Opinião
Opinião
[Arquipélago Jerusalém]
Como matar um Dragão
Começam hoje, 18 de setembro, as eleições para a Duma russa, num país onde a guerra condiciona a vida política e onde o Kremlin procura impedir que o descontentamento se transforme em alternativa. Para situarmos estas eleições, nada melhor do que repetir uma anedota dos tempos soviéticos. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Entre Margens]
Burocracia e alma
“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira
[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]
Quem ainda frequenta as bibliotecas?
“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira
[Entre Margens]
Ainda sobre António Lobo Antunes
“A obra de Lobo Antunes permanece, para mim, como um retrato desassombrado da condição humana, não um retrato complacente, mas um mergulho no abismo interior.” – A reflexão de Alberto Teixeira
[Crónica da Europa]
A Europa e os três imperadores
Enquanto os EUA encaram a Terra como um jogo de póquer onde cada mão deve ser ganha a qualquer custo, a China encara-o como um jogo de Go, onde a chave não é tanto eliminar o adversário, mas sim controlar a maior parte do território. Entretanto, a Rússia encara-o como um jogo de xadrez, onde interessa dar o xeque-mate ao adversário. [Crónica de Mendo Castro Henriques]
[Entre Margens]
Da paz de 1959 às guerras de 2026: a mensagem de Jesus abafa todo o ódio
Vivemos hoje tempos bem diferentes. O Líbano deixou de ser um país de diálogo inter-religioso e os xiitas, tradicionalmente mais pobres, afirmam-se com força contra a teocracia de Israel. É um país despedaçado, ameaçado, a que querem roubar o futuro. Mas em Roma, os Papas Francisco e Leão continuam João XXIII e avançam na procura da paz. [Opinião de Luís Santos Pereira]
A cidade e a espiritualidade
Em Siena, com Catarina
Um sonho antigo: ir a Siena. Não apenas pela beleza de uma cidade medieval praticamente intacta, mas pelo desejo de conhecer mais a fundo uma das grandes doutoras da Igreja, padroeira da Europa, Santa Catarina de Siena (1347-1380).
[Entre Margens]
As nossas fragilidades como itinerário para os nossos filhos
“Pode parecer uma contradição, mas cada vez mais nos convencemos de que é fundamental que os nossos filhos percebam, desde cedo, que não somos super-heróis invencíveis. Na verdade, e estando agora na Quaresma, foi isso que Jesus nos ensinou em todo o seu percurso e principalmente nos dias da Sua Paixão.” A reflexão de Andreia e João Vaz Leite
[Entre Margens]
O instante: onde reside?
Como apresentar uma via que torne o cristianismo numa experiência, num evento da vida, no mistério do humano, tal como Thomas Merton afirmava: «A teologia [dos Padres primitivos e dos místicos] não se elaborava só com os elementos literais da revelação; estava edificada sobre a experiência da realidade inefável da revelação ou de Deus revelado no mistério de Cristo»? [Texto de Pedro Fraga].
[Entre Margens]
Burocracia e alma
“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira
[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]
Quem ainda frequenta as bibliotecas?
“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira
[Entre Margens]
Ainda sobre António Lobo Antunes
“A obra de Lobo Antunes permanece, para mim, como um retrato desassombrado da condição humana, não um retrato complacente, mas um mergulho no abismo interior.” – A reflexão de Alberto Teixeira
[Crónica da Europa]
A Europa e os três imperadores
Enquanto os EUA encaram a Terra como um jogo de póquer onde cada mão deve ser ganha a qualquer custo, a China encara-o como um jogo de Go, onde a chave não é tanto eliminar o adversário, mas sim controlar a maior parte do território. Entretanto, a Rússia encara-o como um jogo de xadrez, onde interessa dar o xeque-mate ao adversário. [Crónica de Mendo Castro Henriques]
[Entre Margens]
Da paz de 1959 às guerras de 2026: a mensagem de Jesus abafa todo o ódio
Vivemos hoje tempos bem diferentes. O Líbano deixou de ser um país de diálogo inter-religioso e os xiitas, tradicionalmente mais pobres, afirmam-se com força contra a teocracia de Israel. É um país despedaçado, ameaçado, a que querem roubar o futuro. Mas em Roma, os Papas Francisco e Leão continuam João XXIII e avançam na procura da paz. [Opinião de Luís Santos Pereira]
A cidade e a espiritualidade
Em Siena, com Catarina
Um sonho antigo: ir a Siena. Não apenas pela beleza de uma cidade medieval praticamente intacta, mas pelo desejo de conhecer mais a fundo uma das grandes doutoras da Igreja, padroeira da Europa, Santa Catarina de Siena (1347-1380).
[Entre Margens]
As nossas fragilidades como itinerário para os nossos filhos
“Pode parecer uma contradição, mas cada vez mais nos convencemos de que é fundamental que os nossos filhos percebam, desde cedo, que não somos super-heróis invencíveis. Na verdade, e estando agora na Quaresma, foi isso que Jesus nos ensinou em todo o seu percurso e principalmente nos dias da Sua Paixão.” A reflexão de Andreia e João Vaz Leite
[Entre Margens]
O instante: onde reside?
Como apresentar uma via que torne o cristianismo numa experiência, num evento da vida, no mistério do humano, tal como Thomas Merton afirmava: «A teologia [dos Padres primitivos e dos místicos] não se elaborava só com os elementos literais da revelação; estava edificada sobre a experiência da realidade inefável da revelação ou de Deus revelado no mistério de Cristo»? [Texto de Pedro Fraga].
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