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O que fazer dos nossos livros?

[Nas margens da filosofia – L]

O que fazer dos nossos livros?

Que fazer dos quase dezasseis mil livros que ao longo da nossa vida temos comprado e herdado? Dos meus irmãos recebi praticamente todos os nossos livros de infância pois nenhum pretendia guardá-los. A esses se acrescentam os livros de direito do meu marido, os meus de filosofia e as centenas de obras de história, de literatura, de enciclopédias, de dicionários etc., etc.. A casa de férias tem ajudado a solucionar esta situação e nela guardamos essencialmente a literatura infantil e policial.

O que sabemos dos nossos refugiados?

[Nas margens da filosofia]

O que sabemos dos nossos refugiados?

Assistimos de novo àquilo que pensávamos nunca mais voltar a acontecer na Europa depois das duas últimas grandes guerras – a fuga massiva de migrantes obrigados a sair do seu país para se manterem vivos. E trata-se de gente que até há poucos meses vivia bem, em cidades cuidadas e bonitas, com jardins, monumentos, escolas e igrejas maravilhosas, num ambiente pacífico que os seus habitantes nunca sonhariam ter de abandonar.

As pequenas alegrias

[Nas margens da filosofia – XLVI]

As pequenas alegrias

As grandes alegrias são intensas e, como tal, esporádicas. Ligam-se a eventos marcantes cuja recordação nos traz sempre felicidade e bem-estar. Reconstituímo-las com um misto de prazer e de saudade e a sua memória é uma espécie de tónico a que recorremos para afastar estados de depressão ou de angústia.

Os jacarandás já estão em flor

[Nas margens da filosofia – XLV]

Os jacarandás já estão em flor

Nos noticiários que diariamente nos informam da guerra não vemos campos de trigo nem flores – vemos feridos, famílias destroçadas, crianças e adolescentes que viajam sozinhos. Um dos meus netos que foi à Ucrânia buscar refugiados levou-os à praia, quando chegaram a Portugal. Vou sugerir que os leve a ver os jacarandás em flor pois, como diz o poeta (que traduzo livremente), “tudo quanto é belo é uma fonte perene de alegria.”

“Velhos” e não “idosos”

“Velhos” e não “idosos”

A pandemia, que no início alguns optimistas prognosticavam ser um fenómeno de pouca duração, cada vez mais se nos apresenta como uma mudança de paradigma, uma ruptura com um modo de ser, de pensar e de agir que entendíamos ter sido definitivamente conquistado, sem suspeitarmos que pudessem ser postos em causa modelos de relacionamento, de vivências, de valores ou mesmo de linguagem.

Um livro que nos ajuda a resistir

Um livro que nos ajuda a resistir

Um dos aspectos positivos (se é que os há) desta pandemia é o facto de termos tempo para ler, escrever e pensar sem o stress habitual. E um dos livros que mais apreciei enquanto confinada foi A Resistência Íntima. Ensaio de uma filosofia da proximidade, de Josep Maria Esquirol.

Um livro que nos ajuda a resistir

Multiculturalidade e condição feminina: algumas questões

Admitimos sem problema que as sociedades são regidas por diferentes valores e que há maneiras próprias de viver num mesmo espaço. O que nem sempre é pacífico, pois há certos direitos que embora se imponham como legítimos quando tomados cada um por si, poderão entrar em colisão quando se trata de convivência intercultural. Exemplificamos com a reivindicação dos direitos das mulheres, que frequentemente se torna um factor de antagonismo e de dissidência.

O que fazer dos nossos livros?

[Nas margens da filosofia – L]

O que fazer dos nossos livros?

Que fazer dos quase dezasseis mil livros que ao longo da nossa vida temos comprado e herdado? Dos meus irmãos recebi praticamente todos os nossos livros de infância pois nenhum pretendia guardá-los. A esses se acrescentam os livros de direito do meu marido, os meus de filosofia e as centenas de obras de história, de literatura, de enciclopédias, de dicionários etc., etc.. A casa de férias tem ajudado a solucionar esta situação e nela guardamos essencialmente a literatura infantil e policial.

O que sabemos dos nossos refugiados?

[Nas margens da filosofia]

O que sabemos dos nossos refugiados?

Assistimos de novo àquilo que pensávamos nunca mais voltar a acontecer na Europa depois das duas últimas grandes guerras – a fuga massiva de migrantes obrigados a sair do seu país para se manterem vivos. E trata-se de gente que até há poucos meses vivia bem, em cidades cuidadas e bonitas, com jardins, monumentos, escolas e igrejas maravilhosas, num ambiente pacífico que os seus habitantes nunca sonhariam ter de abandonar.

As pequenas alegrias

[Nas margens da filosofia – XLVI]

As pequenas alegrias

As grandes alegrias são intensas e, como tal, esporádicas. Ligam-se a eventos marcantes cuja recordação nos traz sempre felicidade e bem-estar. Reconstituímo-las com um misto de prazer e de saudade e a sua memória é uma espécie de tónico a que recorremos para afastar estados de depressão ou de angústia.

Os jacarandás já estão em flor

[Nas margens da filosofia – XLV]

Os jacarandás já estão em flor

Nos noticiários que diariamente nos informam da guerra não vemos campos de trigo nem flores – vemos feridos, famílias destroçadas, crianças e adolescentes que viajam sozinhos. Um dos meus netos que foi à Ucrânia buscar refugiados levou-os à praia, quando chegaram a Portugal. Vou sugerir que os leve a ver os jacarandás em flor pois, como diz o poeta (que traduzo livremente), “tudo quanto é belo é uma fonte perene de alegria.”

“Velhos” e não “idosos”

“Velhos” e não “idosos”

A pandemia, que no início alguns optimistas prognosticavam ser um fenómeno de pouca duração, cada vez mais se nos apresenta como uma mudança de paradigma, uma ruptura com um modo de ser, de pensar e de agir que entendíamos ter sido definitivamente conquistado, sem suspeitarmos que pudessem ser postos em causa modelos de relacionamento, de vivências, de valores ou mesmo de linguagem.

Um livro que nos ajuda a resistir

Um livro que nos ajuda a resistir

Um dos aspectos positivos (se é que os há) desta pandemia é o facto de termos tempo para ler, escrever e pensar sem o stress habitual. E um dos livros que mais apreciei enquanto confinada foi A Resistência Íntima. Ensaio de uma filosofia da proximidade, de Josep Maria Esquirol.

Um livro que nos ajuda a resistir

Multiculturalidade e condição feminina: algumas questões

Admitimos sem problema que as sociedades são regidas por diferentes valores e que há maneiras próprias de viver num mesmo espaço. O que nem sempre é pacífico, pois há certos direitos que embora se imponham como legítimos quando tomados cada um por si, poderão entrar em colisão quando se trata de convivência intercultural. Exemplificamos com a reivindicação dos direitos das mulheres, que frequentemente se torna um factor de antagonismo e de dissidência.

Últimas Notícias

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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