O caminho é óbvio: nem tanto ao secularismo, nem tanto à religião. Em Portugal, no dia em que a Liberdade Religiosa é celebrada nos espaços do Parlamento, sublinha-se o equilíbrio que alguns insistem em desequilibrar: a laicidade do Estado e o secularismo da sociedade não são postos em causa por apoios do Estado a eventos religiosos, nem a religião se vive enfiada na sacristia ou fica fechada no espaço dos cultos.












