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Política pública inovadora de incentivo à leitura corre risco de regredir

Em causa a autonomia

Política pública inovadora de incentivo à leitura corre risco de regredir

A eventual extinção ou desvalorização da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura representaria “um retrocesso grave para a educação, para a cultura e para a coesão social do país”, alerta uma petição dirigida à Assembleia e ao Presidente da República, motivada pelas medidas de reestruturação anunciadas pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

Repensar a educação para a cidadania (2): onde fica “a casa da democracia”?

Entre Margens

Repensar a educação para a cidadania (2): onde fica “a casa da democracia”?

A escola para todos é um dado recente da nossa história colectiva.  Vivida ainda por muitos como um percurso pessoal incomparável, recheado de obstáculos e do qual nada se extraiu (a proliferação das praxes no ensino superior aí está para o evidenciar, no capítulo da educação moral), é, por isso mesmo, uma instituição de que se discute vivamente a função e a legitimidade [Texto de João Santos]

Testemunho

E que tal o ambiente na escola? Podia ser melhor!

Conversámos com a Sara, 12 anos, sobre algo que a preocupa: o ambiente na escola que frequenta, que nem sempre é o melhor. No  testemunho que abaixo transcrevemos, ela fala-nos sobre o que considera estar errado e dá sugestões para solucionar alguns dos problemas.

Na escola em que os imigrantes se tratam por “olá, irmão!” falou-se de religião, paz e acolhimento

Com 700 alunos de português

Na escola em que os imigrantes se tratam por “olá, irmão!” falou-se de religião, paz e acolhimento

Há uma escola na Margem Sul que é frequentada por 700 imigrantes desejosos de aprenderem a falar português. “Nas nossas turmas participam pessoas de todas as religiões e vive-se em paz. Nas redes sociais tratamo-nos sempre por ‘Olá, irmão!’” – conta uma das professoras. Nesta terça-feira, 6 de maio, à noite, professores e alunos encheram a sala da biblioteca para ouvir gente de várias religiões falar sobre como promovem “o acolhimento ao migrante na construção da paz”.

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Vivenciar as mediações como absolutos, sem consciência da provisoriedade e do perspetivismo que as constitui, contribui para o empobrecimento das mesmas e para a frustração dos sujeitos que as protagonizam. Reflito desde a Escola [como conceito, mas sempre situada em circunstâncias múltiplas], mas creio que o mesmo se pode dizer de quaisquer experiências associativas de pessoas, com incidência naquelas que têm um forte impacto público, onde os partidos políticos e as igrejas podem ser pensados como paradigmas. [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Bastidores: desde a escola a tudo o que é comum

A realidade maniqueísta do gosto/não gosto, a versão superficial do porque sim/porque não ou a sua sucedânea preguiçosa do sim/não, mas não sei explicar podem radicar na ingenuidade da crença em ‘magias’ messiânicas, que prometem sucesso inequívoco. Falamos do contexto educativo em geral e escolar em particular, que, cedendo a esta tendência, etiqueta redutoramente os jovens como consumidores do processo de fabricação social, remetendo-os para um futuro eventualmente ótimo, mas ao qual se subtrai o bom do presente e o lastro da memória. [Texto de Luís Francisco Marques].

Repensar a educação para a cidadania (2): onde fica “a casa da democracia”?

Repensar a educação para a cidadania (1): ideias do Sr. Crick

Recentemente, por iniciativa do primeiro-ministro, voltou à ribalta da cena política o tema da educação para a cidadania. Desde 1986 que a Lei de Bases do Sistema Educativo prevê esta componente curricular, tendo a mesma encontrado, em quase quatro décadas, as mais diversas traduções no currículo nacional prescrito. [Texto de João Santos].

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Desobediência: anátema, direito ou dever? (mea culpa, mea maxima culpa)

[Entre Margens]

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Temos assistido nestes dias à reivindicação do direito efetivo à habitação e contestação ao rumo que o governo (e os sucessivos governos a quem coube a responsabilidade pelas políticas para assegurar este direito) tem tomado ou se prepara para tomar. Contestação que desembocou em atos de desobediência às autoridades que justificaram, na ótica destas, a intervenção violenta para a reposição da “ordem pública”. [Texto de Carlos Dias].

Igreja Católica admite disponibilizar mais património sem uso para arrendamento a preços acessíveis

Bispo Roberto Mariz ao 7MARGENS

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A Igreja Católica em Portugal está a avaliar a possibilidade de dar uso habitacional a imóveis que atualmente se encontram vazios, incluindo residências paroquiais, e admite disponibilizá-los para arrendamento a preços acessíveis. Em entrevista ao 7MARGENS, o bispo auxiliar do Porto e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, Roberto Mariz, confirma que esta reflexão já vem sendo feita e deverá agora ser reforçada.

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