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Vinte e cinco anos depois

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Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

‘c’ de coragem… ou cobardia?

[Dicionário particular III]

‘c’ de coragem… ou cobardia?

“O caso da Luz não foi um raio isolado num céu limpo, tratou-se de uma tempestade que já vimos cair sobre o jogador vezes suficientes para percebermos que não é coincidência. Vinícius tem a ousadia – e a dignidade – de denunciar, mas a denúncia ainda incomoda mais.” – A reflexão de Júlia Costa, em mais uma entrada do seu Dicionário Particular

Dar e dar-se

Dar e dar-se

Diz-me a minha amiga N. (a mil quilómetros de distância) que a dádiva mais importante está no tempo, no tempo que damos aos outros. Dar-se aos outros é, de facto, diferente de dar aos outros. Paradoxalmente, é muito mais difícil e muito mais fácil de pôr em prática.

Desce, lenta seral

[Metáforas vivas]

Desce, lenta seral

À semelhança de Santo Agostinho, na drenagem do íntimo através das Confissões, não tenhamos receio de declarar que já tínhamos sede do sol que parecia tardo ou esquecido em visitar-nos.

Na reabertura do Terraço

Nas margens da filosofia (LXXXIII)

Na reabertura do Terraço

Aos poucos a vida tem regressado à normalidade e os velhos hábitos, esquecidos com o medo da pandemia, voltaram a fazer parte do nosso quotidiano. Assim aconteceu com as Conferências do Terraço, durante anos promovidas pelo Graal num espaço onde as pessoas se conheciam (ou passaram a conhecer-se). Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira.

As árvores (nem sempre) morrem de pé

[Entre Margens]

As árvores (nem sempre) morrem de pé

Percorri a autoestrada do Norte, passando por muitos lugares parcialmente destruídos; por muitas árvores tombadas sobre outras, vergadas pelo vento, mas ainda sem caírem; por muitas casas e armazéns sem telhados; por muitos corações aos quais não tive acesso, mas que, posso imaginar, que se encontram profundamente feridos. [Texto de Margarida Cordo].

‘c’ de coragem… ou cobardia?

[Dicionário particular III]

‘c’ de coragem… ou cobardia?

“O caso da Luz não foi um raio isolado num céu limpo, tratou-se de uma tempestade que já vimos cair sobre o jogador vezes suficientes para percebermos que não é coincidência. Vinícius tem a ousadia – e a dignidade – de denunciar, mas a denúncia ainda incomoda mais.” – A reflexão de Júlia Costa, em mais uma entrada do seu Dicionário Particular

Dar e dar-se

Dar e dar-se

Diz-me a minha amiga N. (a mil quilómetros de distância) que a dádiva mais importante está no tempo, no tempo que damos aos outros. Dar-se aos outros é, de facto, diferente de dar aos outros. Paradoxalmente, é muito mais difícil e muito mais fácil de pôr em prática.

Desce, lenta seral

[Metáforas vivas]

Desce, lenta seral

À semelhança de Santo Agostinho, na drenagem do íntimo através das Confissões, não tenhamos receio de declarar que já tínhamos sede do sol que parecia tardo ou esquecido em visitar-nos.

Na reabertura do Terraço

Nas margens da filosofia (LXXXIII)

Na reabertura do Terraço

Aos poucos a vida tem regressado à normalidade e os velhos hábitos, esquecidos com o medo da pandemia, voltaram a fazer parte do nosso quotidiano. Assim aconteceu com as Conferências do Terraço, durante anos promovidas pelo Graal num espaço onde as pessoas se conheciam (ou passaram a conhecer-se). Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira.

As árvores (nem sempre) morrem de pé

[Entre Margens]

As árvores (nem sempre) morrem de pé

Percorri a autoestrada do Norte, passando por muitos lugares parcialmente destruídos; por muitas árvores tombadas sobre outras, vergadas pelo vento, mas ainda sem caírem; por muitas casas e armazéns sem telhados; por muitos corações aos quais não tive acesso, mas que, posso imaginar, que se encontram profundamente feridos. [Texto de Margarida Cordo].

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