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Como matar um Dragão

[Arquipélago Jerusalém]

Como matar um Dragão

Começam hoje, 18 de setembro, as eleições para a Duma russa, num país onde a guerra condiciona a vida política e onde o Kremlin procura impedir que o descontentamento se transforme em alternativa. Para situarmos estas eleições, nada melhor do que repetir uma anedota dos tempos soviéticos. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Burocracia e alma

[Entre Margens]

Burocracia e alma

“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

A Europa e os três imperadores

[Crónica da Europa]

A Europa e os três imperadores

Enquanto os EUA encaram a Terra como um jogo de póquer onde cada mão deve ser ganha a qualquer custo, a China encara-o como um jogo de Go, onde a chave não é tanto eliminar o adversário, mas sim controlar a maior parte do território. Entretanto, a Rússia encara-o como um jogo de xadrez, onde interessa dar o xeque-mate ao adversário. [Crónica de Mendo Castro Henriques]

Da paz de 1959 às guerras de 2026: a mensagem de Jesus abafa todo o ódio

[Entre Margens]

Da paz de 1959 às guerras de 2026: a mensagem de Jesus abafa todo o ódio

Vivemos hoje tempos bem diferentes. O Líbano deixou de ser um país de diálogo inter-religioso e os xiitas, tradicionalmente mais pobres, afirmam-se com força contra a teocracia de Israel. É um país despedaçado, ameaçado, a que querem roubar o futuro. Mas em Roma, os Papas Francisco e Leão continuam João XXIII e avançam na procura da paz. [Opinião de Luís Santos Pereira]

O instante: onde reside?

[Entre Margens]

O instante: onde reside?

Como apresentar uma via que torne o cristianismo numa experiência, num evento da vida, no mistério do humano, tal como Thomas Merton afirmava: «A teologia [dos Padres primitivos e dos místicos] não se elaborava só com os elementos literais da revelação; estava edificada sobre a experiência da realidade inefável da revelação ou de Deus revelado no mistério de Cristo»? [Texto de Pedro Fraga].

Burocracia e alma

[Entre Margens]

Burocracia e alma

“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

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“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

A Europa e os três imperadores

[Crónica da Europa]

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Enquanto os EUA encaram a Terra como um jogo de póquer onde cada mão deve ser ganha a qualquer custo, a China encara-o como um jogo de Go, onde a chave não é tanto eliminar o adversário, mas sim controlar a maior parte do território. Entretanto, a Rússia encara-o como um jogo de xadrez, onde interessa dar o xeque-mate ao adversário. [Crónica de Mendo Castro Henriques]

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O instante: onde reside?

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Como apresentar uma via que torne o cristianismo numa experiência, num evento da vida, no mistério do humano, tal como Thomas Merton afirmava: «A teologia [dos Padres primitivos e dos místicos] não se elaborava só com os elementos literais da revelação; estava edificada sobre a experiência da realidade inefável da revelação ou de Deus revelado no mistério de Cristo»? [Texto de Pedro Fraga].

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