AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

As pessoas estão angustiadas, ansiosas, deprimidas, cansadas. Cansadas de ter de lutar em prol de não sei quê e contra um invisível que pode tornar-se avassalador; cansadas de fingir que acreditam no futuro; cansadas de ter de fazer de conta que conseguem ser felizes; cansadas de serem incompreendidas na sua dor; cansadas de não serem escutadas nos seus apelos; cansadas de disfarçar os seus reais problemas; cansadas de ver desonestidades e incompetências de alguns com consequências nefastas para quase todos.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

2020 foi um ano em que, em boa parte, nos perdemos. Alguns arriscaram, mas, perante as consequências do destemor inicial, recuaram e reposicionaram a sua forma de vida. Outros não aprenderam nada e exibiram-se heróis, como se os riscos comprovados não existissem, como se as ameaças fossem coisa de fracos e de gente fora de moda. Pois é mesmo disso que tenho medo – de uma amnésia coletiva.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Boas notícias do tempo que passa

Se carregarmos os nossos pesos muito tempo, mais tarde ou mais cedo não seremos capazes de continuar, porque a carga vai-se tornando cada vez mais pesada. É preciso deixar o copo e descansar um pouco antes de o segurar novamente. Temos de deixar, periodicamente, a carga de lado. Isto alivia-nos e torna-nos capazes de continuar. Esta é a forma de aproveitar a vida.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

A pedagogia da aceitação

Era uma vez… Uma vida prevista, preparada para a evolução natural, também prevista; organizada para o presente e o futuro, também previsto; estruturada de acordo com os conhecimentos hiperdesenvolvidos sobre quase tudo, também previstos.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

“Coisificação” do Homem (ou ser consumido pelo Fogo)

Vamos falar do homem no Séc. XXI. Que ser é este? Não tenho a certeza de saber responder à pergunta. Encontro frequentemente alguém que tem acesso a tudo, para quem quase nada é impossível, mas com um volume de insatisfações que tanto o desgosta… São inúmeras as queixas que dele escutamos, embora possamos distinguir algumas mesmo muito frequentes

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

O paradoxo do silêncio (ou acautelar a ingenuidade)

É por demais sabido que o silêncio é o maior aliado do medo. Enquanto calamos as ameaças que nos invadem por dentro, umas vezes com razão e outras sem sequer terem pretexto, elas crescem, avolumam-se e, a dado momento, incapacitam-nos.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Podem, por favor, desligar o telemóvel?

A consciência dos três tempos do nosso tempo de que gosto de falar, responsabiliza-nos por aprender com o passado, para que ele, por deixar de ser pensado em excesso, não se transforme em depressão; aprender com o presente, para que ele, por deixar de ser vivido em turbilhão, não se transforme em stresse; e aprender com o futuro, para que ele, por também deixar de ser sentido como uma violenta catadupa de ameaças, não se transforme em ansiedade.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Estranho Mundo

Chegou o Verão. Como todos os anos apetece ir de férias, descansar, parar, encontrar os que nem sempre estão perto, cruzar corações que se querem bem, quem sabe, até viajar.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

As pessoas estão angustiadas, ansiosas, deprimidas, cansadas. Cansadas de ter de lutar em prol de não sei quê e contra um invisível que pode tornar-se avassalador; cansadas de fingir que acreditam no futuro; cansadas de ter de fazer de conta que conseguem ser felizes; cansadas de serem incompreendidas na sua dor; cansadas de não serem escutadas nos seus apelos; cansadas de disfarçar os seus reais problemas; cansadas de ver desonestidades e incompetências de alguns com consequências nefastas para quase todos.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

2020 foi um ano em que, em boa parte, nos perdemos. Alguns arriscaram, mas, perante as consequências do destemor inicial, recuaram e reposicionaram a sua forma de vida. Outros não aprenderam nada e exibiram-se heróis, como se os riscos comprovados não existissem, como se as ameaças fossem coisa de fracos e de gente fora de moda. Pois é mesmo disso que tenho medo – de uma amnésia coletiva.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Boas notícias do tempo que passa

Se carregarmos os nossos pesos muito tempo, mais tarde ou mais cedo não seremos capazes de continuar, porque a carga vai-se tornando cada vez mais pesada. É preciso deixar o copo e descansar um pouco antes de o segurar novamente. Temos de deixar, periodicamente, a carga de lado. Isto alivia-nos e torna-nos capazes de continuar. Esta é a forma de aproveitar a vida.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

A pedagogia da aceitação

Era uma vez… Uma vida prevista, preparada para a evolução natural, também prevista; organizada para o presente e o futuro, também previsto; estruturada de acordo com os conhecimentos hiperdesenvolvidos sobre quase tudo, também previstos.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

“Coisificação” do Homem (ou ser consumido pelo Fogo)

Vamos falar do homem no Séc. XXI. Que ser é este? Não tenho a certeza de saber responder à pergunta. Encontro frequentemente alguém que tem acesso a tudo, para quem quase nada é impossível, mas com um volume de insatisfações que tanto o desgosta… São inúmeras as queixas que dele escutamos, embora possamos distinguir algumas mesmo muito frequentes

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

O paradoxo do silêncio (ou acautelar a ingenuidade)

É por demais sabido que o silêncio é o maior aliado do medo. Enquanto calamos as ameaças que nos invadem por dentro, umas vezes com razão e outras sem sequer terem pretexto, elas crescem, avolumam-se e, a dado momento, incapacitam-nos.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Podem, por favor, desligar o telemóvel?

A consciência dos três tempos do nosso tempo de que gosto de falar, responsabiliza-nos por aprender com o passado, para que ele, por deixar de ser pensado em excesso, não se transforme em depressão; aprender com o presente, para que ele, por deixar de ser vivido em turbilhão, não se transforme em stresse; e aprender com o futuro, para que ele, por também deixar de ser sentido como uma violenta catadupa de ameaças, não se transforme em ansiedade.

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Estranho Mundo

Chegou o Verão. Como todos os anos apetece ir de férias, descansar, parar, encontrar os que nem sempre estão perto, cruzar corações que se querem bem, quem sabe, até viajar.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.