Pelo menos 883 pessoas foram executadas em 2022, o número mais elevado dos últimos cinco anos e que representa um aumento de 53% face ao ano de 2021. Esta subida, “que não inclui as milhares de execuções que se acredita terem sido realizadas na China no ano passado”, foi liderada por países do Médio Oriente e do Norte de África, onde os números registados passaram de 520 para 825, denuncia a Amnistia Internacional (AI) num relatório divulgado esta terça-feira, 16 de maio.












