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Gisela Cañamero: “A criação encontra-se no patamar do divino”

Entrevista

Gisela Cañamero: “A criação encontra-se no patamar do divino”

Conversamos sobre criação e criatividade com Gisela Cañamero, uma criadora multifacetada e completa. Escreve (teatro, poesia, ensaios), compõe, representa (com o corpo e com a voz, a falar e a cantar), dá vida (a quem com ela trabalha e às dezenas de animais, cães e gatos, que foram acolhidos pela Casa da Gi).

Timidez ou arrogância

Timidez ou arrogância

Desde sempre que engenho esquemas para camuflar a timidez; acho que me tenho saído bem, ninguém desconfia. Ontem à noite uma simpática senhora aproximou-se do meu colega, sem reparar que eu estava logo atrás, e disse-lhe para dar os parabéns à menina do fogo, que gostou muito do espetáculo mas que a achava antipática, que fugia logo e nem sequer ficava um bocadinho ali no final a dar atenção ao público.

Já não somos livres?

Já não somos livres?

O título deste pequeno artigo é uma pergunta que me coloco muitas vezes a propósito de variados acontecimentos. Contrariamente ao que é habitual, este ano decidimos fazer uma viagem grande em Janeiro e, por isso, só à distância me fui apercebendo de alguns factos, se assim se pode dizer, nacionais, honra seja feita às novas tecnologias que nos enviam jornais e revistas em tempo útil, porque escolho não ter redes sociais.

Timidez ou arrogância

Sou uma mulher comum, mas estou viva

  Alivia-me o facto de saber que sou uma mulher comum... uma daquelas cuja submissão à normalidade alegra. Sou uma mulher comum, “Ah, que alívio!”... Sou uma mulher comum dentro de casa e dentro da vida... lavo a loiça e a roupa, zango-me com a minha filha por...

As “histórias bizarras” de refugiados e imigrantes de novo em cena

Sábado, em Oeiras

As “histórias bizarras” de refugiados e imigrantes de novo em cena

As histórias de refugiados e imigrantes a viver em Portugal voltam ao palco neste sábado, 11, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide (Oeiras), a partir das 21h00, no espectáculo Une Histoire Bizarre (Uma História Bizarra). A peça, uma ideia original de Sebastião Martins, com encenação de Júlio Martín, parte das histórias pessoais das actrizes e actores de países tão diversos quanto a Ucrânia, Síria, o Irão e o Iraque, o Sudão, Afeganistão, Moçambique, Gâmbia, Nigéria ou Paquistão.

As “histórias bizarras” de refugiados e imigrantes de novo em cena

Migrantes e refugiados contam vidas em teatro

Guerras, medos, esperas e outras histórias bizarras

E como se arruma a vida numa pequena mala se tivermos apenas uma hora para fugir das bombas? Porque temos de decidir deixar para trás a roupa nova, o colchão de yoga, o livro que se começou a ler? Como se pode trocar um dia de aniversário pelo dia de início de uma guerra que outros nos fazem? Porque não se pode, sequer, encenar o pequeno teatro que era costume fazer para os amigos nesse dia?

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Entrevista

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Timidez ou arrogância

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Desde sempre que engenho esquemas para camuflar a timidez; acho que me tenho saído bem, ninguém desconfia. Ontem à noite uma simpática senhora aproximou-se do meu colega, sem reparar que eu estava logo atrás, e disse-lhe para dar os parabéns à menina do fogo, que gostou muito do espetáculo mas que a achava antipática, que fugia logo e nem sequer ficava um bocadinho ali no final a dar atenção ao público.

Já não somos livres?

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O título deste pequeno artigo é uma pergunta que me coloco muitas vezes a propósito de variados acontecimentos. Contrariamente ao que é habitual, este ano decidimos fazer uma viagem grande em Janeiro e, por isso, só à distância me fui apercebendo de alguns factos, se assim se pode dizer, nacionais, honra seja feita às novas tecnologias que nos enviam jornais e revistas em tempo útil, porque escolho não ter redes sociais.

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Últimas Notícias

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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