagada ou emudecida. Sim, vi, não «um anjo que subia do Nascente» (cf. Ap 7,2), mas uma cigarra verde subindo à corola de um crisântemo branco. E demorei-me naquela paisagem-icónica, pensando neste dia, ― o da Solenidade de Todos os Santos ― tantos são os crisântemos que, nos cemitérios dos cristãos,
cobrem de cor e de perfume as campas e os jazigos.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Jesus e a saída da sociedade do cansaço

O texto que se publica, do Padre Joaquim Félix, corresponde à homilia do passado Domingo, dia 9 de julho, XIV Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Oh! teu nome faz-se à fome com rochedo e mel

Que fonte de prazer é para nós celebrar neste ponto de encontro, na confluência dos ribeiros, ao ar livre, aberto às fragâncias de eucalipto… com a sonoridade da água em fundo contínuo! Fizemos a procissão desde a igreja paroquial até ao alto de S. João, como quem sobe às antigas raízes da nossa comunidade, Fragoso, à ermida de S. Vicente e à fonte de Santa Isabel. Este texto corresponde à homilia Nascimento de S. João Baptista.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Aonde fixar atentamente o desejo?

A Ascensão assinala-nos a privação da presença incarnada de Jesus. Porém, é justa e necessária esta «perda», que estabelece outro ‘estar’. Recordado do que disse, terça-feira passada, a teóloga Isabella Guanzini, sublinho a urgência de vivermos com alegria o desejo do Seu retorno, que se vive, no entre-tanto dos dias, sob a neblina matinal a fecundar a realidade.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Vinde e ouvi, vou narrar-vos

A palavra tem uma intensidade que surpreende! Sim, é mais diligente que as canções de Rita Lee que, nestes dias ventosos, fez e faz baloiçar, na avenida central, as tílias de corimbos em flor; e, nos camiões do ‘Enterro da gata’, os jovens universitários… (Joaquim Félix. Este texto corresponde à homilia do passado Domingo, dia 14 de maio, Domingo VI do tempo pascal na liturgia católica, 2023.)

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Como cartão de tapeçaria de Dom Robert

Ao tempo de Jesus e de Simão Pedro, sabemos bem que, também por aqui e muitos outros lados, o pastoreio de rebanhos era uma paisagem comum. Pedro falava para uma comunidade de hebreus, alguns vindos da diáspora e, entre outros, certos pastores, que apascentavam ovelhas de seus senhores. (Homilia do Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga)

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Que fazeis de extraordinário?

Por estes dias, alguns de nós ouviram um padre recém-ordenado a dizer, também numa homilia nesta comunidade, que, enquanto ouvia os pungentes relatos das vítimas, lidos por ocasião da apresentação do relatório da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais sobre Crianças na Igreja Católica em Portugal, só lhe apetecia chorar, chorar… chorar.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Escatologia sapiencial não costuma falhar

[xxxii domingo do tempo comum // último dia da semana dos seminários ― a ― 2023]   1. Pudesse hoje proporcionar-vos uma visita especial, para admirar uma das páginas da Escritura acabadas de ouvir, e iríamos à igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar, em Braga....

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Este ano, numa tarde de agosto, contemplei uma imagem, que conservo na memória visual e sonora, a qual, por nada, desejaria que fosse apagada ou emudecida. Sim, vi, não «um anjo que subia do Nascente» (cf. Ap 7,2), mas uma cigarra verde subindo à corola de um crisântemo branco. E demorei-me naquela paisagem-icónica, pensando neste dia, ― o da Solenidade de Todos os Santos ― tantos são os crisântemos que, nos cemitérios dos cristãos,
cobrem de cor e de perfume as campas e os jazigos.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Jesus e a saída da sociedade do cansaço

O texto que se publica, do Padre Joaquim Félix, corresponde à homilia do passado Domingo, dia 9 de julho, XIV Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Oh! teu nome faz-se à fome com rochedo e mel

Que fonte de prazer é para nós celebrar neste ponto de encontro, na confluência dos ribeiros, ao ar livre, aberto às fragâncias de eucalipto… com a sonoridade da água em fundo contínuo! Fizemos a procissão desde a igreja paroquial até ao alto de S. João, como quem sobe às antigas raízes da nossa comunidade, Fragoso, à ermida de S. Vicente e à fonte de Santa Isabel. Este texto corresponde à homilia Nascimento de S. João Baptista.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Aonde fixar atentamente o desejo?

A Ascensão assinala-nos a privação da presença incarnada de Jesus. Porém, é justa e necessária esta «perda», que estabelece outro ‘estar’. Recordado do que disse, terça-feira passada, a teóloga Isabella Guanzini, sublinho a urgência de vivermos com alegria o desejo do Seu retorno, que se vive, no entre-tanto dos dias, sob a neblina matinal a fecundar a realidade.

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Vinde e ouvi, vou narrar-vos

A palavra tem uma intensidade que surpreende! Sim, é mais diligente que as canções de Rita Lee que, nestes dias ventosos, fez e faz baloiçar, na avenida central, as tílias de corimbos em flor; e, nos camiões do ‘Enterro da gata’, os jovens universitários… (Joaquim Félix. Este texto corresponde à homilia do passado Domingo, dia 14 de maio, Domingo VI do tempo pascal na liturgia católica, 2023.)

Escatologia sapiencial não costuma falhar

Como cartão de tapeçaria de Dom Robert

Ao tempo de Jesus e de Simão Pedro, sabemos bem que, também por aqui e muitos outros lados, o pastoreio de rebanhos era uma paisagem comum. Pedro falava para uma comunidade de hebreus, alguns vindos da diáspora e, entre outros, certos pastores, que apascentavam ovelhas de seus senhores. (Homilia do Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga)

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