A realidade nauseabunda dos abusos, o flagelo que não acaba, não é um problema português, nem italiano, nem francês, nem espanhol. É um problema da Igreja, de toda ela e, portanto, de todos nós que nos consideramos Igreja. Porque, embora não gostemos de o reconhecer, a nossa Igreja está podre até à raiz. (Crónica de Cristina Inogés Sanz, teóloga e integra a comissão metodológica do Sínodo dos Bispos católicos).












