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“Uma Família Judaica”: Uma leitura sobre o outro

Memórias

“Uma Família Judaica”: Uma leitura sobre o outro

O que é ser judeu e pertencer a uma comunidade cuja história arrasta consigo um enorme sofrimento e a capacidade quase inhumana de resistência; o papel da família na nossa vida e a necessidade de conhecer a sua história; a escrita como partilha e a importância da memória. Com uma escrita luminosa e ao mesmo tempo serena, a Esther torna nossa a sua própria família e com ela a sua e a nossa história. Leva-nos na sua viagem na procura do caminho que há-de seguir e torna-nos participantes em alguns dos grandes acontecimentos do século XX. [Texto de Margarida Lages]

Novo livro de Esther Mucznik conta a história da família, faz o retrato de um povo e lança um apelo

Apresentado em Lisboa

Novo livro de Esther Mucznik conta a história da família, faz o retrato de um povo e lança um apelo

“Uma saga familiar que é, simultaneamente, um retrato da errância e das adversidades vividas pelos judeus nos últimos três séculos”: assim se pode resumir o novo livro de Esther Mucznik, que será apresentado esta quinta-feira, 8 de fevereiro, em Lisboa. Intitulado Uma Família Judaica, de Varsóvia e Brody a Lisboa e Telavive, a mais recente obra daquela que é uma das figuras mais conhecidas da comunidade israelita em Portugal conta a história da sua própria família, ao mesmo tempo que faz o retrato de um povo através de três séculos de diáspora, e lança um apelo ao mundo para que estas memórias não sejam apagadas.

Foi a Lei da Liberdade Religiosa que abriu caminho à Concordata de 2004

Colóquio no Parlamento

Foi a Lei da Liberdade Religiosa que abriu caminho à Concordata de 2004

Portugal é o país da Europa com uma tradição “mais liberal em matéria de liberdade religiosa”, considera o juiz-conselheiro José Sousa e Brito que, ao final da tarde desta quarta-feira, 28 de Junho, interveio no colóquio Democracia e Liberdade Religiosa, promovido pela Assembleia da República. “A Lei da Liberdade Religiosa [portuguesa] é a mais liberal das leis existentes”, afirmou.

Há dois mil anos de presença judaica em Portugal e Esther Mucznik foi à procura dessa história

Novo livro

Há dois mil anos de presença judaica em Portugal e Esther Mucznik foi à procura dessa história

O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? Partindo desta pergunta, a investigadora em temas judaicos Esther Mucznik escreveu um livro que pretende mostrar como “a vida dos judeus portugueses é indissociável da história de Portugal”. A obra, com o título Judeus Portugueses – Uma história de luz e sombra (ed. Manuscrito), será apresentada nesta terça-feira, 28, às 18h30, no espaço cultural do El Corte Inglés, de Lisboa.

Museu Judaico e parcerias com entidades judaicas para assinalar 200 anos do fim da Inquisição

Museu Judaico e parcerias com entidades judaicas para assinalar 200 anos do fim da Inquisição

O futuro Museu Judaico de Lisboa, intitulado de Tikvá – que significa “esperança” em hebraico –, vai situar-se em Belém. Desenhado pelo arquiteto Daniel Libeskind, autor dos museus judaicos de Berlim, São Francisco e Copenhaga, bem como dos memoriais do Holocausto nos Países Baixos, no Canadá e nos Estados Unidos, o museu pretende ser um lugar de preservação e divulgação da memória e da vivência judaica em Portugal, sobretudo em Lisboa.

O homem que o povo alemão pedia

O homem que o povo alemão pedia

Porquê escrever, a pretexto de um dia em memória das vítimas do Holocausto, sobre o homem responsável pelo maior genocídio da história? Porque também hoje pululam pequenos homens cheios de ódio, incapazes de lidar com a sua insignificância pessoal, mas cujo ego descomunal estimulado por um contexto favorável os pode transformar em caudilhos de populações exasperadas pelo abandono e pelo medo.

“Portugueses no Holocausto”: o “descarinho” que acabou em Auschwitz

“Portugueses no Holocausto”: o “descarinho” que acabou em Auschwitz

A autora dedica a obra “Portugueses no Holocausto” a “todos os portugueses expulsos pela Inquisição e que se refugiaram em Amesterdão, Istambul e Salónica. Acreditaram que eram portugueses, mas Portugal não os reconheceu como tal. No momento em que precisavam desesperadamente da nacionalidade portuguesa, esta foi-lhes negada.

“Uma Família Judaica”: Uma leitura sobre o outro

Memórias

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O que é ser judeu e pertencer a uma comunidade cuja história arrasta consigo um enorme sofrimento e a capacidade quase inhumana de resistência; o papel da família na nossa vida e a necessidade de conhecer a sua história; a escrita como partilha e a importância da memória. Com uma escrita luminosa e ao mesmo tempo serena, a Esther torna nossa a sua própria família e com ela a sua e a nossa história. Leva-nos na sua viagem na procura do caminho que há-de seguir e torna-nos participantes em alguns dos grandes acontecimentos do século XX. [Texto de Margarida Lages]

Novo livro de Esther Mucznik conta a história da família, faz o retrato de um povo e lança um apelo

Apresentado em Lisboa

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Foi a Lei da Liberdade Religiosa que abriu caminho à Concordata de 2004

Colóquio no Parlamento

Foi a Lei da Liberdade Religiosa que abriu caminho à Concordata de 2004

Portugal é o país da Europa com uma tradição “mais liberal em matéria de liberdade religiosa”, considera o juiz-conselheiro José Sousa e Brito que, ao final da tarde desta quarta-feira, 28 de Junho, interveio no colóquio Democracia e Liberdade Religiosa, promovido pela Assembleia da República. “A Lei da Liberdade Religiosa [portuguesa] é a mais liberal das leis existentes”, afirmou.

Há dois mil anos de presença judaica em Portugal e Esther Mucznik foi à procura dessa história

Novo livro

Há dois mil anos de presença judaica em Portugal e Esther Mucznik foi à procura dessa história

O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? Partindo desta pergunta, a investigadora em temas judaicos Esther Mucznik escreveu um livro que pretende mostrar como “a vida dos judeus portugueses é indissociável da história de Portugal”. A obra, com o título Judeus Portugueses – Uma história de luz e sombra (ed. Manuscrito), será apresentada nesta terça-feira, 28, às 18h30, no espaço cultural do El Corte Inglés, de Lisboa.

Museu Judaico e parcerias com entidades judaicas para assinalar 200 anos do fim da Inquisição

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O futuro Museu Judaico de Lisboa, intitulado de Tikvá – que significa “esperança” em hebraico –, vai situar-se em Belém. Desenhado pelo arquiteto Daniel Libeskind, autor dos museus judaicos de Berlim, São Francisco e Copenhaga, bem como dos memoriais do Holocausto nos Países Baixos, no Canadá e nos Estados Unidos, o museu pretende ser um lugar de preservação e divulgação da memória e da vivência judaica em Portugal, sobretudo em Lisboa.

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Porquê escrever, a pretexto de um dia em memória das vítimas do Holocausto, sobre o homem responsável pelo maior genocídio da história? Porque também hoje pululam pequenos homens cheios de ódio, incapazes de lidar com a sua insignificância pessoal, mas cujo ego descomunal estimulado por um contexto favorável os pode transformar em caudilhos de populações exasperadas pelo abandono e pelo medo.

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Das cantigas de amigo à vinha

[Metáforas vivas]

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Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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