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Artigos de José Brissos-Lino
Esperança de renovação

Esperança de renovação

Em entrevista recente a um jornal o novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disse claramente ao que vinha, sem rodeios, o que alimenta alguma esperança de renovação no catolicismo português.

Esperança de renovação

A religião e os outros

Os profissionais de saúde são dos sectores da população mais atingidos pela covid-19 em todo o mundo, quer pelo perigo de infecção quer pelas consequências do stresse. Mas há formas de combater essa vulnerabilidade emocional.

Esperança de renovação

Os derrubadores

Quem anda a vandalizar e derrubar as estátuas de mercadores de escravos, colonizadores e até de missionários, como o padre António Vieira, não é moralmente superior aqueles que diaboliza, pela simples razão de que muitos dos que se notabilizaram por práticas hoje condenadas eram legais à época, socialmente aceites e apoiadas.

Esperança de renovação

Quo vadis, América?

Esta América a ferro e fogo vive uma revolta como não se via há mais de cinquenta anos, desde o assassinato do pastor protestante e activista dos direitos civis Martin Luther King, em 1968. E o mais dramático é que não pode contar com um estadista na Casa Branca mas apenas um incendiário, que chama “bandidos” a toda uma massa multirracial de manifestantes pacíficos que está farta do racismo endémico e da reconhecida violência policial no país.

Esperança de renovação

Afinal, quem são os evangélicos?

A maior parte dos que falam de minorias religiosas como os evangélicos nada sabem sobre eles, incluindo políticos e jornalistas. Em Portugal constituem a maior minoria religiosa, e a Aliança Evangélica Mundial conta com mais de 600 milhões de fiéis em todo o mundo.

Esperança de renovação

“Fake religion”

Para que uma falsificação faça sentido e seja bem-sucedida tem que juntar pelo menos duas condições. Antes de mais, o artigo a falsificar tem de estar presente no mercado e em segundo lugar tem que representar valor comercial. Ora, o mercado religioso existe e está bem de saúde, para desespero dos neo-ateístas. E de cada vez que surge uma catástrofe, uma guerra ou uma pandemia mortal a tendência geral dos indivíduos é para recorrerem ao discurso religioso, procurando encontrar aí um sentido para o drama que estão a viver, porque o ser humano necessita de encontrar um sentido no que vê e sente acontecer à sua volta.

Esperança de renovação

Vamos chamar os bois pelos nomes?

O vírus toca a todos. Dizem que é democrático e que para ele todos somos iguais, mas também nesta matéria se verifica o velho princípio orwelliano de que existem uns cidadãos mais iguais do que outros.
Helena Roseta diz que “a covid-19 é um grande revelador das desigualdades económicas, sociais, ambientais e até geracionais”. Está provado que as camadas mais pobres e excluídas da população são os mais vulneráveis à pandemia da covid-19. Os Estados Unidos atestam esta ideia de forma gritante.

Esperança de renovação

Esperança de renovação

Em entrevista recente a um jornal o novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disse claramente ao que vinha, sem rodeios, o que alimenta alguma esperança de renovação no catolicismo português.

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Os profissionais de saúde são dos sectores da população mais atingidos pela covid-19 em todo o mundo, quer pelo perigo de infecção quer pelas consequências do stresse. Mas há formas de combater essa vulnerabilidade emocional.

Esperança de renovação

Os derrubadores

Quem anda a vandalizar e derrubar as estátuas de mercadores de escravos, colonizadores e até de missionários, como o padre António Vieira, não é moralmente superior aqueles que diaboliza, pela simples razão de que muitos dos que se notabilizaram por práticas hoje condenadas eram legais à época, socialmente aceites e apoiadas.

Esperança de renovação

Quo vadis, América?

Esta América a ferro e fogo vive uma revolta como não se via há mais de cinquenta anos, desde o assassinato do pastor protestante e activista dos direitos civis Martin Luther King, em 1968. E o mais dramático é que não pode contar com um estadista na Casa Branca mas apenas um incendiário, que chama “bandidos” a toda uma massa multirracial de manifestantes pacíficos que está farta do racismo endémico e da reconhecida violência policial no país.

Esperança de renovação

Afinal, quem são os evangélicos?

A maior parte dos que falam de minorias religiosas como os evangélicos nada sabem sobre eles, incluindo políticos e jornalistas. Em Portugal constituem a maior minoria religiosa, e a Aliança Evangélica Mundial conta com mais de 600 milhões de fiéis em todo o mundo.

Esperança de renovação

“Fake religion”

Para que uma falsificação faça sentido e seja bem-sucedida tem que juntar pelo menos duas condições. Antes de mais, o artigo a falsificar tem de estar presente no mercado e em segundo lugar tem que representar valor comercial. Ora, o mercado religioso existe e está bem de saúde, para desespero dos neo-ateístas. E de cada vez que surge uma catástrofe, uma guerra ou uma pandemia mortal a tendência geral dos indivíduos é para recorrerem ao discurso religioso, procurando encontrar aí um sentido para o drama que estão a viver, porque o ser humano necessita de encontrar um sentido no que vê e sente acontecer à sua volta.

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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

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“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

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A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

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